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terça-feira, 14 de maio de 2013

Escrevendo nossas histórias

Hoje

Saudades

Aquecimento Global ... Isto que esta acontecendo é só o começo

Trabalho

Quando..


"A enfermidade é um conflito entre a personalidade e a alma.
O resfriado escorre quando o corpo não chora.
A dor de garganta entope quando não é possível comunicar as aflições.
O estômago arde quando as raivas não conseguem sair.
O diabetes invade quando a solidão dói.
O corpo engorda quando a insatisfação aperta.
A dor de cabeça deprime quando as duvidas aumentam.
O coração desiste quando o sentido da vida parece terminar.
A alergia aparece quando o perfeccionismo fica intolerável.
As unhas quebram quando as defesas ficam ameaçadas.
O peito aperta quando o orgulho escraviza.
A pressão sobe quando o medo aprisiona.
As neuroses paralisam quando a "criança interna" tiraniza.
A febre esquenta quando as defesas detonam as fronteiras da imunidade.
Os joelhos doem quando o orgulho não se dobra.
O câncer mata quando não se perdoa e/ou cansa de viver.
E as dores caladas? Como falam em nosso corpo?
A enfermidade não é má, ela avisa qua ndo erramos a direção.
O caminho para a felicidade não é reto, existem curvas chamadas Equívocos, existem semáforos chamados Amigos, luzes de precaução chamadas Família, e ajudará muito ter no caminho uma peça de reposição chamada Decisão, um potente motor chamado Amor, um bom seguro chamado FÉ, abundante combustível chamadoPaciência.
Mas principalmente um maravilhoso Condutor chamado DEUS!

Por: Nalva Cardoso

Quando..

"A enfermidade é um conflito entre a personalidade e a alma.
O resfriado escorre quando o corpo não chora.
A dor de garganta entope quando não é possível comunicar as aflições.
O estômago arde quando as raivas não conseguem sair.
O diabetes invade quando a solidão dói.
O corpo engorda quando a insatisfação aperta.
A dor de cabeça deprime quando as duvidas aumentam.
O coração desiste quando o sentido da vida parece terminar.
A alergia aparece quando o perfeccionismo fica intolerável.
As unhas quebram quando as defesas ficam ameaçadas.
O peito aperta quando o orgulho escraviza.
A pressão sobe quando o medo aprisiona.
As neuroses paralisam quando a "criança interna" tiraniza.
A febre esquenta quando as defesas detonam as fronteiras da imunidade.
Os joelhos doem quando o orgulho não se dobra.
O câncer mata quando não se perdoa e/ou cansa de viver.
E as dores caladas? Como falam em nosso corpo?
A enfermidade não é má, ela avisa qua ndo erramos a direção.
O caminho para a felicidade não é reto, existem curvas chamadas Equívocos, existem semáforos chamados Amigos, luzes de precaução chamadas Família, e ajudará muito ter no caminho uma peça de reposição chamada Decisão, um potente motor chamado Amor, um bom seguro chamado FÉ, abundante combustível chamadoPaciência.
Mas principalmente um maravilhoso Condutor chamado DEUS! 

Por: Nalva Cardoso

Esvaziar para encher-se

TECER


por Marcelo Finholdt

Quanto mais teço, menos esqueço:
Ponto por ponto faço a trama,
Deslizo a agulha entre as linhas
e faço o texto trançado que chama.

Quanto mais teço, menos esqueço:
Esqueço-me apenas,
transformo-me em trama.
Relembro-me?
Apenas quando retorno
ponto a ponto o trajeto
tecido e me tomo pelas mãos.
TECER
por Marcelo Finholdt

Quanto mais teço, menos esqueço:
Ponto por ponto faço a trama,
Deslizo a agulha entre as linhas
e faço o texto trançado que chama.

Quanto mais teço, menos esqueço:
Esqueço-me apenas, 
transformo-me em trama.
Relembro-me?
Apenas quando retorno
ponto a ponto o trajeto 
tecido e me tomo pelas mãos.

"Zoinho" enfrentando Guardas Civis Metropolitanos (GCM) em São Paulo, 2004.


A foto emblemática, apesar de parecer cômica, desperta pensamentos a respeito da coragem que uma pessoa pode ter. Nela, o menino de rua "Zoinho" enfrenta a Guarda Civil Metropolitana durante um confronto com camelôs no Vale do Anhangabaú em São Paulo.

Muitos julgaram que "Zoinho" não tinha ideia do que estava fazendo, ouapenas estava brincando. Porém, poucos conhecem as outras fotos tiradas do garoto antes dessa última, dele enfrentando a guarda. O menino, amigo dos camelôs, começou jogando pedras em direção às autoridades e, em um momento de fúria, arrancou o agasalho, jogou no chão e, talvez numa inocência de criança, achou que pudesse enfrentá-los estufando o peito, mesmo com seu porte físico pequeno e quase raquítico.

Pouco tempo depois, a GCM revidou, atirou uma pedra e o acertou.

A foto de Evandro Monteiro ganhou o prêmio Esso 2005 e suscitou diversos debates internacionais a respeito das crianças que vivem nas ruas e as violências pelas quais elas passam e presenciam.

(Não encontramos mais notícias a respeito do que aconteceu com "Zoinho" depois de ter sido acertado pela pedra).


Fonte: Imagens Históricas 

Isto é Arte

Esta Pintura foi feita em São Paulo - Brasil