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quinta-feira, 7 de março de 2013

Tá a fim de um mergulho nos livros

Lixo no Lixo

Evolução capitalista

Carteiro Jaiminho, do seriado Chaves, ganha monumento na cidade de Tangamandápio, em 2012.



Se você já ouviu o nome dessa cidade, muito provavelmente se deve ao famoso carteiro, conhecido por querer "evitar a fadiga", interpretado pelo ator Raúl Padilla. A cidade mexicana de Santiago de Tangamandápio inaugurou uma estátua com a imagem do personagem. Com 1,70m de altura, foi criada em bronze e custou mais de 2 milhões de pesos mexicanos, o que equivale a aproximadamente R$ 300 mil.

A homenagem ao personagem da série "El Chavo del Ocho" se deve graças à fama que o carteiro deu à localidade.


Mãe é quem cria

É meu caro amigo Hugo Chaves, você agora ficara na história

Apesar de nunca ter visto ou falado com Hugo Chaves, ele foi um grande homem e ficará na história de seu pais e do mundo...

Ensino médio brasileiro era ruim. E está pior

Só um em cada dez alunos encerra ciclo sabendo o que deveria em matemática — número inferior ao medido em 2009. Em português, a situação também não é boa, revela relatório da ONG Todos Pela Educação.


O ensino médio reúne atualmente alguns dos piores indicadores da educação brasileira. É nessa etapa da educação básica que se concentram as maiores taxas de abandono escolar e também as notas mais baixas no Ideb, índice que mede a qualidade de nossas escolas. E o pior: a situação não está melhorando, como comprova relatório divulgado nesta quarta-feira pela ONG Todos Pela Educação. Os dados, compilados a partir de resultados de 2011 do Sistema Nacional de Avaliação da Educação Básica (Saeb) e da Prova Brasil, revelam que apenas 10,3% dos alunos brasileiros terminam o ensino médio sabendo o que deveriam em matemática – ou seja, quase 90% dos alunos não aprendem o esperado. É um retrocesso em relação à medição anterior, realiza em 2009, quando 11% dos estudantes do 3º ano sabiam o esperado na disciplina. Em 2003, esse índice era de 12,8%. Os resultados ficaram abaixo da meta estabelecida pela ONG para o ano de 2011 e colocam em xeque o objetivo traçado para 2022, ano do bicentenário da Independência: ao menos 70% dos estudantes com conhecimentos adequados a seu estágio escolar.

Em língua portuguesa, não houve retrocesso em relação 2009. Contudo, praticamente não houve avanços, e a cifra ficou longe da meta. Em 2009, 28,9% dos estudantes demonstraram dominar os conteúdos esperados. Em 2011, o número chegou a 29,2%. (continue a ler a reportagem).

Fonte:- http://veja.abril.com.br/noticia/educacao/ensino-medio-brasileiro-era-ruim-e-esta-pior

História

No dia 7 de março de 1876, Alexander Graham Bell patenteia uma invenção, que ele chama de telefone.

Na imagem, um ator representando Bell em um filme promocional de 1926.

quarta-feira, 6 de março de 2013

Para rir um pouco

Cadeira com massageador
Hora do papáHora do almoço
Óleo para as sogrinha


Os 50 anos de Mônica: Maurício de Souza e sua filha, que inspirou a personagem.


A personagem mais popular dos quadrinhos brasileiros completou 50 anos de criação no dia 3 de março.

Inspirada na filha homônima de Mauricio, surgiu nas tirinhas do Cebolinha. Originalmente coadjuvante, Mônica logo se tornou a principal personagem de Maurício e passou a estrelar sua própria revista em 1970.

Mônica surgiu depois de outras criações de Maurício, como Bidu, Franjinha e Cebolinha, mas sua fama cresceu tanto que quando as tiras migraram para as revistas, ela foi a escolhida para "chefiar" a turma.

A expressão sempre zangada do início foi, ao longo dos 50 anos, ganhando mais suavidade, mas sempre com as características que rendem coelhadas a quem disser perto dela: gordinha, baixinha e dentuça.

Mônica é vista como uma das personagens mais importantes na história dos quadrinhos brasileiros. Em 2007, a personagem recebeu o título de embaixadora da UNICEF por sua contribuição de quase 50 anos na transmissão de "valores como a amizade, a importância da educação, da convivência familiar e comunitária."

Texto de Diego Vieira
Administração Imagens Histórica