"Reparta o seu conhecimento. É uma forma de alcançar a imortalidade." (Dalai Lama) imagem de uma Escola Africana situada nas montanhas de Pueblo Benedic da Tribo Basari no Senegal
Um dos monumentos mais belos do mundo, esculpido diretamente na rocha, o Leão de Lucerna (Löwendenkmal, em alemão) é uma homenagem aos soldados suíços que morreram em Tulherias, durante a Revolução Francesa, 1792. Durante o século XVII, alguns mercenários suíços serviram a realeza francesa. Já em 1789, com o início do que ficou conhecido como Revolução Francesa, a família real precisou se mudar do Palácio de Versalhes para o Palácio de Tulherias, permanecendo lá até 1792, quando tentou sair do país.
Logo após a família real francesa abandonar o Palácio de Tulherias, os revolucionários invadiram o local, iniciando uma pequena batalha com a Guarda Suíça. Nessa batalha, mais de 700 suíços morreram e mais de 200 sucumbiram na prisão.
Naquele mesmo ano, Karl Pfyffer von Altishofen, Oficial da Guarda Suíça que não participou da batalha, teve a ideia de construir um monumento em memória a seus colegas. Contudo, o Leão de Lucerna só começou a ser esculpido em 1820 pelo escultor Bertel Thorvaldsen. Abaixo da escultura encontram-se os nomes dos soldados da Guarda que foram massacrados em 1792, sendo dedicado, também, à "Helvetiorum Fidei ac Virtuti" ("À lealdade e bravura dos suíços").
Gabrielle Andersen-Schiess foi uma corredora de maratona, nascida na Suíça. Nos Jogos Olímpicos de Verão de 1984, durante a maratona feminina, Gabrielle, completamente desidratada e desorientada pelo esforço no calor, além de estar com uma forte cãibra na perna esquerda, cambaleou nos últimos 200 metros da maratona levando 10 minutos para completá-los, até cair desacordada nos braços dos médicos na linha de chegada. Recusou assistência médica, resistiu aos apelos para desistir e arrastou os pés até à linha de chegada, depois de uma volta inteira no estádio olímpico, enquanto era aplaudida de pé.
Após a prova, ela disse aos jornalistas que queria terminar o percurso pois aquela talvez fosse sua última oportunidade olímpica, devido estar com trinta e nove anos. Ela chegou apenas na 37º colocação entre 44 corredoras, mas foi mais aplaudida que a medalhista de ouro Joan Benoit.
O fato é considerado, até hoje, um dos maiores exemplos de perseverança, garra e espírito olímpico.
O esforço olímpico de Gabrielle não ficou marcado apenas como uma das memórias da história dos Jogos Olímpicos. Serviu, também, para mudar as regras. Daí em diante passou a ser possível um atleta da maratona receber assistência médica sem ser desclassificado, desde que não seja transportado ou ajudado a deslocar-se.
"A palavra coragem é muito interessante. Ela vem da raiz latina cor, que significa "coração". Portanto, ser corajoso significa viver com o coração. E os fracos, somente os fracos, vivem com a cabeça; receosos, eles criam em torno deles uma segurança baseada na lógica. Com medo, fecham todas as janelas e portas – com teologia, conceitos, palavras, teorias – e do lado de dentro dessas portas e janelas, eles se escondem.
O caminho do coração é o caminho da coragem. É viver na insegurança, é viver no amor e confiar, é enfrentar o desconhecido. É deixar o passado para trás e deixar o futuro ser. Coragem é seguir trilhas perigosas. A vida é perigosa. E só os covardes podem evitar o perigo – mas aí já estão mortos. A pessoa que está viva, realmente viva, sempre enfrentará o desconhecido. O perigo está presente, mas ela assumirá o risco. O coração está sempre pronto para enfrentar riscos; o coração é um jogador. A cabeça é um homem de negócios. Ela sempre calcula – ela é astuta. O coração nunca calcula nada.
O Amor não deveria ser exigente, senão, ele perde as asas e não pode voar; torna-se enraizado na terra e fica muito mundano.
O amor não deveria ser condicional, nada se deveria esperar dele. ele deveria estar presente, por estar presente, e não por alguma recompensa, e não por algum resultado.
Um amor não motivado não tem fronteiras: É a fragância do coração"
"Tanto quanto nos sucede, onde estamos, a vida na Terra te solicita, onde passes, esse ou aquele toque de amor, a lembrar-te que o reino da felicidade começa de ti."
- — Amor , sabe porque sinto tanto ciúmes de você ? — Hm , porque mô ? — Porque eu sinto medo — Medo ? Medo de que mô ? — Medo de que você conheça uma outra pessoa bem melhor que eu , uma mulher com corpão , uma mulher mais madura , que não seja tão bobinha quanto eu — Para de falar besteira , não precisa ter medo — Mas eu tenho — Mas não precisa boba — Mas e se você conhecer uma pessoa melhor ? — Impossível , não existe .. pra mim , você é a melhor , é com você que eu quero passar o resto da minha vida .. — Mas e se ... — E se o que ? — E se um dia eu não estiver mais com você ? Vai sem lembrar de mim ? — Eu nem penso na hipótese de não estar com você , eu só penso em estar com você o tempo todo — E mesmo com o passar do tempo , vai dizer '' É ela '' ? — É ela , sempre foi , e sempre vai ser .. minha pequena — E se um dia você não me quiser mais ? E se terminar comigo ? E se o seu amor por mim acabar ? — Pode ter certeza que o meu amor por você não acaba , podem passar , 10 , 20 anos eu continuarei te amando — Mas amor , como tem tanta certeza ? A gente nunca sabe o dia de amanhã — E por não sabermos o dia de amanhã , a gente planta hoje , se a gente cuidar , com certeza amanhã , nosso amor será o mesmo de hoje , ainda mais forte .
O Governo do Rio de Janeiro anunciou a demolição do antigo Museu do Índio, um solo considerado sagrado para diversas etnias indígenas, para em seu lugar construir um estacionamento. Mas a Presidente Dilma ainda pode parar esse absurdo!
Defender os direitos dos indígenas é defender o direito de todos nós brasileiros, preservando a nossa cultura tão valorizada! Assine a petição criada pelo Movimento Meu Rio e pelo Gota D’Água, em apoio à Aldeia Maracanã: http://bit.ly/aldeiamaracana