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quarta-feira, 27 de março de 2013

Canção do amor que chegou


Eu não sei, não sei dizer
Mas de repente essa alegria em mim
Alegria de viver
Que alegria de viver
E de ver tanta luz, tanto azul!
Quem jamais poderia supor
Que de um mundo que era tão triste e sem cor
Brotaria essa flor inocente
Chegaria esse amor de repente
E o que era somente um vazio sem fim
Se encheria de cores assim

Coração, põe-te a cantar
Canta o poema da primavera em flor
É o amor, o amor chegou
Chegou enfim.

in Poesia completa e prosa: "Cancioneiro".

Vinícius de Moraes

Ai de quem ama

Quanta tristeza
Há nesta vida
Só incerteza
Só despedida

Amar é triste
O que é que existe?
O amor

Ama, canta
Sofre tanta
Tanta saudade
Do seu carinho
Quanta saudade

Amar sozinho
Ai de quem ama
Vive dizendo
Adeus, adeus

Vinícius de Morais

Sombra de ipê rosa acolhe cavalos no Pantanal, em Mato Grosso, fotografados

Lifestraw é um filtro d'água

Lifestraw é um filtro d'água desenvolvido pela empresa suíça Vestergaard Frandsen para que uma pessoa possa filtrar água de modo que ela possa ser consumida com segurança. Um único tubo de Lifestraw pode filtrar até 1.000 litros de água, o suficiente para uma pessoa durante 1 ano. O filtro elimina 99,9999% de bactérias e parasitas transmitidos pela água.

Uma outra versão do Lifestraw é o "tamanho família" que filtra até 18.000 litros, suficiente para fornecer água potável para uma família de até 5 pessoas durante 3 anos. O Lifestraw foi desenvolvido para pessoas de países subdesenvolvidos ou em caso de crise humanitária. O Lifestraw foi distribuído no terremoto do Haiti em 2010, nas inundações do Paquistão em 2010 e nas enchentes da Tailândia em 2011.


Livro “Os Vários Sabores do Café”

“Os Vários Sabores do Café” é o terceiro romance de Anthony Capella – autor de ‘O alimento do amor’ e ‘O oficial dos casamentos’ – publicado pela Editora Record.

A trama, que se passa no séc. XIX, conta a história de Robert Wallis, um jovem poeta e boêmio de 22 anos, que é empregado por Samuel Pinker, importador e distribuidor do ‘ouro verde’, para aliar seu paladar à sua habilidade com as palavras, a fim de compor um ‘vocabulário do café’.
Wallis viaja até a África, em busca do lendário café moca, e lá conhece Fikre, a sedutora escrava de um poderoso comerciante da região, que faz o jovem criar uma nova perspectiva sobre o amor.

Poema

O APITO DO TREM



Quando o trem chegar...
Embarcarei,
sem medos tolos.
Vou enfrentar,
o tal destino,
de peito aberto.
Meu sorriso,
sempre orvalhado,
será franco.
Fundamental é...
deixar falar,
deixar chorar, deixar rolar.
O íngreme sonho...
já foi sonhado.
Pelo caminho da vida,
perdi e achei.
Deixei pedaços pelas curvas,
inalei fumaças,
arranquei suspiros,
dediquei-me em vão,
ganhei aplausos...
Hoje,
longe do que era outro dia,
desprezei a ânsia da pressa.
Quero viver a espera
em plena calmaria.
Sentei, em frente ao futuro,
com as mãos estendidas
e,
guardei meu passado numa caixa de jóias.
Tomei o calmante da certeza.
Aguardo, anestesiada...
o apito do trem.

JULENI ANDRADE

NA ESTAÇÃO


Com meus pedaços despedaçados,
entre o eu e o meu,
quero a força de vontade.
Mas,
escapa por entre meus preguiçosos delírios.
Sou a fera amansada pela distração,
sou a paciência do sorriso,
impaciência do desejo...
Enquanto penso, penso que faço.
De fato... faço, enquanto penso.
Vivendo do possível...
E, o quase impossível rondando.
Sou a que vive a espreitar o horizonte
com os olhos lacrimejando.
Tenho a forma da espera,
a esperar o ato.
Na estrada, cheia de obstáculos,
contorno meu tempo...
afagando-me com palavras otimistas.
Se sofro, quem não sofre?
Se peno, há de valer!
Destino ou acaso...
estarei na estação... o trem há de passar.

JULENI ANDRADE

Humor

terça-feira, 26 de março de 2013

Não sou nada

Não sou nada 
Sou apenas um poeta da madrugada 
Que escreve quase todos os dias.
E ainda fica escutando MPB, grandes 
Musicas de Chico Buarque , Caetano Veloso,
Tom Jobim e entre outros grandes músicos.
Como dizia Oscar Niemeyer , "A vida é um sobro".
E realmente ele tem razão pois, quando morremos 
nós não levamos nada.
Não sou nada , pois a cada dia que passa tem novos 
obstáculos, desafios e tenho que ficar atento.
Não sou um super herói, mas se fosse gostaria de 
salvar o mundo e ser lembrado como um homem 
Que tentou melhorar o mundo.
Mas não sou nada sou apenas um homem 
Que mostra sua paixão pela escrita e através
de seus poemas fala algumas coisas.
Na realidade  sou um nada para as pessoas 
que não me conhece ou que não gostam de mim.
Mas para os outros sou este Poeta da Madrugada, que 
vive escrevendo estes poemas e texto e enriquecendo 
mais a Literatura  Brasileira. 

Escrito por Alex Lopes Ozorio, este poeta da madrugada