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sexta-feira, 15 de março de 2013

Há 134 anos nascia Albert Einstein.



O físico teórico alemão é o autor da teoria da relatividade geral, um dos pilares da física moderna e recebeu o Prêmio Nobel de Física de 1921. Suas grandes conquistas intelectuais e originalidade fizeram a palavra "Einstein" sinônimo de gênio. Foi eleito, em 1999, o mais memorável físico de todos os tempos.

A icônica fotografia com a língua de fora foi registrada no dia 14 de março de 1951, quando Albert Einstein completava 72 anos. Existem versões diferentes sobre as motivações do físico. A teoria mais aceita é de que ao final da festa, irritado com o assedio da imprensa, Einstein teria mostrado a língua para demonstrar seu descontentamento. Tecnicamente “encurralado” por fotógrafos, a perguntarem acerca de sua opinião sobre a situação política, pôs-lhe sua língua de fora. Isso após várias tentativas para que o deixassem em paz (afirmava não gostar da imprensa). O fotógrafo Arthur Sasse, teria sido o único a conseguir registrar o momento, apesar de estarem presentes dezenas de jornalistas.

Outras teorias sustentam que a foto tenha relação com um protesto antibomba atômica, uma vez que o físico havia solicitado à população que enviassem cartas ao governo, pedindo o fim das operações nucleares. Einstein teria sugerido que sua língua fosse usada metaforicamente para “selar” os pedidos.O gesto foi uma mescla de irritação e descontração; tempos mais tarde dissera a sua secretaria (e amante) Johanna Fantova: “A língua de fora revela as minhas posições políticas.”

O fotografo Arthur Sasse foi quem capturou a imagem, mas a divulgação da mesma foi feita pelo próprio Einstein, depois de solicitar que o mandassem algumas cópias. A imagem definitivamente havia lhe agradado,vindo a enviá-la como postal para amigos e conhecidos, sendo hoje a sua fotografia mais famosa.

Contudo, em 17 de abril de 1955, Albert Einstein sentiu uma hemorragia interna causada pela ruptura de um aneurisma da aorta abdominal. Einstein recusou-se a cirurgia, dizendo: ".... quero ir quando eu quiser. É de mau gosto ficar e prolongar a vida artificialmente. Eu fiz a minha parte, é hora de ir embora e eu vou fazê-lo com elegância". Ele morreu cedo na manhã seguinte no Hospital de Princeton, com 76 anos de idade, tendo continuado a trabalhar até quase o fim de sua vida.

Durante a autópsia, o patologista do Hospital de Princeton removeu o cérebro de Einstein para a preservação sem a permissão de sua família, na esperança de que a neurociência do futuro seria capaz de descobrir o que tornava Einstein tão inteligente.Os restos do físico foram cremados e suas cinzas foram espalhadas em um local não revelado.

Texto de Diego Vieira
Administração Imagens Históricas