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sábado, 19 de janeiro de 2013

Por que não comece por ti ?

"Tanto quanto nos sucede, onde estamos, a vida na Terra te solicita, onde passes, esse ou aquele toque de amor, a lembrar-te que o reino da felicidade começa de ti."


O verbo no infinito



"Ser criado, gerar-se, transformar
O amor em carne e a carne em amor; nascer
Respirar, e chorar, e adormecer
E se nutrir para poder chorar

Para poder nutrir-se; e despertar
Um dia à luz e ver, ao mundo e ouvir
E começar a amar e então sorrir
E então sorrir para poder chorar.

E crescer, e saber, e ser, e haver
E perder, e sofrer, e ter horror
De ser e amar, e se sentir maldito

E esquecer de tudo ao vir um novo amor
E viver esse amor até morrer
E ir conjugar o verbo no infinito..."

(Vinicius de Moraes)

sexta-feira, 18 de janeiro de 2013

Um pouco de Amor

‎- — Amor , sabe porque sinto tanto ciúmes de você ?
— Hm , porque mô ?
— Porque eu sinto medo
— Medo ? Medo de que mô ?
— Medo de que você conheça uma outra pessoa bem melhor que eu , uma mulher com corpão , uma mulher mais madura , que não seja tão bobinha quanto eu
— Para de falar besteira , não precisa ter medo
— Mas eu tenho
— Mas não precisa boba
— Mas e se você conhecer uma pessoa melhor ?
— Impossível , não existe .. pra mim , você é a melhor , é com você que eu quero passar o resto da minha vida ..
— Mas e se ...
— E se o que ?
— E se um dia eu não estiver mais com você ? Vai sem lembrar de mim ?
— Eu nem penso na hipótese de não estar com você , eu só penso em estar com você o tempo todo
— E mesmo com o passar do tempo , vai dizer '' É ela '' ?
— É ela , sempre foi , e sempre vai ser .. minha pequena
— E se um dia você não me quiser mais ? E se terminar comigo ? E se o seu amor por mim acabar ?
— Pode ter certeza que o meu amor por você não acaba , podem passar , 10 , 20 anos eu continuarei te amando
— Mas amor , como tem tanta certeza ? A gente nunca sabe o dia de amanhã
— E por não sabermos o dia de amanhã , a gente planta hoje , se a gente cuidar , com certeza amanhã , nosso amor será o mesmo de hoje , ainda mais forte .

Recicle suas Ideias

O que uma arvore pode fazer se for bem cuidada 
Deste Combustível
 é bom se abastecer 
Olha esta casa é muito original

Em solo sagrado não se faz selva de pedra!


O Governo do Rio de Janeiro anunciou a demolição do antigo Museu do Índio, um solo considerado sagrado para diversas etnias indígenas, para em seu lugar construir um estacionamento.
Mas a Presidente Dilma ainda pode parar esse absurdo!

Defender os direitos dos indígenas é defender o direito de todos nós brasileiros, preservando a nossa cultura tão valorizada! Assine a petição criada pelo Movimento Meu Rio e pelo Gota D’Água, em apoio à Aldeia Maracanã: http://bit.ly/aldeiamaracana

Vamos que vamos!
Juntos fazemos a diferença.

Os jovens Bee Gees, 1959.


Na foto aparecem Barry, o mais velho com doze anos, e os irmãos gêmeos Robin e Maurice, com nove anos. Já nos anos 50, os irmãos Gibb começavam a dar os primeiros passos no meio musical; Barry aprendera facilmente a tocar guitarra e logo os irmãos gêmeos descobriram uma harmonia vocal.

Nessa mesma época, incentivados pelos pais, começaram a tocar nas ruas e em shows de talentos e, pouco tempo depois, iniciaram suas apresentações em shows noturnos com uma considerável audiência. Ao final da década de 50, passariam a tocar em programas de televisão, dando início à história de sucesso da banda.

Em 2003, Maurice teve um ataque cardíaco e acabou morrendo. O que foi mais um grande abalo após a morte do irmão mais novo, Andy Gibb, também músico. E, em 2012, Robin morreu vítima de câncer, restando apenas Barry, que continuou fazendo shows.

Os últimos quatro casais de pé na maratona de dança de Chicago, que durou cerca de dois meses, no ano de 1930.



A depressão econômica nos Estados Unidos fez muitas pessoas tomarem medidas drásticas para sobreviver. Popularizaram-se no país as maratonas de dança, competições públicas em que casais dançavam por dias a fio, desafiando os limites dos seus corpos diante de uma platéia animada. Em um período de fome e desespero, tais concursos escondiam uma agressividade e uma violência social usualmente não associadas aos salões de dança.

Muitos eram atraídos somente pela comida grátis oferecida, em uma época em que sete refeições ao dia era reservado a poucos. As refeições eram servidas em uma mesa na altura do peito para que os competidores comessem em pé.

Os competidores a cada hora podiam descansar por 15 minutos. Esse era o tempo que dispunham para dormir, sentar, tomar banho. As regras da maratona eram que os pés continuassem em movimento e que os joelhos dos competidores nunca tocassem o chão, pois acarretaria desclassificação imediata. Para encorajar os casais mais atrasados para continuar se movendo, em casos extremos, os parceiros eram presos por amarras para evitar que se afastassem. Algumas mulheres carregavam seus parceiros que caiam no sono, apesar da desigualdade de altura e peso.

Uma banda ao vivo tocava nas noites, enquanto fonógrafos eram suficientes durante o dia. Tais provas de resistência atraiam grandes multidões. Comediantes profissionais também entretiam a multidão. Nestas competições, havia uma mistura de candidatos locais amadores (e muitas vezes desesperados) com maratonistas profissionais. O preço de entrada de 25 centavos oferecia ao público a novidade na era da Depressão de se sentir superior em relação a alguém.

A cidade de Seattle aprovou uma lei proibindo maratonas de dança dentro dos seus limites em 5 de setembro de 1928. Esta portaria foi motivada pela tentativa de suicídio de uma mulher que tinha competido em uma maratona de 19 dias realizada no Arsenal de Seattle, e classificada apenas em quinto lugar.

Uma buzina sinalizava o período de descanso e os competidores saíam da pista de dança para áreas de descanso segregados por sexo. Os participantes treinaram-se para cair imediatamente em sono profundo logo que seus corpos tocavam as camas. Após 11 minutos, a buzina soava novamente e os competidores voltavam para a pista de dança para começar mais uma hora. As competidoras que não acordavam no final de 11 minutos eram revividas com sais de cheiro (e tapas), e os concorrentes do sexo masculino eram muitas vezes mergulhados em uma banheira de água gelada.

A fadiga intensa levava muitos a um estado semelhante ao coma. Durante estes episódios, competidores alucinados ficavam histéricos ou tinham delírios de perseguição, falando com companheiros imaginários e sorrindo vagamente.

Nas últimas horas, até mesmo os profissionais usavam truques para manter-se mutuamente de pé, como alfinetadas, tapas e beliscões. Devido ao esforço e cansaço algumas pessoas morreram durante a maratona e outras caíram em coma. No final dos anos 1930, as maratonas de dança foram proibidas na maioria dos estados dos EUA.

Segundo um ex-maratonista, que participou pela primeira vez aos 14 anos: "Nossa degradação foi entretenimento; sadismo era sexy; masoquismo foi talento".

No seu apogeu, as maratonas de dança estiveram entre as formas mais controversas de entretenimento ao vivo da América. A maior de todas, representada na imagem, aconteceu em Chicago e durou 1. 638 horas, equivalente a setenta dias.

Quem não ama livraria

Não sei vocês, mas eu AMO entrar em uma livraria para comprar um livro novo, mesmo quando tenho vários me esperando em casa.

Confesso que esse ritual de entrar na livraria, observar todos aqueles livros me olhando, pedindo para ser "o" escolhido, abrir o livro, ler sua resenha, olhar a capa (confesso que capas de livros me atraem), cheirinho de livro novo, aquelas folhas grudadinhas porque ninguem o leu ainda...ah eu amo!!
Olhar um livro novo na minha casa, independente de ter trazido da livraria ou ter sido entregue pelos correios, a emoção é a mesma: eu tenho um livro novo me esperando.
Meus amigos sempre me perguntam: mas você vai na livraria DE NOVO??? Mas você já leu os que comprou semana passada??
OI??? O que tem uma coisa a ver com a outra??
Desculpe, mas nao entendo essas perguntas. Existe alguma regra que tenho que ter lido todos os meus livros para comprar um novo?? Então me prendam porque sou uma reincidente, cometo esse crime frequentemente.
Essa mesma pessoa que me pergunta isso nao tem lugar para colocar todos seus sapatos e bolsas. Eu poderia fazer a mesma pergunta: Mas você vai comprar outro sapato?? Quebrou o salto do último?? :))
As pessoas tem que entender que comprar livro é uma coisa, ler todos os livros que tenho me esperando é outra. Uma coisa é uma coisa e a outra coisa é outra coisa. Vocês me entendem ou também me acham louca??

História

Em função das obras de, supostamente, melhoramento do entorno do Maracanã, o governador Sérgio Cabral e seu companheiro de partido, o prefeito Eduardo Paes, travam uma verdadeira batalha para destruir 3 importantes locais, a Escola Municipal Arthur Friedenreich - 4° melhor IDEB carioca -, o Estádio de Atletismo Célio de Barros, e o Museu do Índio, também conhecido como Aldeia Maracanã - local destacado na foto, em época anterior a construção do Maracanã.

Se no final do ano o alvo principal foi a Escola, agora a "bola da vez" é o Museu do Índio. No último sábado, mesmo sem um mandado judicial, a Tropa de Choque da PM tentou invadir o prédio e expulsar a força seus moradores e manifestantes. Mas, graças a forte mobilização, esta arbitrariedade não foi posta a frente. No entanto, ao longo de toda a semana a investida contra este patrimônio histórico - podemos encontrar informações sobre o local no texto que fiz em minha outra página sobre a história do RJ, além do link do abaixo assinado pró permanência - só aumentou. Por isso, a Unesco declarou esta semana que vai cobrar informações sobre a questão, a própria FIFA, em nota oficial afirmou, desmentindo o governador, que não solicitou a derrubada do imóvel. Por fim, hoje a justiça solicitou que a União se posicione sobre a questão.

Em um país onde ao longo da história vidas e mais vidas indígenas foram tiradas, em pleno século XXI voltamos a presenciar cenas de desrespeito com a cultura indígena, tudo isso para a construção de um ESTACIONAMENTO. Sai um complexo esportivo + uma escola + um museu e entra um estacionamento, incrível ....

Viva a vida



"Por muito tempo eu pensei que a minha vida fosse se tornar uma vida de verdade.
Mas sempre havia um obstáculo no caminho, algo a ser ultrapassado antes de começar a viver.
Um trabalho não terminado, uma conta a ser paga.
Aí sim, a vida de verdade começaria.
Por fim, cheguei a conclusão de que esses obstáculos eram a minha vida de verdade.
Essa perspectiva tem me ajudado a ver que não existe um caminho para a felicidade.
A felicidade é o caminho!
Assim, aproveite todos os momentos que você tem. E aproveite-os mais se você tem alguém especial para compartilhar, especial o suficiente para passar seu tempo; e lembre-se que o tempo não espera ninguém.
Portanto, pare de esperar até que você termine a faculdade;

até que você volte para a faculdade;

até que você perca 5 quilos;

até que você ganhe 5 quilos;

até que você tenha tido filhos;

até que seus filhos tenham saído de casa;

até que você se case;

até que você se divorcie;

até sexta à noite;

até segunda de manhã;

até que você tenha comprado um carro ou uma casa nova;

até que seu carro ou sua casa tenham sido pagos;

até o próximo verão, outono, inverno;

até que você esteja aposentado;

até que a sua música toque;

...não há hora melhor para ser feliz do que AGORA MESMO....

Lembre-se: Felicidade é uma viagem, não um destino"


_Alfred Henfil_


"Marcelo Rondoni"