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segunda-feira, 28 de janeiro de 2013

Quantas pessoas não morreram hoje?

Foto: [[COMPARTILHEM!!]]

Quantas pessoas não morreram hoje?
Não foram apenas 232, como dizem as mídias. 

Foram pais, irmãos, avós, namorados(as), tios, primos, amigos.
Muita gente morreu hoje.

Eu não consigo imaginar como seria perder alguém assim. Sem um adeus. Um último abraço, um último beijo, uma última palavra. 

Começo a pensar nas pessoas que saíram de lá com vida, no desespero, na angústia de deixar alguém pra trás. Imagino então os médicos, enfermeiros, atendendo os feridos, sabendo que muitas feridas na alma jamais poderão ser curadas. Os bombeiros, retirando os corpos, arriscando suas vidas, e encarando todo esse desespero de forma a passar calma a todos ali.
Imagino os policiais com os celulares e pertences dos mortos, sendo obrigados a dar a tão amarga noticia.

Eu morri um pouco hoje. Mesmo não perdendo alguém próximo ou conhecido. Mas uma parte da minha juventude, a mesma que foi levada deles, morreu também.

Negligência? Ambição? CULPA DE QUEM?
Não sei. Não posso dizer, nem julgar.
O que digo é que as pessoas que ali perderam suas vidas, não vão voltar. E levaram com ela muitas outras pessoas, sorrisos, sonhos e futuros.

Hoje o domingo amanheceu cinza, cinza mesmo assim como após o fogo. Triste.
Que Não seja em vão. Que todos tenham força. Que os culpados sejam punidos.
Que a partir das cinzas, possam renascer novos sonhos.
Não foram apenas 232, como dizem as mídias.

Foram pais, irmãos, avós, namorados(as), tios, primos, amigos.
Muita gente morreu hoje.

Eu não consigo imaginar como seria perder alguém assim. Sem um adeus. Um último abraço, um último beijo, uma última palavra.

Começo a pensar nas pessoas que saíram de lá com vida, no desespero, na angústia de deixar alguém pra trás. Imagino então os médicos, enfermeiros, atendendo os feridos, sabendo que muitas feridas na alma jamais poderão ser curadas. Os bombeiros, retirando os corpos, arriscando suas vidas, e encarando todo esse desespero de forma a passar calma a todos ali.
Imagino os policiais com os celulares e pertences dos mortos, sendo obrigados a dar a tão amarga noticia.

Eu morri um pouco hoje. Mesmo não perdendo alguém próximo ou conhecido. Mas uma parte da minha juventude, a mesma que foi levada deles, morreu também.

Negligência? Ambição? CULPA DE QUEM?
Não sei. Não posso dizer, nem julgar.
O que digo é que as pessoas que ali perderam suas vidas, não vão voltar. E levaram com ela muitas outras pessoas, sorrisos, sonhos e futuros.

Hoje o domingo amanheceu cinza, cinza mesmo assim como após o fogo. Triste.
Que Não seja em vão. Que todos tenham força. Que os culpados sejam punidos.
Que a partir das cinzas, possam renascer novos sonhos.

"Alô filho, você tá bem meu amor?

Foto: "Alô filho, você tá bem meu amor? 

Desculpe senhora, aqui é um bombeiro, seu filho faleceu nas chamas"

 Não dá pra ficar lendo essas coisas, cara. Ainda existem pessoas fazendo piadas ou pouco se lixando para os falecidos. Fica 24 horas por dia no computador compartilhando/postando/curtindo besteiras e não pode dedicar um minuto da sua vida para refletir sobre as 245 pessoas (até então) mortas? Vocês falam que o Brasil é um país lixo, aí morrem 245 brasileiros e vocês ainda fazem PIADA? Quem é o lixo aqui? E o pior é que o maior problema não é fazer piada sobre o assunto... É uma boate com 2000 pessoas dentro não ter saída de emergência, é o desespero porque os garçons não estavam deixando sair por causa de dinheiro... E se o seu pensamento é: "Não conhecia ninguém, não são da minha família, então não vou ficar triste por ninguém", você é a perfeita definição de um ser humano LIXO e não merece respeito, amor e nem amizade. Leia Marcos 12, 31 e reveja seus conceitos: "Amai ao próximo como a ti mesmo". Não precisa chorar, não precisa perder seu dia para a tragédia, mas apenas respeite; imagine você no lugar de um pai/mãe/irmã, ligando para o parente e um bombeiro atende dizendo que uma pessoa que você ama morreu. É o que eu peço. E só uma observação: Eu acho que por mais que não ganhe muito, por mais que seja complicado, por mais que seja um trabalho cansativo, pra mim bombeiros, médicos são as profissões mais honráveis de todas!!

Dinheiro, bens materiais, com suor, com trabalho você consegue de novo.

A vida não, a vida é só uma!
Desculpe senhora, aqui é um bombeiro, seu filho faleceu nas chamas"

Não dá pra ficar lendo essas coisas, cara. Ainda existem pessoas fazendo piadas ou pouco se lixando para os falecidos. Fica 24 horas por dia no computador compartilhando/postando/curtindo besteiras e não pode dedicar um minuto da sua vida para refletir sobre as 245 pessoas (até então) mortas? Vocês falam que o Brasil é um país lixo, aí morrem 245 brasileiros e vocês ainda fazem PIADA? Quem é o lixo aqui? E o pior é que o maior problema não é fazer piada sobre o assunto... É uma boate com 2000 pessoas dentro não ter saída de emergência, é o desespero porque os garçons não estavam deixando sair por causa de dinheiro... E se o seu pensamento é: "Não conhecia ninguém, não são da minha família, então não vou ficar triste por ninguém", você é a perfeita definição de um ser humano LIXO e não merece respeito, amor e nem amizade. Leia Marcos 12, 31 e reveja seus conceitos: "Amai ao próximo como a ti mesmo". Não precisa chorar, não precisa perder seu dia para a tragédia, mas apenas respeite; imagine você no lugar de um pai/mãe/irmã, ligando para o parente e um bombeiro atende dizendo que uma pessoa que você ama morreu. É o que eu peço. E só uma observação: Eu acho que por mais que não ganhe muito, por mais que seja complicado, por mais que seja um trabalho cansativo, pra mim bombeiros, médicos são as profissões mais honráveis de todas!!

Dinheiro, bens materiais, com suor, com trabalho você consegue de novo.

A vida não, a vida é só uma!

domingo, 27 de janeiro de 2013

Udesc lamenta tragédia que deixou pelo menos 245 mortos no RS










Estamos Juntos nesta......

A Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc) divulgou no final da manhã deste domingo (27) uma nota lamentando a tragédia que deixou ao menos 245 mortos durante um incêndio em uma boate em Santa Maria, no Rio Grande do Sul. Na local acontecia a festa de quatro cursos da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) – Agronomia, Medicina Veterinária, Pedagogia e Tecnologia de Alimentos.

"A Universidade do Estado de Santa Catarina, na condição de entidade parceira da UFSM, lamenta profundamente cada uma dessas mortes", diz a nota. "Lamentamos a perda destes jovens universitários. Este é um domingo triste para todo o Brasil e em especial para o Rio Grande do Sul já que foi a maior tragédia do estado. Desejamos ainda a melhora de todos os feridos”, disse o reitor em exercício, Marcus Tomasi.

O pró-reitor de Extensão, Cultura e Comunidade, Mayco Nunes, também lembrou que a Udesc e UFSM tem grandes parcerias nas áreas de Ensino, Pesquisa e Extensão. “Temos inúmeros professores que se formaram tanto nas suas graduações quanto nas suas pós-graduações na UFSM. Além disso, já desenvolvemos dezenas de ações nas áreas da Pesquisa e Extensão. Realmente esta tragédia deixa toda comunidade da Udesc muito triste”, finaliza o pró-reitor.


http://www.clicrbs.com.br/especial/rs/dsm/19,18,4024399,Incendio-em-boate-em-Santa-Maria-e-a-maior-tragedia-da-historia-do-Rio-Grande-do-Sul.html


Luto Oficial do Blog, Ozorioalex.blogspot.com.br

Saudade


Saudade é solidão acompanhada,
é quando o amor ainda não foi embora,
mas o amado já...

Saudade é amar um passado que ainda não passou,
é recusar um presente que nos machuca,
é não ver o futuro que nos convida...

Saudade é sentir que existe o que não existe mais...

Saudade é o inferno dos que perderam,
é a dor dos que ficaram para trás,
é o gosto de morte na boca dos que continuam...

Só uma pessoa no mundo deseja sentir saudade:
aquela que nunca amou.

E esse é o maior dos sofrimentos:
não ter por quem sentir saudades,
passar pela vida e não viver.

O maior dos sofrimentos é nunca ter sofrido.

Pablo Neruda

MANIAS DOS ESCRITORES


O escritor Wolfgang Von Goethe escrevia em pé. Ele mantinha em sua casa uma escrivaninha alta.


O escritor Pedro Nava parafusava os móveis de sua casa a fim que ninguém o tirasse do lugar.


Gilberto Freyre nunca manuseou aparelhos eletrônicos. Não sabia ligar sequer uma televisão. Todas as obras foram escritas a bico-de-pena, como o mais extenso de seus livros, Ordem e Progresso, de 703 páginas.


Euclides da Cunha, Superintendente de Obras Públicas de São Paulo, foi engenheiro responsável pela construção de uma ponte em São José do Rio Pardo (SP). A obra demorou três anos para ficar pronta e, alguns meses depois de inaugurada, a ponte simplesmente ruiu. Ele não se deu por vencido e a reconstruiu. Mas, por via das dúvidas, abandonou a carreira de engenheiro.


Machado de Assis, nosso grande escritor, ultrapassou tanto as barreiras sociais bem como físicas. Machado teve uma infância sofrida pela pobreza e ainda era míope, gago e sofria de epilepsia. Enquanto escrevia Memórias Póstumas de Brás Cubas, Machado foi acometido por uma de suas piores crises intestinais, com complicações para sua frágil visão. Os médicos recomendaram três meses de descanso em Petrópolis. Sem poder ler nem redigir, ditou grande parte do romance
para a esposa, Carolina.


Graciliano Ramos era ateu convicto, mas tinha uma Bíblia na cabeceira só para apreciar os ensinamentos e os elementos de retórica. Por insistência da sogra, casou na igreja com Maria Augusta, católica fervorosa, mas exigiu que a cerimônia ficasse restrita aos pais do casal. No segundo casamento, com Heloísa, evitou transtornos: casou logo no religioso.


Aluísio de Azevedo tinha o hábito de, antes de escrever seus romances, desenhar e pintar, sobre papelão, as personagens principais mantendo-as em sua mesa de trabalho, enquanto escrevia.


José Lins do Rego era fanático por futebol. Foi diretor do Flamengo, do Rio, e chegou a chefiar a delegação brasileira no Campeonato Sul-Americano, em 1953.


Aos dezessete anos, Carlos Drummond de Andrade foi expulso do Colégio Anchieta, em Nova Friburgo (RJ), depois de um desentendimento com o professor de português. Imitava com perfeição a assinatura dos outros. Falsificou a do chefe durante anos para lhe poupar trabalho. Ninguém notou. Tinha a mania de picotar papel e tecidos. "Se não fizer isso, saio matando gente pela rua". Estraçalhou uma camisa nova em folha do neto. "Experimentei, ficou apertada, achei que tinha comprado o número errado. Mas não se impressione, amanhã lhe dou outra igualzinha."


Numa das viagens a Portugal, Cecília Meireles marcou um encontro com o poeta Fernando Pessoa no café A Brasileira, em Lisboa. Sentou-se ao meio-dia e esperou em vão até as duas horas da tarde. Decepcionada, voltou para o hotel, onde recebeu um livro autografado pelo autor lusitano. Junto com o exemplar, a explicação para o "furo": Fernando Pessoa tinha lido seu horóscopo pela manhã e concluído que não era um bom dia para o encontro.



Érico Veríssimo era quase tão taciturno quanto o filho Luís Fernando, também escritor. Numa viagem de trem a Cruz Alta, Érico fez uma pergunta que o filho respondeu quatro horas depois, quando chegavam à estação final.


Clarice Lispector era solitária e tinha crises de insônia. Ligava para os amigos e dizia coisas perturbadoras. Imprevisível, era comum ser convidada para jantar e ir embora antes de a comida ser servida.


Monteiro Lobato adorava café com farinha de milho, rapadura e içá torrado (a bolinha traseira da formiga tanajura), além de Biotônico Fontoura. "Para ele, era licor", diverte-se Joyce, a neta do escritor. Também tinha mania de consertar tudo. "Mas para arrumar uma coisa, sempre quebrava outra."


Manuel Bandeira sempre se gabou de um encontro com Machado de Assis, aos dez anos, numa viagem de trem. Puxou conversa: "O senhor gosta de Camões?" Bandeira recitou uma oitava de Os Lusíadas que o mestre não lembrava. Na velhice, confessou: era mentira. Tinha inventado a história para impressionar os amigos. Foi escoteiro dos nove aos treze anos. Nadador do Minas Tênis Clube, ganhou o título de campeão mineiro em 1939, no estilo costas.


Guimarães Rosa, médico recém-formado, trabalhou em lugarejos que não constavam no mapa. Cavalgava a noite inteira para atender a pacientes que viviam em longínquas fazendas. As consultas eram pagas com bolo, pudim, galinha e ovos. Sentia-se culpado quando os pacientes morriam. Acabou abandonando a profissão. "Não tinha vocação. Quase desmaiava ao ver sangue", conta Agnes, a filha mais nova.


Mário de Andrade provocava ciúmes no antropólogo Lévi-Strauss porque era muito amigo da mulher dele, Dina. Só depois da morte de Mário, o francês descobriu que se preocupava em vão. O escritor era homossexual.

Vinicius de Moraes, casado com Lila Bosco, no início dos anos 50, morava num minúsculo apartamento em Copacabana. Não tinha geladeira. Para agüentar o calor, chupava uma bala de hortelã e, em seguida, bebia um copo de água para ter sensação refrescante na boca.


José Lins do Rego foi o primeiro a quebrar as regras na ABL, em 1955. Em vez de elogiar o antecessor, como de costume, disse que Ataulfo de Paiva não poderia ter ocupado a cadeira por faltar-lhe vocação.



Jorge Amado para autorizar a adaptação de Gabriela para a tevê, impôs que o papel principal fosse dado a Sônia Braga. "Por quê?", perguntavam os jornalistas, Jorge respondeu: "O motivo é simples: nós somos amantes." Ficou todo mundo de boca aberta. O clima ficou mais pesado quando Sônia apareceu. Mas ele se levantou e, muito formal disse: "Muito prazer, encantado." Era piada. Os dois nem se conheciam até então.


O poeta Pablo Neruda colecionava de quase tudo: conchas, navios em miniatura, garrafas e bebidas, máscaras, cachimbos, insetos, quase tudo que lhe dava na cabeça.



Vladimir Maiakóvski tinha o que atualmente chamamos de Transtorno Obsessivo-compulsivo (TOC). O poeta russo tinha mania de limpeza e costumava lavar as mãos diversas vezes ao dia, numa espécie de ritual repetitivo e obsessivo.



A preocupação excessiva com doenças fazia com que o escritor de origem tcheca Franz Kafka usasse roupas leves e só dormisse de janelas abertas – para que o ar circulasse -, mesmo no rigoroso inverno de Praga.



O escritor norte-americano Ernest Hemingway passou boa parte de sua vida tratando de problemas de depressão. Apesar da ajuda especializada, o escritor foi vencido pela tristeza e amargura crônicas. Hemingway deu fim à própria vida com um tiro na cabeça.



O poeta português Fernando Pessoa tinha o hábito de escrever sob diversos pseudonimos, cada um com um estilo e uma biografia próprios. Ente os pseudonimos adotado estão Ricardo Reis, Alberto Caieiro e Álvaro de Campos.

Sempre a mesma coisa.


Dizem que muitos escritores reescrevem sempre o mesmo livro, diretores de novelas as mesmas tramas, políticos os mesmos discursos, esposas as mesmas reclamações e por aí afora.
Para algumas pessoas o dia é sempre a mesma coisa. Acordar, comer, assistir novela, bisbilhotar a vida dos outros na internet e dormir.
Para algumas pessoas o dia parece que tem quarenta e oito horas, tantos os compromissos e afazeres. Há tantas variedades e variações no acordar (com quem), almoçar (onde), assistir novela (qual) e depois disso ainda encontram imaginação e energia para sair, dançar, beber, rir muito, voltar para casa dirigindo embriagado (ou ser levada para não sei onde) e dormir, dormir, dormir muito, até meio-dia, uma ou duas horas da tarde.
Não sou desses. De nenhum desses. Acordo cada dia numa hora e isso pode querer dizer quatro, cinco ou oito horas da manhã.
Almoço sempre fora de casa o que me dá a oportunidade, ainda que no mesmo restaurante, comer todo dia coisas muito diferentes.
Não assisto novelas. Nenhuma. Nunca. Nem morto!
De vez em quando vejo um telejornal, nunca o Datena (perdão, se aquilo é jornalismo ou jornal, só serve para forrar o canto do cachorro).
Logo ao anoitecer Amanda Palma serve uma bela sopa, deixa para mim uma salada de frutas na geladeira, me serve um café delicioso, feito em parceria com a nossa cafeteira Dolce Gusto.

Gosto de assistir filmes na TV e para isso conto com o meu controle remoto único e definitivo, a Amanda Palma.
Além de todas as outras facilidades, utilidades, complexidades, amenidades, etc. (não me peça para explicar o etc., por favor.) Amanda Palma procura, escolhe, me chama e assistimos juntos os primeiros cinco minutos do filme. Depois disso ela dorme, eu durmo ou ambos dormimos. Raramente assistimos juntos até o fim, para em noventa por cento dos casos concordar que seria melhor termos dormido do que assistir o tal filme.
Quanto à internet, passo o dia nela, com ela e dependendo dela.
Leio as notícias, vejo todas as imagens que eu tenho vontade, já que sou mais visual do que qualquer outra coisa, escuto a musica que quiser de graça e com muita qualidade e ganho uma graninha. Há um ligeiro desacordo nesse item. Ganho menos do que gasto, gasto menos do que gostaria e se der para trocar de Mercedes todo ano e ir para a Europa passar pelo menos quinze dias já tá bom (sonhar é preciso).
Para mim a vida tem sido de uma riqueza incontável, uma diversidade inigualável e uma felicidade diferente e renovada a cada dia.
Graças a Deus!Marinho Guzman

Escritores


Escutei que hoje é dia do escritor:
daqueles antigos, eternos,
novos, modernos...
todos.


Tem escritor que escreve pouco,
mas com algumas palavras
já diz muito.


Tem outros que escrevem torto,
mas de um jeito cativante
e louco.


É bom mesmo brincar com as palavras.


Tem escritor que escreve bilhete em guardanapo,
mas fica com vergonha e esconde os versos
embaixo do prato.


Tem escritor que é amigo,
cada palavra tem um tom
de conforto e abraço.


Tem escritor que está ainda por vir,
ainda lendo alguns textos
que o motivará a escrever e depois sorrir.


Tem escritor que escreve e nem percebe
que em 140 caracteres todo dia diz o que quer
e alcança homens e mulheres.


Tem escritor por todo o canto,
tem escritor eternizado
e também os desvalorizados.


Tem dias em que ninguém se lembra dos escritores,
assistem sempre nas novelas os atores,
admiram, mas se esquecem dos autores.


Em cada esquina
há um escritor oculto:
na esquina da padaria,
da pracinha
e até num rabisco no muro.


Aqui vai o meu obrigada...
A cada poeta
que com algo bom nos presenteou.
A todos escritores
que as palavras conheci.


E é claro, quero registrar aqui
os meus singelos parabéns
a cada leitor,
que faz despertar milhões de sentimentos
no coração de um escritor.

Sarah Magalhães

Toc toc...

Estou cansada desses tipos de homens. Dos homens de bar, os famosos ping-pongs que conversam apenas para marca o set, caso você não jogue na mesma forehand eles vão embora. Daqueles namorados que se tornaram ex por mentiras e ainda se acham espertos. Alô sabedoria avisa pra eles que o instinto animal mandou avisar que não se cai duas vezes na mesma armadilha. Também estou cansada dos paga-pau. Ficam procurando um galhinho nas árvores para depositar seu ninho de meras intenções. Ah, não posso esquecer dos mimados - Estes são os reis das regras - Tudo de acordo com o pensamento deles. Oh filhinho, sou mulher, sou mimada e num agrado nem aos meus pais. Êita quase que esqueço os lixeiros, aqueles que deletam, jogam fora, ameaça e repete mil vezes que não vai mais fazer aquilo, isso, num sei que lá. Engraçado né? Acumulam mais coisas na lixeira. Porque sinceramente isso dá no que mesmo? Se não quer, não quer pronto acabosse. Tem muitos exemplos... 

Bate aqui na minha porta, que está fechada de preocupação.

Dani Leão

Quebra a cabeça!


Morrendo de amor, tristeza, alegria, desânimo e otimismo, os grandes escritores escreveram seus textos. Ao ler um livro sempre me pergunto “até que ponto aquele insight poderia ser verdadeiro?”. Teria sido Shakespeare um Romeu? Teria sido Machado de Assis um Bentinho? Quem sabe! Fico extremamente fascinada com a enorme capacidade de inventarem palavras e cenas que nos fazem suspirar, outras vezes chorar, outras vezes sorrir e outras vezes sentir medo. O que há na cabeça desses escritores geniais? Seriam eles bons em mentir na vida real? Seriam eles super sonhadores? Ou simplesmente inventam uma história e nela colocam momentos personalizados que eles mesmos passaram? Ah! Eu fico a me perguntar.
Teria alguém visto mesmo uma pessoa morta? E teria alguém visto mesmo um vampiro? Será que sonharam como seria viajar até o centro da Terra? Ou a mente do homem é tão magnífica que o faz inventar tamanhas monstruosidades que nos fazem ficar parados, quietos e concentrados em frente a uma tela de cinema ou uma página de livro? Malditas perguntas. Quando noto, perdi metade do filme e do livro tentando entender porque o escritor inventou tamanho engenho. Deve ser por isso que tenho que assistir e ler outra vez uma obra para entender corretamente.
Seria um conjunto de sonhos e desejos lunáticos que eles acumulam em suas mentes e depois pegam uma caneta e “metem tinta no papel”? Ou seria simplesmente prazer por escrever? Seria uma vontade enorme de mudar o mundo e fazer as pessoas pensarem? Não sei, mas creio que de duas páginas de um livro, penso em mil modificações que aquele escritor queria fazer em alguma pessoa. De uma cena de filme, penso em mil razões para que o autor e o diretor quisessem tocar as pessoas que assistiram aquele filme. Seja lá o que for a moral das palavras e das cenas: “Sonhe, corra, largue de besteira, pare de se preocupar, pense duas vezes, respeite, beija logo, fala o que sente se não perde, tenha fé em Deus, não tenha medo, tenha cautela... Pense, leia, assista as minhas palavras!”. Já me peguei imaginando Clarice Lispector implorando para que eu lesse um de seus textos super bem bolados, imaginei ela de um jeitinho bem meigo, romântico, livre e intelectual dizendo: “Por favor, leia! E entenda o que é a vida... Por favor, pare de perder tempo... Você vai morrer! Por favor, leia!”. Ah! Clarice, diva que me despertou inúmeros suspiros, que descanse em paz... Creio que nunca terei a chance de lhe ver implorar ao mundo que pensem em cada uma de suas palavras.
Hora comédia, hora drama, hora terror, hora romance, hora suspense, hora fatos reais, hora ficção, hora de cada um, hora de todos em um, hora de despertar sentimentos. E hora de pensar: “Com tantas obras vendidas, como o mundo ainda é assim?”. Talvez seja a influência de Maquiavel, grande mestre, que me perdoem os críticos – mas convenhamos, a inteligência, é a inteligência! E quando mal canalizada... Mas vejamos Maquiavel que nos ensinou a coisa mais verdadeira do mundo: “Prefira ser temido do que amado...”, porque obviamente o amor não é tudo, não para o ser humano, não para esta humanidade, afinal, “eu te amo, mas eu te traí, me perdoe!”, que palhaçada! Hoje em dia só se segura alguém do lado, por medo. Maquiavel de certo teve suas razões para escrever isto, mas em umas de suas estratégias para que os príncipes se tornassem bons reis, adivinhou a humanidade de hoje.
E por que diabos Renato Russo escreveu “Índios”? Para que com aquela música ele pudesse tocar aquela sociedade, e a toca até hoje. Louvado seja John Lennon que compôs “Imagine” e me fez imaginar e até quebrar a cabeça. – Queria então que aquele filme da máquina do tempo fosse real, só para ter a oportunidade de perguntar aos autores desses clássicos e de outros, “por que tamanha imaginação?”. “Porque tamanha necessidade de que o mundo os ouça?”, “Por que escreveram aquilo? Pensaram aquilo? Para alguém ou para tudo? Para provar ou simplesmente mudar?”. De verdade deve estar na hora de eu parar de tentar entender as coisas...

Gabriella Beth Invitti

Olá queridos amigos escritores;



Gostaria de convida-los hoje para refletir sobre a importância e responsabilidade que temos como escritores.

Sejamos amadores ou profissionais, nossos pensamentos são sempre muito lidos, por diversas pessoas, muitas vezes, elas se identificam com nossos textos.

Isso é muito bom, é maravilhoso, mas porém, é uma grande responsabilidade que temos em nossas mãos.

Vamos começar a refletir sobre isso e vamos entregar nossos propositos nas mãos de Deus, para que ele faça bom uso de nossos talentos e quem sabe transformar a vida de muitos leitores.

Afinal são os leitores mais importantes do que nós.

Pensem nisso!!!

Mara Chan