Pesquisar sobre postagens antigas do Blog

Siga o Blog, nas redes sociais

domingo, 10 de fevereiro de 2013

A Escada



Imagine uma escada. Do jeito que penso, ela seria uma escada de degraus da cor da própria madeira de que seriam feitos.
Acima, no próximo andar, tudo que se vê é escuridão. Dos lados, também.
Tão somente a escada, em seus tons de sépia e escuridão envolvente.
Os degraus não ficam firmes, eles se movem de um lado para o outro, sem padrões, simplesmente vão se movendo, ora mais devagar, ora com mais vigor.
Daí segue que, para subir essa escada, e alcançar o mistério do negrume que há no piso acima, tem que se tomar um cuidado imenso. E não pense que você tem a opção de não subir.
É preciso que se suba. É preciso, e você sabe disso, chegar lá em cima e desvendar o mistério que há naquele lugar, pois toda a escuridão é um imenso mistério.
Do piso em que você se encontra, há apenas uma pequena parte de chão para que você coloque os pés e se deite para descansar, eventualmente. Ao redor, todo o precipício.
Então não é possível que você consiga se divertir e se satisfazer com as escassas possibilidades que esse minúsculo pedaço de chão tem a oferecer.
Você precisa subir.
Mas lembre-se: os degraus da escada se movem de um lado para o outro, em movimentos surpreendentes.
Pois, é preciso tomar muito cuidado. E saiba que o primeiro degrau vai ser o mais difícil de subir.
A sabedoria que é necessária para galgar o próximo passo em direção ao chão mais elevado, virá com calma e observação. Você primeiro precisa conhecer as nuances e detalhes do degrau em que você se encontra. Vai demorar um bom tempo para você se acostumar com cada novo degrau.
Mas não tenha medo. Continue subindo, não se conforme em voltar para aquele piso frio em que você dormia.
Suba a escada, com toda a dificuldade que você encontrar. E aquela escuridão do fim da escada, do segundo andar, pode ser que te recompense com o cair do véu do mistério ali existente.

(Texto por 'No fim das palavras'-blog)

Entenda (e experimente) como funciona a mente de um autista


Enquanto sua irmã gêmea se desenvolvia normalmente, o progresso da canadense Carly Fleischmann era lento. Logo foi descoberta a razão: aos dois anos de idade, ela foi diagnosticada com autismo severo. Hoje, Carly é uma adolescente que não consegue falar – mas encontrou outro meio de se comunicar. Aos 11 anos, ela foi até o computador, agitada, e fez algo que deixou toda a sua família perplexa: digitou as palavras DOR e AJUDA e saiu correndo para vomitar no banheiro.
Supostamente, Carly nunca tinha aprendido a escrever. Mas aquilo mostrou que acontecia muito mais em sua mente do que qualquer um poderia imaginar. E foi assim que começou uma nova etapa em sua vida: ela foi incentivada a se comunicar mais desta forma e a criar contas em redes sociais, como o Twitter e o Facebook. Também ajudou o pai a escrever um livro sobre a sua condição e deu as informações para a criação de um site que simula a sua experiência diária com toda a descarga sensorial que recebe em situações cotidianas, como ir a um café. “O autismo me trancou em um corpo que eu não posso controlar”, diz ela no site.

Veja clicando no link abaixo.
http://www.carlyscafe.com/

(Trecho de artigo da Superinteressante.com feito por Ana Carolina Prado)

Entenda (e experimente) como funciona a mente de um autista

Enquanto sua irmã gêmea se desenvolvia normalmente, o progresso da canadense Carly Fleischmann era lento. Logo foi descoberta a razão: aos dois anos de idade, ela foi diagnosticada com autismo severo. Hoje, Carly é uma adolescente que não consegue falar – mas encontrou outro meio de se comunicar. Aos 11 anos, ela foi até o computador, agitada, e fez algo que deixou toda a sua família perplexa: digitou as palavras DOR e AJUDA e saiu correndo para vomitar no banheiro.
Supostamente, Carly nunca tinha aprendido a escrever. Mas aquilo mostrou que acontecia muito mais em sua mente do que qualquer um poderia imaginar. E foi assim que começou uma nova etapa em sua vida: ela foi incentivada a se comunicar mais desta forma e a criar contas em redes sociais, como o Twitter e o Facebook. Também ajudou o pai a escrever um livro sobre a sua condição e deu as informações para a criação de um site que simula a sua experiência diária com toda a descarga sensorial que recebe em situações cotidianas, como ir a um café. “O autismo me trancou em um corpo que eu não posso controlar”, diz ela no site.

Veja clicando no link abaixo.
http://www.carlyscafe.com/

(Trecho de artigo da Superinteressante.com  feito por Ana Carolina Prado)

Deu uma vontade de Ler este livro... Alice no Mundo das Maravilhas

Vamos cuidar mas do Planeta

A união faz a força

sábado, 9 de fevereiro de 2013

Uma frase passeada em "Um Pequeno Príncipe"

Esse é o texto da Tatoo:
"Vê-se claramente somente com o coração.
O essencial é invisível para os olhos.
Os homens esqueceram essa verdade.
Mas você não deve esquecê-lo.
Você se torna eternamente responsável por aquilo que cativas." - O pequeno príncipe

Carlos Drummod de Andrade

Este Vídeo é muito bom

Mais uma grande realidade

Galera como vocês sabem no Nordeste está uma grande seca e ninguém comenta nada e neste vídeo da TV-Revolta está falando um pouco sobre isto, vale a pena ver isto....

Beleza

Neste crisol do coração, Beleza
Que iluminas a nossa noite escura,
És a Bondade — que se fez Grandeza
E a Dor sofrida — que se fez Doçura.

És a muda expressão da Natureza;
Beijo no amor, sorriso na candura,
Prece na morte, pranto na tristeza
E, para os poetas, mística tortura.

Ninfeia azul no pântano estagnado,
Flores brotando na aridez das lousas,
Ou mistério no páramo estrelado,

Em tudo o que nos cerca, tu repousas,
Porque a Beleza é Deus manifestado,
A nos sorrir pela expressão das cousas.

[Afonso Schmidt]

Leia mais seu Cérebro agradece