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quinta-feira, 8 de novembro de 2012

Vampiro

Meu ser 
Nescessita de sangue
para sobreviver
Doei-me a vida
Hoje apenas existo
É mais gratificante ter tido-a
Do que nunca ter visto
Um por
Um nascer do sol

E hoje
A cada fresta de luz
Sofro como se
estivesse pressa á cruz

Um taça para meu ser basta
E o sacrifício
Este me desgasta
Hoje um monstro me tornei
Matei
Me alimentei
Sou minha própria desgraça.

Josiane Cristina