Pesquisar sobre postagens antigas do Blog

Siga o Blog, nas redes sociais

quarta-feira, 13 de março de 2013

História de um valente



Valentes, conheci muitos,
E valentões, muitos mais.
Uns só Valente no nome
uns outros só de cartaz,
uns valentes pela fome,
outros por comer demais,
sem falar dos que são homem
só com capangas atrás.

Conheci na minha terra
um sujeito valentão
que topava qualquer briga
fosse de foice ou facão
e alugava a valentia
pros coronéis do sertão.
Valente sem serventia
foi esse Zé Valentão.

Conheci outro valente
que a ninguém se alugou.
Com tanta fome e miséria,
um dia se revoltou.
Pegou do rifle e, danado,
meia dezena matou
sem perguntar pelo nome
da mãe, do pai, do avô.

E assim, matando gente,
a vida inteira passou.
Valentão inconsequente,
foi esse Zé da Fulô!

Mas existe nesta terra
muito homem de valor
que é bravo sem matar gente
mas não teme matador,
que gosta de sua gente
e que luta a seu favor,
como Gregório Bezerra,
feito de ferro e de flor.

Gregório, que hoje em dia
é um sexagenário,
foi preso pelo Governo
dito "revolucionário",
espancado e torturado,
mais que Cristo no Calvário,
só porque dedica a vida
ao movimento operário
e à luta dos camponeses
contra o latifundiário.

Filho de pais camponeses,
seu rumo estava traçado:
bem pequeno já sofria
nos serviços do roçado.
Com doze anos de idade
foi pra capital do estado,
mas no Recife só pôde
ser moleque de recado.
Voltou pra roça e o jeito
foi ser assalariado.
Até que entrou pro Exército
e decidiu ser soldado.

Sentando praça, Gregório
foi um soldado exemplar.
Tratou de aprender a ler
e as armas manejar.
Em breve tornou-se cabo
mas não parou de estudar.
Chegou até a sargento
na carreira militar.
Sua vida melhorou
mas não parou de pensar
na sorte de sua gente
entregue a duro penar.
Um dia aquela miséria
havia de se acabar.

Foi pensando e conversando,
trocando pontos de vista,
que Gregório terminou
por se tornar comunista
e no Partido aprendeu
toda a doutrina marxista.
Convenceu-se de que o homem,
no mundo capitalista
é o próprio lobo do homem,
torna-se mau e egoísta.

Da luta de 35,
Gregório participou.
Derrotado o movimento,
muito caro ele pagou.
O Tribunal Militar
do Exército o expulsou,
e o meteu na cadeia
onde Gregório ficou
até em 45
quando a anistia chegou.

Mas todo esse sofrimento
valeu-lhe muito respeito.
Candidato a deputado
foi gloriosamente eleito
pra Câmara Federal
sendo o segundo do pleito.
Seu trabalho no Congresso
só lhe aumentou o conceito.

Mas eleito deputado,
um problema ia surgir:
Gregório não tinha roupas
para o mandato assumir.
Foi preciso a gente humilde
que o elegeu se unir
e fazer uma "vaquinha"
pras roupas adquirir.
Assim, vestido elegante,
Gregório pôde partir.

A força dos comunistas
assustou a reação.
Viram o apoio que o povo
dera a eles na eleição.
Armaram rapidamente
uma bruta traição.
Contra o PCB votou-se
a total proibição
e contra os seus deputados
engendrou-se a cassação.
Fizeram o que fez agora
a falsa "revolução".

Gregório pronunciou
a oração derradeira
apresentando o projeto
em favor da mãe solteira.
Projeto feito com amor
à mãe pobre brasileira,
a essa mulher do povo
que só conhece canseira.
Projeto que mostra a alma,
alma pura e verdadeira,
desse homem contra quem
já se inventou tanta asneira.

Usurpado no mandato
que o povo lhe confiara,
a reação novo bote
contra ele já armara:
um quartel que pegou fogo
em Pernambuco, inventaram
que Gregório o incendiara,
e o meteram na cadeia
sem que a culpa se provara.
Mas ao final do processo
a verdade brilhou clara.

Assim, posto em liberdade,
Gregório não descansou.
Em Pernambuco e Goiás,
dia e noite trabalhou,
organizou camponeses,
a muita gente ensinou.
No Paraná e em São Paulo
sua ajuda dedicou.
Um dia com um revólver
por azar se acidentou.

Veio a Polícia e, ferido,
para a cadeia o levou.
Solto de novo, Gregório
para Pernambuco voltou.
E é em Pernambuco mesmo
que o vamos encontrar
em abril de 64
quando o golpe militar
se abateu sobre o País
derrubando João Goulart,
prendendo os que encarnavam
a vontade popular,
os que com o povo lutavam
para a Nação libertar.

Gregório então foi detido
no interior do estado.
Mas só se entregou depois
de ter identificado
o capitão que o prendia.
Tivera esse cuidado
pois sabia que um bando
de facínoras mandado
pelo usineiro Zé Lopes
buscava-o naqueles lados.
Pouco adiante, no entanto,
no cruzmento da estrada,
surge um destacamento.
Era uma tropa embalada
do Vigésimo RI
e à sua frente postada
a figura de Zé Lopes
com toda sua capangada.

Foram chegando e dizendo
que o preso lhes entregassem
para que naquele instante
com sua vida acabassem.
O capitão, no entanto,
pediu-lhe que se acalmassem,
pois as ordens do Recife
não era pra que o matassem.
Queriam ouvir Gregório
e depois o fuzilassem.

Zé Lopes e seus capangas
não queriam obedecer.
Gritavam que comunista
não tem direito a viver.
Mas o capitão foi firme,
não se deixou abater.
A coisa então foi deixada
pro comando resolver.
Rumaram pra Ribeirão
onde o comando foi ter.

Zé Lopes, chegando lá,
insistiu com o comandante,
que lhe entregasse Gregório
pra "julgar" a seu talante.
Não conseguiu e Gregório
foi, de maneira ultrajante,
amarrado como um bicho,
jogado num basculante
que o levou pro Recife
às ordens do comandante.

Levado então à presença
do General Alves Bastos,
Gregório, os pulsos sangrando,
nem assim se pôs de rastos.
Quando este lhe perguntou
onde as armas escondera,
respondeu: "se armas tivesse,
não era desta maneira
que eu estaria agora,
mas com as armas na mão,
junto com o povo lá fora".

Pro Forte das Cinco Pontas
foi conduzido, então,
e de lá para o quartel
de Motomecanização,
onde começa a mais negra
cena da "revolução"
que tanta vergonha e crime
derramou sobre a Nação.
Darci Villocq Viana,
eis o nome do vilão.

Esse coronel do Exército
mal viu Gregório chegar
partiu pra cima dele
e o começou a espancar.
Bateu com um cano de ferro
na cabeça até sangrar.
Chamou outros subalternos
para o preso massacrar.
Gritando: "Bate na fera!
Bate, bate, até matar!"
Dava pulos e babava
como se fosse endoidar.

Despois despiram Gregório
e já dentro do xadrez
com a mesma fúria voltaram
a espancá-lo outra vez.
Com 70 anos de idade
e outros tantos de altivez,
nenhum gesto de clemência
ao seu algoz ele fez.
O sangue agora o cobria
da cabeça até os pés.

No chão derramaram ácido
e fizeram ele pisar.
A planta dos pés queimava,
mal podia suportar.
Vestiram-lhe um calção
para depois o amarrar
com três cordas no pescoço
e para a rua o levar
preso à traseira de um jipe
e para ao povo mostrar
o "bandido comunista"
que se devia linchar.
Estava certo Villocq
que o povo o ia apoiar
para em plena praça pública
o comunista enforcar...

Mas para seu desespero
o povo não o apoiou.
Aos seus apelos de "enforca!"
nenhuma voz se juntou.
Um silêncio insuportável
sua histeria cercou.
Via era ódio nos olhos
e se ninguém protestou
é que os soldados em volta
ao povo impunham terror.
Muitas mulheres choravam.
Uma freira desmaiou
no Largo da Casa Forte
onde o cortejo parou.

"Meus pés eram duas chagas
- Gregório mesmo contou -
e no meu pescoço a corda
ainda mais apertou.
O sangue que me banhava
minha vista sombreou.
Senti que a força faltava
mas minha boca falou:
"Meu povo inda será livre!"
E muita gente chorou
no Largo da Casa Forte
onde o cortejo parou.

A freira que desmaiara
o arcebispo procurou
e este ao Genral Justino
nervosamente apelou
para impedir o homicídio
que quase se perpetrou.
A solidariedade humana
como uma flor despontou
no Largo da Casa Forte
onde o cortejo parou.

Quase morto mas de pé,
Gregório foi encarcerado.
Por dias e noites a fio
ele foi interrogado.
Já faz três anos que ele
continua aprisionado
sem ordem legal pra isso
e sem ter sido julgado.
E até um habeas-corpus
pedido lhe foi negado.

Mas nada disso arrefece
o valor desse homem bravo
que luta pra que seu povo
deixe enfim de ser escravo
e a cada nova tortura,
a cada cruel agravo,
mais força tem pra lutar
esse homem sincero e bravo.

E donde vem essa força
que anula a crueldade?
Vem da certeza que tem
numa histórica verdade:
o homem vem caminhando
para a plena liberdade;
tem que se livrar da fome
para atingir a igualdade;
o comunismo é o futuro
risonha da humanidade.

Gregório Bezerra é exemplo
para todo comunista.
É generoso e valente,
não teme a fúria fascista.
À barbárie do inimigo
opõe o amor humanista.

Gregório está na cadeia.
Não basta apenas louvá-lo.
O que a ditadura espera
é a hora de eliminá-lo.
Juntemos nossos esforços
para poder libertá-lo,
que o povo precisa dele
pra em sua luta ajudá-lo.

Ferreira Gullar

Amigo

"Meu amigo é um porto
onde passo as tempestades.
Um oásis verde em meio
aos meus desertos.
Meu amigo é um vale
repleto de flores onde busco
a cor e o aroma da vida.
Meu amigo é às vezes
um silêncio insondável
que devo aprender a respeitar.
Meu amigo é um cume
de onde posso olhar sem cair.
Meu amigo é o poço almofadado
onde caio sem me ferir."


Tato Ortega

terça-feira, 12 de março de 2013

Os 10 melhores personagens da literatura brasileira



Olá, com o auxílio de leitores do blog que expressaram suas opiniões na enquete, se elaborou esta lista com os melhores personagens da literatura brasileira. Concorda? Discorda? pode mandar ver nos comentários.


1 - Bras Cubas, de Memórias Póstumas de Bras Cubas - Machado de Assis:
Só podia dar ele, que mesmo depois de morto, usou sarcasmos, e digamos até pitadas de humor negro para narrar sua história diretamente do além.


2 - Capitu, de Dom casmurro - Machado de Assis:
Emblemática. A linda mulher, cuja discussão segue até hoje traiu ou não o marido. É o que digo, se fizer, faça bem feito.


3 - Capitão Rodrigo, de O tempo e o Vento - Érico Veríssimo:
Valente, o personagem faz parte de um livro ambientado na revolução farroupilha, o que faz muita gente acreditar que ele tenha realmente existido.


4 - Emília, de O sítio do Pica-pau Amarelo - Monteiro Lobato:
A espevitada boneca de pano é o melhor personagem da literatura juvenil brasileira, ambientada no mágico universo de Lobato.


5 - O menino maluquinho, de Ziraldo:
As travessuras do menino o transformaram num dos melhores personagens, em grande parte pela identificação de cada um de nós com os tempos de molecagem.


6 - Mandrake, de Rubem Fonseca:
O advogado Paulo Mendes vive tanto no submundo quanto próximo a gente rica. Especializado em chantagens e extorsões, sua figura se assemelha a um detetive, e viu sua popularidade aumentar com a série exibida na HBO;


7 - João Romão, de O cortiço - Aluiso de Azevedo:
Avarento e ganancioso o personagem ergue seu próprio império no cortiço, onde o zooformismo ataca cada um de seus habitantes;


8 - O analista de Bagé, de Luis Fernando Veríssimo:
Freudiano, gaúcho e psicanalista, o personagem é de longe o mais bem humorado da literatura nacional;


9 - Ed Mort, de Luis Fernando Veríssimo:
O detetive trapalhão é uma paródia escrachada a literatura policial estrangeira, e uma promessa de risos, aventura e todo tipo de encrenca;


10 - Iracema, de José de Alencar:
A índia Tabajara é recheada de poesia num nítido romance histórico-indianista;

10 livros da nova geração de poetas brasileiros

Aproveitando para dar uma revitalizada na seção Listas Literárias Convida Escritores, e falar de um assunto muito popular no blog que são as poesias, convidei o escritor Edweine Loureiro para nos indicar 10 livros da nova geração de poetas brasileiros. Edweine que atualmente mora no Japão, é autor dos livros: Sonhador Sim Senhor! (Ed. Litteris, 2000), Clandestinos [e outras crônicas] (Clube de Autores, 2011) e Em Curto Espaço (Ed. Multifoco, Selo 3x4, 2012). É membro-correspondente da Academia Cabista de Letras, Artes e Ciências (RJ) e da Academia de Letras de Nordestina (BA). É também colunista das Revistas Literárias: Samizdat e Benfazeja.


1.Águas de Clausura, de Edelson Nagues – Grupo Editorial Scortecci (2012) [+]
2.Aladas ondas ao nada, de Vieira Vivo – Ed. Costelas Felinas (2012)
3.Aos Distraídos, de Cris Dakinis – Editora CBJE (2010)
4.Asfalto, de Sérgio Bernardo – Selo OffFlip Editora (2010)
5.Palavra, de Cláudia Brino – Ed. Costelas Felinas (2012)
6.Poemas minimalistas, de Simone Pedersen – Editora RHJ (2012)
7.Poesiarte, de Rodrigo Poeta – Editora Literarte (2012)
8.Sem Poesia, Nem Pensar, de Lenir Moura – Editora Literarte (2012)
9.Só Concursados, de Geraldo Trombin – EME Editora (2011)
10.Ventos de Chuva, de Rosana Banharoli – Grupo Editorial Scortecci (2011)

10 Grandes poetas brasileiros para comemorarmos o Dia Nacional da Poesia



1 - Castro Alves: Um dos mais renomados poetas brasileiros, destacou-se em seus versos em defesa da liberdade dos escravos. Nascido em 14 de março de 1847, é justamente o motivo por qual nesta data comemoramos o Dia Nacional da Poesia.

2 - Mário Quintana: Este é um poeta imortal, renegado pelos imortais, já que por três vezes não conseguiu se eleger para uma das cadeiras da ABL. Uma injustiça, sem tamanho, já que até hoje os versos de Mário são recitados por aí.

3 - Cecília Meireles: Poetisa, pintora, professora e jornalista brasileira. É considerada umas das vozes líricas mais importantes das literaturas de língua portuguesa;
4 - Mário de Andrade: Poeta, romancista, musicólogo, historiador e crítico de arte e fotógrafo brasileiro. Um dos fundadores do modernismo brasileiro, ele praticamente criou a poesia moderna brasileira com a publicação de seu livro Paulicéia Desvairada em 1922.

5 - Olavo Bilac: Foi um jornalista e poeta brasileiro, membro fundador da Academia Brasileira de Letras. Criou a cadeira 15, cujo patrono é Gonçalves Dias. Conhecido por sua atenção a literatura infantil e, principalmente, pela participação cívica, era republicano e nacionalista; também era defensor do serviço militar obrigatório.

6 - Ferreira Gullar: É um poeta, crítico de arte, biógrafo, tradutor, memorialista e ensaísta brasileiro e um dos fundadores do neoconcretismo;

7 - Cora Coralina: Foi uma poetisa e contista brasileira. Cora Coralina, uma das principais escritoras brasileiras, publicou seu primeiro livro aos 76 anos de idade. Mulher simples, doceira de profissão, tendo vivido longe dos grandes centros urbanos, alheia a modismos literários, produziu uma obra poética rica em motivos do cotidiano do interior brasileiro, em particular dos becos e ruas históricas de Goiás. [Livros]

8 - Carlos Drummond de Andrade: Nasceu em Minas Gerais, em uma cidade cuja memória viria a permear parte de sua obra, Itabira. Posteriormente, foi estudar em Belo Horizonte e Nova Friburgo com os Jesuítas no Colégio Anchieta. Formado em farmácia, com Emílio Moura e outros companheiros, fundou "A Revista", para divulgar o modernismo no Brasil. No mesmo ano em que publica a primeira obra poética, "Alguma poesia" (1930), o seu poema Sentimental é declamado na conferência "Poesia Moderníssima do Brasil", feita no curso de férias da Faculdade de Letras de Coimbra, pelo professor da Cadeira de Estudos Brasileiros, Dr. Manoel de Souza Pinto, no contexto da política de difusão da literatura brasileira nas Universidades Portuguesas.

9 - Augusto dos Anjos: Foi um poeta brasileiro, identificado muitas vezes como simbolista ou parnasiano. Todavia, muitos críticos, como o poeta Ferreira Gullar, preferem identificá-lo como pré-modernista, pois encontramos características nitidamente expressionistas em seus poemas.

10 - Raul Bopp: Foi um poeta modernista e diplomata brasileiro, tendo participado da Semana de Arte Moderna ao lado dos amigos Tarsila do Amaral e Oswald de Andrade. Seu livro Cobra Norato é considerado o mais importante do Movimento Antropófago.


25 coisas que você acha que sabe, mas não sabe



O conhecimento popular é um dos mais extensos depósitos da sabedoria, mas nem sempre ele está correto. Muitos dos ensinamentos que são passados entre as pessoas são baseados em lendas ou fatos “que não aconteceram exatamente como são contados”. Erros de tradução e até mesmo a simples distorção na disseminação das informações podem ser responsáveis por alterações nas histórias.

E existe uma quantidade enorme de itens que nos contaram ao longo dos anos — nos deixando com toda a certeza de que são verídicos — e que não são verossímeis. Hoje, trouxemos uma lista com alguns dos erros mais comuns. São coisas que você acha que sabe, mas não sabe de verdade. Mas não precisa se preocupar, porque muitas delas nós também não sabíamos.
-Não há evidências reais de que os vikings utilizavam chifres em seus capacetes;

-Na Idade Média, a expectativa de vida era realmente baixa. Por outro lado, era possível viver mais de 60 anos;
-Não há evidências de que as máquinas de tortura “Donzelas de Ferro”, tenham realmente sido utilizadas;
Cintos de castidade podem ter sido criados apenas para evitar que as pessoas se masturbassem, pois acreditava-se que isso levava à insanidade;
-Acredita-se que Colombo teve dificuldades para conseguir patrocínio para suas viagens por imaginarem que a Terra não era redonda. A verdade é que já se sabia disso, mas pensava-se que as viagens não trariam retorno — apenas seria um caminho mais longo para a Índia;
-A constituição dos Estados Unidos não foi escrita sobre folhas de cânhamo;
-Napoleão Bonaparte não era baixo como se imagina, tendo 1,69m;
-A imagem mais popular do Papai Noel não foi criada pela Coca-Cola;
A Coca-Cola nunca foi patenteada;
-Albert Einstein não reprovou em matemática na escola
-Dietas veganas e vegetarianas não são pobres em proteínas;
-A “Teoria do Big Bang” não tenta explicar a origem do universo, mas sim a expansão e a evolução mais recentes;
-Esquizofrenia não é uma doença diretamente relacionada às múltiplas personalidades;
-Apesar de retratado como um homem obeso, o Buda original (Siddharta Gautama) era magro;
-Sherlock Holmes nunca utilizou a expressão “Elementar, meu caro Watson” na obra original de Sir Arthur Conan Doyle;
-Os sistemas operacionais Linux e Mac OS X não são imunes a malwares;
-Acredita-se que a Lua, por causa de sua composição, tenha cheiro de pólvora;
-Benjamin Franklin não “descobriu” a eletricidade com uma pipa. O experimento dele foi apenas utilizado para provar a natureza elétrica dos raios;
-A Muralha da China não é visível da Lua, ao contrário do que se imagina;
-Maria Antoniet nunca disse que, na impossibilidade de adquirir pão, os franceses pobres deveriam comer brioches;
-Nas primeiras versões do conto, Cinderela não utilizava sapatos de cristal;
-Cabelo e unhas não continuam crescendo após as pessoas morrerem;
-Chicletes não levam sete anos para serem expelidos do corpo quando engolidos;
-Animais enxergam cores de uma maneira diferente da dos humanos, mas isso não significa que eles apenas enxerguem em preto e branco;
-O “zero” não existia na matemática grega ou romana, mas isso não significa que a “ausência de algo” não podia ser escrita. “Nulla” em latim era a palavra para definir o “nada”.

12 de março, dia do Bibliotecário.

Parabéns a todos que colaboram para fomentar a leitura.

Quadrinhos

E feito capitalista

COMO SOBREVIVER A UM ATAQUE CARDÍACO QUANDO SOZINHO






Como muitas pessoas estão sozinhas quando sofrem um ataque cardíaco, sem ajuda, a pessoa cujo coração está batendo indevidamente e que começa a se sentir fraco, tem apenas cerca de 10 segundos antes de perder a consciência.

No entanto, essas vítimas podem ajudar a si mesmos tossindo repetidamente e vigorosamente. Uma respiração profunda deve ser efetuada antes de cada tosse, e a tosse deve ser profunda e vigorosa, prolongada como se produzida no interior do tórax.
A respiração e a tosse devem ser repetidas a cada dois segundos, sem parar, até que a ajuda chegue, ou até que sinta que o coração está batendo normalmente.

Respirações profundas obtém oxigênio para os pulmões e os movimentos de tosse pressionam o coração e mantém o sangue circulante. A pressão de compressão sobre o coração também ajuda a recuperar o ritmo normal. Desta forma, vítimas de ataque cardíaco podem chegar a um hospital. Diga a muitas outras pessoas sobre isso. Isso pode salvar suas vidas!

Um cardiologista diz que se todos que receberem este e-mail enviarem para 10 pessoas, você pode apostar que nós vamos salvar pelo menos uma vida.