Pesquisar sobre postagens antigas do Blog

Siga o Blog, nas redes sociais

sexta-feira, 22 de março de 2013

Uma pequena lição do Pequeno Príncipe

O protesto na Praça da Paz Celestial, por um ângulo pouco conhecido.


O Rebelde Desconhecido, também conhecido como O Homem dos Tanques, é como ficou conhecido o misterioso homem que ganhou fama em todo o mundo como figura heroica após serfilmado e fotografado durante os protestos na Praça da Paz Celestial em Pequim, em 5 de junho de 1989. Várias fotografias foram tiradas do homem, que ficou em pé em frente a uma coluna de tanques chineses Type 59, forçando-os a parar.

Essa versão foi fotografada por Stuart Franklin da Magnum Photos, do quinto andar do Beijing Hotel. Ele tinha um ângulo de visão mais aberto, mostrando mais tanques à distância. Ele traficou o filme fotográfico para fora da China numa caixa de chá com um estudante francês.

As fotos e a filmagem do homem se posicionando em pé, parado e sozinho em frente à coluna de tanques alcançou repercussão internacional quase instantaneamente. Foi capa dos principais jornais e revistas e a principal matéria de incontáveis jornais ao redor do mundo. Em abril de 1998, a revista Time incluiu "O Rebelde Desconhecido" na lista das 100 pessoas mais influentes do século.

Após seu gesto de não-violência, o homem escalou o topo do tanque da frente e conversou com o piloto. A filmagem mostra duas pessoas vestidas de azul levando o homem embora e sumindo na multidão; os tanques então prosseguiram seu caminho. Testemunhas acreditam que o homem foi levado pela polícia secreta e foi um dos muitos executados daquele dia, uma vez que o governo chinês nunca foi capaz de identificá-lo após as fotos tornarem-se públicas.


Texto de Diego Vieira
Administração Imagens Históricas

quinta-feira, 21 de março de 2013

Eleito um dos melhores livros de 2012, "Em defesa de Jacob" continua fazendo sucesso e vai virar filme!


Um dos romances mais aclamados de 2012, com resenhas elogiosas da crítica estrangeira que o qualificaram entre os melhores livros do ano e um clássico instantâneo, o thriller jurídico Em defesa de Jacob acaba de conquistar novos e impressionantes números: lançado há apenas três semanas em paperback nos Estados Unidos, o formato já está na segunda edição, com mais de 500 mil exemplares vendidos, alcançando o topo das principais listas de mais vendidos no país.

Comparado ao clássico Acima de qualquer suspeita, de Scott Turow, por sua qualidade literária e final surpreendente, Em defesa de Jacob consagrou seu autor, William Landay, como um dos mestres do gênero. Somando todas as vendas (hardcover, paperback e e-book), o romance já vendeu mais de 1.257.000 cópias. Os direitos para o cinema foram adquiridos pela Warner, que deve iniciar a adaptação para as telonas ainda este ano.

Uma ideia bem simples para organizar suas linhas de costuras...

Aprendizado vai além das aulas de português, garante professor

Muito além das aulas de português, o hábito de leitura é crucial para o aprendizado e desenvolvimento criativo dos alunos. Conheça o projeto criado por um professor de Roraima e entenda a importância das bibliotecas escolares:

Ao assumir uma turma do quarto ano do ensino fundamental, o professor Arthur Cândido de Magalhães percebeu que os alunos apresentavam dificuldades para ler e produzir textos. A constatação de que a escola não tinha propostas de leitura nem biblioteca o levou a desenvolver o projeto Leitura e Produção de Textos na Escola – Entre Nessa Você Também! O trabalho acabou premiado na sexta edição do Prêmio Professores do Brasil.
“Considero a leitura como atividade fundamental para a formação dos alunos”, ressalta o professor, que leciona na Escola Municipal Vovô Dandãe, de Boa Vista, Roraima. Segundo ele, a prática da leitura melhora o vocabulário e a capacidade de escrever um bom texto, aguça a criatividade e facilita a compreensão do que é lido. “A aprendizagem da leitura favorece todas as áreas do conhecimento”, destaca.

Para Arthur, que é pedagogo com especialização em educação especial e inclusiva e professor de todas as disciplinas do currículo do primeiro ao quinto ano do ensino fundamental, é um equívoco achar que só se aprende a ler nas aulas de língua portuguesa. “Todas as disciplinas, nas séries iniciais, devem colaborar para que o indivíduo desenvolva a capacidade de ler e entender o que está lendo”, afirma.



Arthur defende a formação do aluno, pela escola, de forma que este perceba e conheça a diversidade textual existente no mundo que o cerca. “A partir daí, é necessário aliar o trabalho de leitura e produção”, salienta. “Um necessita do outro no processo de aprendizagem e não há como separá-los.”



Os estudantes, de acordo com o professor, aprendem a escrever, escrevendo, mas precisam de suporte de leitura que os oriente a respeito da funcionalidade e da estrutura que compõem o gênero textual. “Ler e entender bem um texto facilitará ao aluno também produzir de forma adequada.”



Biblioteca — O projeto, iniciado em 2011, em turma do quarto ano, teve continuidade em 2012, com a mesma turma, então no quinto. Entre as atividades desenvolvidas, Arthur destaca duas visitas à biblioteca pública. Na primeira, os estudantes tiveram a oportunidade de conhecer o local; na segunda, fizeram doação de livros que produziram nas aulas. Um de contos, um de poesias e outro de frases sobre leitura (coletânea).



Na visão do professor, no entanto, o aspecto mais importante observado no desenvolvimento do projeto foi a melhora na aprendizagem. “Os alunos passaram a ler mais e a ter uma postura de leitores”, salienta. Também ampliaram a capacidade de concentração no momento da leitura e de atenção ao ouvir uma história. Conseguiram ainda produzir textos melhores. O mais interessante, de acordo com Arthur, é que os estudantes começaram a perceber as diferenças entre os diversos gêneros de texto, bem como a finalidade.



Para sanar a falta de livros, o professor obteve o empréstimo de 30 obras em outra instituição de ensino da rede estadual na qual também trabalha. A cessão foi feita pelo período de um ano, em 2011. A estratégia foi repetida em 2012, quando ele devolveu as obras e pegou outras 30.



Há 10 anos no magistério, Arthur faz curso de graduação em história pelo programa de Segunda Licenciatura do Plano Nacional de Formação de Professores da Educação Básica (Parfor), oferecido pelo Ministério da Educação.


Fátima Schenini

Fim do mundo NADA.

A gente quer o fim das dívidas.
Das dúvidas.
Da falta de atitude.
Dos relacionamentos que nos fazem mal.
Dos amigos falsos.
De gente sem noção.
A gente quer SÓ o fim do que não nos acrescenta."

(Fernanda Mello)

A VIDA

O MAIOR DOM QUE TEMOS,É A VIDA,PASSAMOS MUITAS VEZES POR ELA,E QUASE QUE AUTOMATICAMENTE NEM NOTAMOS QUE É MAIS UM DIA,É MAIS UMA OPORTUNIDADE,MAIS UMA CHANCE!!
TENTAMOS A TODO CUSTO,RECOLHER O QUE DEIXAMOS CAIR PELO CAMINHO,RESOLVER O QUE FICOU PENDENTE EM TEMPO RECORD,FALAR O QUE não FALAMOS ANTES,CUMPRIR COMPROMISSOS,ACERTAR HORÁRIOS,SEGUIR A AGENDA,OU NOSSAS PROGRAMAÇÕES DIÁRIAS....
AS VEZES LEMBRAMOS,DE DAR UM BEIJO RÁPIDO NOS FILHOS,UMA OI DE SEGUNDOS AOS PAIS,UM OLÁ AS PRESSAS E AFOITO AO AMIGO....ENFIM... CORRERMOS,CORREMOS E CORREMOS CONSTANTEMENTE...NO FINAL A PERGUNTA É...ONDE CHEGAMOS??QUE OBJETIVOS ALCANÇAMOS??QUEM REALMENTE ERA IMPORTANTE,QUE ENCONTRÁSSEMOS NESSA CORRERIA..E QUAIS COMPROMISSOS FORAM DE SUMA IMPORTÂNCIA,PARA SEREM CUMPRIDOS!!??
HOJE VAMOS REAVALIAR QUAIS SÃO AS COISAS MAIS IMPORTANTES DE NOSSAS VIDAS..QUANTO TEMPO ESTAMOS GASTANDO COM OS COMPROMISSOS,QUE TALVEZ SEJAM IMPORTANTES HOJE,AGORA...MAS Ñ SÃO IMPORTANTES,PARA TODA VIDA!!...
COMO NOSSA FAMÍLIA NOSSOS AMIGOS DE VERDADE,NOSSOS FILHOS,NOSSOS PAIS...NOSSO AR QUE RESPIRAMOS,E NOSSA SAÚDE..QUE TANTAS VEZES NEM NOTAMOS QUE Á TEMOS??!
O DESENHO QUE SEU FILHO,QUER FELIZ LHE MOSTRAR CONVERSA Á TOA QUE SEUS PAIS AS VEZES QUEREM TER COM VOCÊ...O ABRAÇO APERTADO QUE NÃO DAMOS, E TAMBÉM NÃO RECEBEMOS DOS AMIGOS,POR UMA OPORTUNIDADE QUE NÓS MESMOS NÃO DEMOS!!
A ORAÇÃO,A CONVERSA,A MEDITAÇÃO,O PENSAMENTO,REFLEXÃO O RITUAL OU SEJA COMO FOR QUE SE COMUNICA COM DEUS....E QUE A MUITO TEMPO,NÃO O PROCURA..
PENSEM NISSO, Por Que Quando ACHAREM QUE UM MINUTO, NÃO É NADA...LEMBREM-SE..NUM MINUTO VOCÊ DIZ "EU TE AMO"..NUM MINUTO, VOCÊ DÁ UM BEIJO APERTADO NO SEU FILHO...NUM MINUTO, VOCÊ DIZ "OI"AO SEU AMIGO DE TODAS AS HORAS...
NUM MINUTO DAMOS UM NÃO COMO RESPOSTA....QUANDO AS VEZES PODERÍAMOS TER DADO UM SIM E SER MAIS FELIZ!!!
OU TER DADO UM SIM...PRECIPITADO QUE TE LEVOU A UMA DERROTA!!

Ideia reciclável

Ideia

Em defesa do planeta

Aquecimento global, degelo das calotas polares, reciclagem, calor e frio em excesso, água em falta. Nunca os temas ambientais ocuparam tanto espaço na mídia e nas discussões em todos os lugares - das universidades às ONGs, dos ambientes de trabalho às escolas. A palavra de ordem é diminuir os impactos negativos do ser humano sobre o mundo. Como? Mudando atitudes pessoais e coletivas para salvar o mundo da ameaça (cada vez mais real) de colapso.

A boa notícia é que já há muitos professores desenvolvendo essa mentalidade. Trabalhando com consistência e continuidade e usando conceitos de Educação Ambiental, eles estão ajudando suas turmas a formar uma cultura de defesa do planeta, envolvendo as comunidades nesse processo de reflexão, atraindo colegas de outras áreas em tarefas multidisciplinares e, assim, construindo novos jeitos de se relacionar com a realidade à sua volta.

Nesta reportagem, você vai conhecer cinco experiências (feitas nos estados de São Paulo, Bahia, Pará e Santa Catarina) que podem inspirar a realização de atividades para ajudar a melhorar a relação com a natureza. Todas elas têm em comum o fato de trilharem caminhos na direção do que a educadora ambiental Isabel Cristina de Moura Carvalho, da Universidade Luterana do Brasil, em Canoas, no Rio Grande do Sul, chama de formação do "sujeito ecológico" - nome usado para definir o que seria o modelo ideal de um ser humano "que tem e dissemina valores éticos, atitudes e comportamentos ecologicamente orientados".

O primeiro passo para trabalhar bem a Educação Ambiental é criar, na escola, um ambiente capaz de envolver os professores de todas as disciplinas (e não só os de Ciências e Geografia, que normalmente "tomam posse" do tema) e também a comunidade. "Não dá para tratar só das questões de natureza. Qualquer trabalho deve incluir a relação com a cidade e seus moradores", diz Isabel Carvalho.

Na EM Malê Debalê, em Salvador, essa ligação surgiu porque a escola fica ao lado da lagoa do Abaeté. A equipe articulou diversos conteúdos e criou uma cultura de trabalhar a questão ambiental todos os dias, com as classes de Educação Infantil e nas séries iniciais do Ensino Fundamental. As crianças se acostumaram a realizar tarefas de iniciação científica (como observação para entender fenômenos da natureza, em estudos do meio) e passaram a entender como se dão as interferências do ser humano na paisagem.

Já a professora Elielza Silva Prata, da EM Maria Flora Guimarães, em Benevides, no interior do Pará, deu mais ênfase à interação com a comunidade ao iniciar um longo projeto de Educação Ambiental. Para conscientizar os moradores sobre a importância de preservar a água (numa região ribeirinha), ela convidou pesquisadores e especialistas e abriu a sala de aula para a participação de todos num debate amplo sobre a realidade local.

"A experiência é muito rica porque se baseia nas necessidades cotidianas da população e as insere na ação pedagógica", afirma a bióloga Maria de Jesus da Conceição Ferreira Fonseca, coordenadora do Núcleo de Estudos em Educação Científica, Ambiental e Práticas Sociais da Universidade do Estado do Pará.