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segunda-feira, 8 de abril de 2013

Um dia fui um poeta


Um dia cheguei a escrever
Vários poemas.
Mas o tempo passou e eu
Parei de escrever o que
Mais gostava só para saber
Como as pessoas eram de verdade.
Vi que eu não era um ser igual a eles,
Pois gostava de criar vários mundos.
Então acabei me apaixonando por uma
Mulher que gostava de cálculos e eu
Não conseguia entender como, pois gosto de letras.
Os dias foram passando e vi que ela não era mesmo
Para mim, pois eu gostava dela ,mas ela me odiava.
Isto me deixou desanimando.
Mas fazer o que ?
Voltei a navegar no mundo das palavras
E deixe elas me levar, mas não havia adiantado.
Então vi que elas precisava de alguém que as usa sem
Foi então que vi um papel e uma caneta e voltei a escrever.
Nisto depois vi que era este mundo a quem eu pertencia e
A quem as palavras precisava de um Poeta da Madrugada.


Escrito por Alex Lopes Ozorio,O Poeta da Madrugada 

Nazaré (vila e praia)


Não a outra, mas essa: a que do Sítio nos aponta o ocidente
E depois outras rotas para todos os quadrantes:
a praia de dentro
o jardim de fora e do fundo da nossa pequena
silhueta
- morte que se negou.

A solidão da praia do Norte
o assombro da luz
que alimenta a penumbra
Tudo o que por alegria calamos num passo estugado e
um pouco temeroso
Não importa, dizias tu, além é o mundo e ouve-nos
- pequeno veraneante de roupas coloridas que a alguém entregou
sua voz seu segredo
seu nítido momento.

E agora
não a outra mas tu
a que não entra nessa história sagrada em que Ester
colocou seu cântaro perto do muro caiado
e que em Azarias achou seu derradeiro refrigério
A mão a asa perfeitamente modelada
e depois seu abalar para sempre, seu
trespassado e imperfeito corpo até à claridade
- bóias barcos refluir de vagas as máquinas
fotográficas ao ritmo do que de longe a serra da Pederneira
conserva e permite.

Não a outra mas tu
a que outrora vi entre céus e uma sombra fugaz
Meu íntimo refúgio igual a mil a cem a um apenas.
As flores os fogareiros para o trabalho do peixe a jorna entregue
a quem na memória retém surpresa e saudade

ou simplesmente no cimo da falésia avistou
horizontes ruas incólumes a escuridão das dunas.


Nicolau Saião

Caetano Veloso - Sozinho





Sozinho
Caetano Veloso



Às vezes no silêncio da noite
Eu fico imaginando nós dois
Eu fico ali sonhando acordado
Juntando o antes, o agora e o depois

Por que você me deixa tão solto?
Por que você não cola em mim?
Tô me sentindo muito sozinho

Não sou nem quero ser o seu dono
É que um carinho às vezes cai bem
Eu tenho os meus desejos e planos secretos
Só abro pra você mais ninguém

Por que você me esquece e some?
E se eu me interessar por alguém?
E se ela, de repente, me ganha?

Quando a gente gosta
É claro que a gente cuida
Fala que me ama
Só que é da boca pra fora

Ou você me engana
Ou não está madura
Onde está você agora?

Quando a gente gosta
É claro que a gente cuida
Fala que me ama
Só que é da boca pra fora

Ou você me engana
Ou não está madura
Onde está você agora?

Águas de Março de Tom Jobim



Letra da Musica 

Águas de Março
Tom Jobim



É pau, é pedra, é o fim do caminho
É um resto de toco, é um pouco sozinho
É um caco de vidro, é a vida, é o sol
É a noite, é a morte, é o laço, é o anzol

É peroba do campo, é o nó da madeira
Caingá, candeia, é o Matita Pereira
É madeira de vento, tombo da ribanceira
É o mistério profundo, é o queira ou não queira

É o vento ventando, é o fim da ladeira

É a viga, é o vão, festa da cumueira
É a chuva chovendo, é conversa ribeira
Das águas de março, é o fim da canseira

É o pé, é o chão, é a marcha estradeira
Passarinho na mão, pedra de atiradeira
É uma ave no céu, é uma ave no chão
É um regato, é uma fonte, é um pedaço de pão

É o fundo do poço, é o fim do caminho
No rosto o desgosto, é um pouco sozinho
É um estrepe, é um prego, é uma ponta, é um ponto
É um pingo pingando, é uma conta, é um conto

É um peixe, é um gesto, é uma prata brilhando
É a luz da manhã, é o tijolo chegando
É a lenha, é o dia, é o fim da picada
É a garrafa de cana, o estilhaço na estrada

É o projeto da casa, é o corpo na cama
É o carro enguiçado, é a lama, é a lama
É um passo, é uma ponte, é um sapo, é uma rã
É um resto de mato, na luz da manhã

São as águas de março fechando o verão
É a promessa de vida no teu coração

É uma cobra, é um pau, é João, é José
É um espinho na mão, é um corte no pé

São as águas de março fechando o verão,
É a promessa de vida no teu coração

É pau, é pedra, é o fim do caminho
É um resto de toco, é um pouco sozinho
É um passo, é uma ponte, é um sapo, é uma rã
É um belo horizonte, é uma febre terçã

São as águas de março fechando o verão
É a promessa de vida no teu coração
Pau, pedra, fim, caminho
Resto, toco, pouco, sozinho
Caco, vidro, vida, sol, noite, morte, laço, anzol

São as águas de março fechando o verão
É a promessa de vida no teu coração.

Entre 40 Países o Brasil está em penúltimo em Educação


Olha eu ainda tenho fé e sei que podemos melhorar ...

Brasil e a Copa do Mundo


Vamos investir em Educação, Saúde e Segurança, pois uma nação só ira crescer quando nosso povo estiver muito bem socialmente.....

Acorda Brasil

O que acontece no corpo de quem caminha

A virgula faz a diferença

Muito bonita está história

“A moça da foto se chama Katie Kirkpatrick, de 21 anos. Que se casou com seu noivo Nick, de 23. A foto foi tirada pouco antes da cerimônia de casamento dos dois, realizada em 11 de janeiro de 2005 nos Estados Unidos. Katie tem câncer em estado terminal e passava horas por dia recebendo medicação.
Apesar de sentir muita dor, de vários órgãos estarem apresentando falência e ter que recorrer à morfina, Katie levou adiante o casamento e fez questão de cuidar do máximo de detalhes. O vestido teve que ser ajustado várias vezes, pois Katie perdia peso todos os dias devido ao câncer.
Um acessório inusitado na festa foi o tubo de oxigênio usado por Katie. Ele acompanhou a noiva em toda a cerimônia e na festa também.
Katie morreu 5 dias após o casamento. Esta história corre pela internet como sendo real. Não duvido da veracidade, pois as fotos do casamento venceram um concurso americano de jornalismo. De qualquer forma, ver uma menina tão debilitada vestida de noiva e com um sorrisão nos lábios faz a gente pensar se a vida é mesmo tão complicada. Por isso eu repito:

A vida não se conta pelas vezes que respiramos… Mas pelos momentos em que nos faltam o ar!!!”.

HOJE NA HISTÓRIA ...



No dia 8 de abril de 566 a.C., nascia Siddartha Gautama, o Buda, religioso e filósofo indiano.

Siddartha nasceu em Lumbini, atual Nepal, filho de um grande rei. Sua vida é conhecida através de textos budistas. Segundo estes textos, Siddartha levou uma vida relativamente mundana até os 29 anos.

Nesta idade, entrou em contato com o sofrimento humano e passou a ter uma vida mendicante e longe dos prazeres mundanos. Segundo a tradição budista, ele atingiu a iluminação aos 35 anos, e passou a ser conhecido como Buda, que significa "o desperto, o iluminado, aquele que sabe".

A partir de então, Buda peregrinou para várias regiões, ensinando como alcançar o Nirvana, estado mental e espiritual de libertação e felicidade.

Morreu aos 80 anos, seu corpo foi cremado e suas cinzas foram entregues como relíquias e divididas entre vários governantes.
... HOJE NA HISTÓRIA ...

No dia 8 de abril de 566 a.C., nascia Siddartha Gautama, o Buda, religioso e filósofo indiano.

Siddartha nasceu em Lumbini, atual Nepal, filho de um grande rei. Sua vida é conhecida através de textos budistas. Segundo estes textos, Siddartha levou uma vida relativamente mundana até os 29 anos. 

Nesta idade, entrou em contato com o sofrimento humano e passou a ter uma vida mendicante e longe dos prazeres mundanos. Segundo a tradição budista, ele atingiu a iluminação aos 35 anos, e passou a ser conhecido como Buda, que significa "o desperto, o iluminado, aquele que sabe".

A partir de então, Buda peregrinou para várias regiões, ensinando como alcançar o Nirvana, estado mental e espiritual de libertação e felicidade. 

Morreu aos 80 anos, seu corpo foi cremado e suas cinzas foram entregues como relíquias e divididas entre vários governantes.