Quero ser uma ilha,
um pouco de paisagem,
uma janela aberta,
uma montanha ao longe,
um aceno de mar.
Quando precisares de sonho,
de um canto de beleza,
de um pouco de silêncio,
ou simplesmente de sol e de ar.
Quero ser o lado bom
em que pensas,
isto que intimamente
a gente deseja
mas nem sempre diz
quero ser, naquela hora,
o que sentes falta
para seres feliz.
Que quando pensares
em fugir de todos ou de ti,
enfim penses em mim...
_J.G. de Araujo Jorge_
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domingo, 20 de janeiro de 2013
O Homem e A Mulher
O homem é a mais elevada das criaturas;
A mulher é o mais sublime dos ideais.
O homem é o cérebro;
A mulher é o coração.
O cérebro fabrica a luz;
O coração, o AMOR.
A luz fecunda, o amor ressuscita.
O homem é forte pela razão;
A mulher é invencível pelas lágrimas.
A razão convence, as lágrimas comovem.
O homem é capaz de todos os heroísmos;
A mulher, de todos os martírios.
O heroísmo enobrece, o martírio sublima.
O homem é um código;
A mulher é um evangelho.
O código corrige; o evangelho aperfeiçoa.
O homem é um templo; a mulher é o sacrário.
Ante o templo nos descobrimos;
Ante o sacrário nos ajoelhamos.
O homem pensa; a mulher sonha.
Pensar é ter , no crânio, uma larva;
Sonhar é ter , na fronte, uma auréola.
O homem é um oceano; a mulher é um lago.
O oceano tem a pérola que adorna;
O lago, a poesia que deslumbra.
O homem é a águia que voa;
A mulher é o rouxinol que canta.
Voar é dominar o espaço;
Cantar é conquistar a alma.
Enfim, o homem está colocado onde termina a terra;
A mulher, onde começa o céu.
(Victor Hugo)
sábado, 19 de janeiro de 2013
Exemplo de vida
Mas este vídeo mostra um cara que não tem braços,pernas e mesmo assim é feliz....
Vale apena assistir este vídeo, pois não só mostra a vida em outros olhos mas de um jeito que nós para e mostra como a vida é bela, como se fala "A vida é bela só pasta saber viver", e este vídeo é a prova disso ...
Alex Lopes Ozorio
Quem não lembra de Nosso Eterno "Seu Madruga"
Ramón Valdez, o eterno Seu Madruga do seriado Chaves, com 27 anos, atuando no filme “Simbad, el Mareado”, em 1950.
Ramón Goméz Valdés y Castillo foi um ator e comediante mexicano, célebre por interpretar o personagem Don Ramón (Seu Madruga, no Brasil) na série de televisão El Chavo del Ocho. Seu personagem alcançou o status de ícone da cultura popular em grande parte da América Latina.
Ramón foi um veterano no cinema, trabalhando em mais de 50 filmes. Embora tenha dedicado a maior parte de seu trabalho ao cinema, a carreira de Ramón atingiu seu ápice na TV, com El Chavo del Ocho, que no Brasil passou a se chamar de Chaves.
Em 1971, Chaves estréia e em 1973 é a vez de El Chapulín Colorado. Embora tenha se destacado como Seu Madruga, Ramón Valdés fez várias outras interpretações, como o pirata Alma Negra, Tripa Seca e a paródia aos EUA Super Sam.
As pessoas que conviveram com Ramón Valdés afirmam que ele era, além de muito talentoso, uma pessoa de personalidade forte, mas divertido e atencioso. Com o público, dizia-se que Ramón Valdés era sempre muito amável e respeitoso.
Apesar da fama e reconhecimento, em 1979, Valdés se retirou dos programas de Chespirito. Há rumores de que isto foi produto de divergências sobre os salários, enquanto outros afirmam que as diferenças pessoais entre colegas de trabalho foram ficando mais fortes e, eventualmente, implicou uma separação definitiva. Em uma entrevista, Esteban Valdés, filho do ator, declarou que a saída de seu pai foi porque Florinda Meza, mulher de Gómez Bolaños, queria o controle total sobre o programa. Essa situação teria causado desconforto para Valdés, que preferia receber ordens apenas de Gómez Bolaños, a quem lhe devia sua fama.
Em 1979, o ator passou a trabalhar com Carlos Villagrán (Quico), que havia saído um ano antes por divergências com Roberto Gómez. Ambos fizeram várias viagens para apresentar o show Federrico, onde Ramón interpretava Don Moncho, dono de uma loja.
Em 1981, no entanto, após vários convites, Ramón Valdés voltou a trabalhar com Roberto, desta vez com o seriado Chespirito, que voltara a ser gravado. Em 1987, trabalhou com Carlos Villagrán no programa "Ah que Kiko! (“Kiko” passou a ser usado por Villagrán pelo fato de Roberto Gómez ter os direitos sobre o nome “Quico”), mas não ficou muito tempo, já que também se dedicava ao seu circo. Além disso, seus problemas de saúde se agravaram ao ponto de impedí-lo de trabalhar.
No início da década de 1980, um tumor maligno foi descoberto em seu estômago, provavelmente oriundo de outro tumor já existente em seu pulmão, Ramón Valdés era um fumante muito ativo, não largando o vício nem mesmo quando permaneceu internado. Passou a maior parte do tempo dos seus últimos dias sedado após mais de dois meses internado no Hospital Santa Lena por conta das fortes dores. No dia 9 de agosto de 1988, faleceu aos 64 anos de idade, devido a um câncer de pulmão que se espalhou pelo corpo e atingiu a sua coluna vertebral.
Quando Ramón estava no hospital, já muito mal de saúde, Carlos Villagrán percebeu a situação e disse: “nos vemos lá em cima, no céu”. Ramón respondeu: “não se faça de louco, nos vemos lá embaixo, no inferno”.
Edgar Vivar e Valdés eram praticamente vizinhos e muitas vezes iam para as gravações juntos. Pouco antes de Ramón Valdés falecer, Edgar Vivar lhe fez uma visita no hospital e Valdés brincando lhe disse "Senhor Barriga, não poderei mais lhe pagar o aluguel" conta Edgar emocionado ao falar do amigo.
No enterro de Ramón, Angelines Fernández permaneceu cerca de duas horas ao lado do caixão, lamentando profundamente a morte do amigo. Durante todo o velório, permaneceu dizendo “mi rorro”, apelido carinhoso que atribuiu a Ramón. O ator encontra-se sepultado no Mausoleos del Ángel, na Cidade do México. Amigos e familiares afirmam que Angelines nunca mais foi a mesma depois desse dia. Descuidou demais de sua saúde e acabou falecendo quase 6 anos depois de Ramón devido a um câncer de pulmão.
Ramón Valdés é considerado por muitos um dos melhores humoristas da América Latina. Ainda hoje, seu personagem na série El Chavo del Ocho é cultuado. É de longe o personagem mais famoso do seriado, conquistando hoje em dia ainda mais carisma do que Chaves, o personagem principal do seriado, principalmente no Brasil. O próprio Chespirito já citou em diversas entrevistas que seu personagem preferido da série e melhor comediante, é "Don Ramón", afirmando que Valdés foi o único comediante, até hoje, que já conseguiu fazê-lo chorar de rir.
Fonte: Livro Seu Madruga Vida e Obra.

Ramón Goméz Valdés y Castillo foi um ator e comediante mexicano, célebre por interpretar o personagem Don Ramón (Seu Madruga, no Brasil) na série de televisão El Chavo del Ocho. Seu personagem alcançou o status de ícone da cultura popular em grande parte da América Latina.
Ramón foi um veterano no cinema, trabalhando em mais de 50 filmes. Embora tenha dedicado a maior parte de seu trabalho ao cinema, a carreira de Ramón atingiu seu ápice na TV, com El Chavo del Ocho, que no Brasil passou a se chamar de Chaves.
Em 1971, Chaves estréia e em 1973 é a vez de El Chapulín Colorado. Embora tenha se destacado como Seu Madruga, Ramón Valdés fez várias outras interpretações, como o pirata Alma Negra, Tripa Seca e a paródia aos EUA Super Sam.
As pessoas que conviveram com Ramón Valdés afirmam que ele era, além de muito talentoso, uma pessoa de personalidade forte, mas divertido e atencioso. Com o público, dizia-se que Ramón Valdés era sempre muito amável e respeitoso.
Apesar da fama e reconhecimento, em 1979, Valdés se retirou dos programas de Chespirito. Há rumores de que isto foi produto de divergências sobre os salários, enquanto outros afirmam que as diferenças pessoais entre colegas de trabalho foram ficando mais fortes e, eventualmente, implicou uma separação definitiva. Em uma entrevista, Esteban Valdés, filho do ator, declarou que a saída de seu pai foi porque Florinda Meza, mulher de Gómez Bolaños, queria o controle total sobre o programa. Essa situação teria causado desconforto para Valdés, que preferia receber ordens apenas de Gómez Bolaños, a quem lhe devia sua fama.
Em 1979, o ator passou a trabalhar com Carlos Villagrán (Quico), que havia saído um ano antes por divergências com Roberto Gómez. Ambos fizeram várias viagens para apresentar o show Federrico, onde Ramón interpretava Don Moncho, dono de uma loja.
Em 1981, no entanto, após vários convites, Ramón Valdés voltou a trabalhar com Roberto, desta vez com o seriado Chespirito, que voltara a ser gravado. Em 1987, trabalhou com Carlos Villagrán no programa "Ah que Kiko! (“Kiko” passou a ser usado por Villagrán pelo fato de Roberto Gómez ter os direitos sobre o nome “Quico”), mas não ficou muito tempo, já que também se dedicava ao seu circo. Além disso, seus problemas de saúde se agravaram ao ponto de impedí-lo de trabalhar.
No início da década de 1980, um tumor maligno foi descoberto em seu estômago, provavelmente oriundo de outro tumor já existente em seu pulmão, Ramón Valdés era um fumante muito ativo, não largando o vício nem mesmo quando permaneceu internado. Passou a maior parte do tempo dos seus últimos dias sedado após mais de dois meses internado no Hospital Santa Lena por conta das fortes dores. No dia 9 de agosto de 1988, faleceu aos 64 anos de idade, devido a um câncer de pulmão que se espalhou pelo corpo e atingiu a sua coluna vertebral.
Quando Ramón estava no hospital, já muito mal de saúde, Carlos Villagrán percebeu a situação e disse: “nos vemos lá em cima, no céu”. Ramón respondeu: “não se faça de louco, nos vemos lá embaixo, no inferno”.
Edgar Vivar e Valdés eram praticamente vizinhos e muitas vezes iam para as gravações juntos. Pouco antes de Ramón Valdés falecer, Edgar Vivar lhe fez uma visita no hospital e Valdés brincando lhe disse "Senhor Barriga, não poderei mais lhe pagar o aluguel" conta Edgar emocionado ao falar do amigo.
No enterro de Ramón, Angelines Fernández permaneceu cerca de duas horas ao lado do caixão, lamentando profundamente a morte do amigo. Durante todo o velório, permaneceu dizendo “mi rorro”, apelido carinhoso que atribuiu a Ramón. O ator encontra-se sepultado no Mausoleos del Ángel, na Cidade do México. Amigos e familiares afirmam que Angelines nunca mais foi a mesma depois desse dia. Descuidou demais de sua saúde e acabou falecendo quase 6 anos depois de Ramón devido a um câncer de pulmão.
Ramón Valdés é considerado por muitos um dos melhores humoristas da América Latina. Ainda hoje, seu personagem na série El Chavo del Ocho é cultuado. É de longe o personagem mais famoso do seriado, conquistando hoje em dia ainda mais carisma do que Chaves, o personagem principal do seriado, principalmente no Brasil. O próprio Chespirito já citou em diversas entrevistas que seu personagem preferido da série e melhor comediante, é "Don Ramón", afirmando que Valdés foi o único comediante, até hoje, que já conseguiu fazê-lo chorar de rir.
Fonte: Livro Seu Madruga Vida e Obra.
Animais tem mais sentimentos que seres humanos

Ao contrário do que circula na internet, em sites brasileiros, a foto não é de um urso Panda assustado com terremotos ocorridos no Japão e sim na China, região geográfica originária dessa espécie.
Pandas são animais extremamente sensíveis e normalmente assustam-se com situações de alto estresse como a série de terremotos ocorridos naquele ano. Na foto em questão, o animal, visivelmente assustado, abraça a perna de um policial enquanto ocorria uma operação de resgate.
Imagens fala mas que palavras
"Reparta o seu conhecimento. É uma forma de alcançar a imortalidade."
(Dalai Lama)
imagem de uma Escola Africana situada nas montanhas de Pueblo Benedic da Tribo Basari no Senegal
(Dalai Lama)
imagem de uma Escola Africana situada nas montanhas de Pueblo Benedic da Tribo Basari no Senegal

Foto do monumento chamado "Leão de Lucerna", ou "Leão Moribundo", Suíça.
Um dos monumentos mais belos do mundo, esculpido diretamente na rocha, o Leão de Lucerna (Löwendenkmal, em alemão) é uma homenagem aos soldados suíços que morreram em Tulherias, durante a Revolução Francesa, 1792.

Durante o século XVII, alguns mercenários suíços serviram a realeza francesa. Já em 1789, com o início do que ficou conhecido como Revolução Francesa, a família real precisou se mudar do Palácio de Versalhes para o Palácio de Tulherias, permanecendo lá até 1792, quando tentou sair do país.
Logo após a família real francesa abandonar o Palácio de Tulherias, os revolucionários invadiram o local, iniciando uma pequena batalha com a Guarda Suíça. Nessa batalha, mais de 700 suíços morreram e mais de 200 sucumbiram na prisão.
Naquele mesmo ano, Karl Pfyffer von Altishofen, Oficial da Guarda Suíça que não participou da batalha, teve a ideia de construir um monumento em memória a seus colegas. Contudo, o Leão de Lucerna só começou a ser esculpido em 1820 pelo escultor Bertel Thorvaldsen. Abaixo da escultura encontram-se os nomes dos soldados da Guarda que foram massacrados em 1792, sendo dedicado, também, à "Helvetiorum Fidei ac Virtuti" ("À lealdade e bravura dos suíços").
Tudo passa
“Tudo passa.
Chuva passa.
Tempestade passa.
Até furacão passa.
Difícil é saber o que sobra.”

_Millôr Fernandes_
Chuva passa.
Tempestade passa.
Até furacão passa.
Difícil é saber o que sobra.”

_Millôr Fernandes_
Gabrielle Andersen, quase desmaiando, mas fazendo questão de terminar a maratona, no estádio olímpico de Los Angeles, em 1984.
Gabrielle Andersen-Schiess foi uma corredora de maratona, nascida na Suíça. Nos Jogos Olímpicos de Verão de 1984, durante a maratona feminina, Gabrielle, completamente desidratada e desorientada pelo esforço no calor, além de estar com uma forte cãibra na perna esquerda, cambaleou nos últimos 200 metros da maratona levando 10 minutos para completá-los, até cair desacordada nos braços dos médicos na linha de chegada. Recusou assistência médica, resistiu aos apelos para desistir e arrastou os pés até à linha de chegada, depois de uma volta inteira no estádio olímpico, enquanto era aplaudida de pé.
Após a prova, ela disse aos jornalistas que queria terminar o percurso pois aquela talvez fosse sua última oportunidade olímpica, devido estar com trinta e nove anos. Ela chegou apenas na 37º colocação entre 44 corredoras, mas foi mais aplaudida que a medalhista de ouro Joan Benoit.
O fato é considerado, até hoje, um dos maiores exemplos de perseverança, garra e espírito olímpico.
O esforço olímpico de Gabrielle não ficou marcado apenas como uma das memórias da história dos Jogos Olímpicos. Serviu, também, para mudar as regras. Daí em diante passou a ser possível um atleta da maratona receber assistência médica sem ser desclassificado, desde que não seja transportado ou ajudado a deslocar-se.
A palavra coragem é interessante
"A palavra coragem é muito interessante. Ela vem da raiz latina cor, que significa "coração". Portanto, ser corajoso significa viver com o coração. E os fracos, somente os fracos, vivem com a cabeça; receosos, eles criam em torno deles uma segurança baseada na lógica. Com medo, fecham todas as janelas e portas – com teologia, conceitos, palavras, teorias – e do lado de dentro dessas portas e janelas, eles se escondem.
O caminho do coração é o caminho da coragem. É viver na insegurança, é viver no amor e confiar, é enfrentar o desconhecido. É deixar o passado para trás e deixar o futuro ser. Coragem é seguir trilhas perigosas. A vida é perigosa. E só os covardes podem evitar o perigo – mas aí já estão mortos. A pessoa que está viva, realmente viva, sempre enfrentará o desconhecido. O perigo está presente, mas ela assumirá o risco. O coração está sempre pronto para enfrentar riscos; o coração é um jogador. A cabeça é um homem de negócios. Ela sempre calcula – ela é astuta. O coração nunca calcula nada.
O Amor não deveria ser exigente,
senão, ele perde as asas e não pode voar;
torna-se enraizado na terra e fica muito mundano.
O amor não deveria ser condicional, nada se deveria esperar dele.
ele deveria estar presente, por estar presente, e não por alguma recompensa, e não por algum resultado.
Um amor não motivado não tem fronteiras:
É a fragância do coração"
(OSHO)
O caminho do coração é o caminho da coragem. É viver na insegurança, é viver no amor e confiar, é enfrentar o desconhecido. É deixar o passado para trás e deixar o futuro ser. Coragem é seguir trilhas perigosas. A vida é perigosa. E só os covardes podem evitar o perigo – mas aí já estão mortos. A pessoa que está viva, realmente viva, sempre enfrentará o desconhecido. O perigo está presente, mas ela assumirá o risco. O coração está sempre pronto para enfrentar riscos; o coração é um jogador. A cabeça é um homem de negócios. Ela sempre calcula – ela é astuta. O coração nunca calcula nada.
O Amor não deveria ser exigente,
senão, ele perde as asas e não pode voar;
torna-se enraizado na terra e fica muito mundano.
O amor não deveria ser condicional, nada se deveria esperar dele.
ele deveria estar presente, por estar presente, e não por alguma recompensa, e não por algum resultado.
Um amor não motivado não tem fronteiras:
É a fragância do coração"
(OSHO)
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