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segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

Belíssima imagem sequencial de todas as etapas da construção da Tour Eiffel, em Paris. ♥

Filtro de água pessoal

A Invenção da revista Time do vencedor do ano, LifeStraw não contém produtos químicos, sem baterias e sem partes móveis para desgastar. É perfeito para mochileiros ultraleve, campista, o caminhante, viajante, escoteiro, caçador ou para emergências. O LifeStraw pode filtrar até 264 litros, e remove 99,99% das bactérias transmitidas pela água e parasitas protozoários pela água.

Bela imagem da vida selvagem

Super-Homem socialista

Foto: Super-Homem socialista.

Um dos ícones máximos das revistas em quadrinhos, também representa muitos dos valores estadunidenses. Mas, partindo de uma premissa inovadora, Mark Millar usou personagens clássicos e temas políticos para responder a seguinte pergunta: E se o Super-Homem tivesse crescido na União Soviética? 

Superman, além de ser o primeiro super herói, sempre foi um ícone da cultura dos EUA e de seu desenvolvimento. Contudo, e se o personagem fosse o marco de outra cultura? É o que propõe a mini-série Superman – Entre a foice e o martelo (Superman: The red son). Dividida em três partes, a história foi escrita por Mark Millar e tem desenhos de Dave Johnsson.

Não é uma premissa absurda dadas as circunstâncias em que o Super-Homem chegou à Terra. O bebê alienígena chamado de Kal-El vindo do planeta Krypton, chega aqui em uma cápsula espacial que cai nos Estados Unidos, mais precisamente no Kansas, na cidade de Smallville. Apenas uma pequena diferença no ângulo de entrada na atmosfera ou na velocidade da nave modificariam tudo. No caso do Superman: Red Son, a capsula caiu na União Soviética.

Ao invés do foguete de Kal-el cair na América capitalista, ele acaba caindo na Rússia comunista de Stalin. A partir daí vemos um cenário completamente novo se desenrolando naquele universo. A proposta é mostrar toda a mudança cultural que o Superman traz para o mundo com sua aparição. No  decorrer da história somos apresentados a uma Rússia próspera em total ascensão com o maior herói do mundo a sua frente contra uma América liderada por Lex Luthor que aos poucos chega ao poder, casando-se com Lois Lane e tendo como missão pessoal derrotar o kriptoniano.

Outros personagens participam da história, como a Mulher Maravilha, também comunista e trazendo o apoio da Ilha Paraíso ao regime do Superman, o  Batman com uma história trágica também nessa realidade e Luthor ainda obcecado por derrotar o Superman. Também vemos personagens históricos como o próprio Stalin.

De maneira irônica, a HQ sugere que sem seu maior símbolo de poder e representação, a América não seria a grande potência de hoje. De modo geral, é uma mini-série que consegue promover reflexões em relação ao simbolismo do Superman, o capitalismo e sobre um sistema econômico diferente do nosso sem recair nos velhos clichês sobre a maldade dos comunistas
 
SUPERMAN: Entre a Foice e o Martelo (Superman: Red Son)
Roteiro: Mark Millar
Arte: Dave Johnsson
Editora: DC Comics (EUA), Panini Comics (Brasil)
Publicado originalmente em 2003

Texto de Diego Vieira
Administração Imagens Históricas
Um dos ícones máximos das revistas em quadrinhos, também representa muitos dos valores estadunidenses. Mas, partindo de uma premissa inovadora, Mark Millar usou personagens clássicos e temas políticos para responder a seguinte pergunta: E se o Super-Homem tivesse crescido na União Soviética?

Superman, além de ser o primeiro super herói, sempre foi um ícone da cultura dos EUA e de seu desenvolvimento. Contudo, e se o personagem fosse o marco de outra cultura? É o que propõe a mini-série Superman – Entre a foice e o martelo (Superman: The red son). Dividida em três partes, a história foi escrita por Mark Millar e tem desenhos de Dave Johnsson.

Não é uma premissa absurda dadas as circunstâncias em que o Super-Homem chegou à Terra. O bebê alienígena chamado de Kal-El vindo do planeta Krypton, chega aqui em uma cápsula espacial que cai nos Estados Unidos, mais precisamente no Kansas, na cidade de Smallville. Apenas uma pequena diferença no ângulo de entrada na atmosfera ou na velocidade da nave modificariam tudo. No caso do Superman: Red Son, a capsula caiu na União Soviética.

Ao invés do foguete de Kal-el cair na América capitalista, ele acaba caindo na Rússia comunista de Stalin. A partir daí vemos um cenário completamente novo se desenrolando naquele universo. A proposta é mostrar toda a mudança cultural que o Superman traz para o mundo com sua aparição. No decorrer da história somos apresentados a uma Rússia próspera em total ascensão com o maior herói do mundo a sua frente contra uma América liderada por Lex Luthor que aos poucos chega ao poder, casando-se com Lois Lane e tendo como missão pessoal derrotar o kriptoniano.

Outros personagens participam da história, como a Mulher Maravilha, também comunista e trazendo o apoio da Ilha Paraíso ao regime do Superman, o Batman com uma história trágica também nessa realidade e Luthor ainda obcecado por derrotar o Superman. Também vemos personagens históricos como o próprio Stalin.

De maneira irônica, a HQ sugere que sem seu maior símbolo de poder e representação, a América não seria a grande potência de hoje. De modo geral, é uma mini-série que consegue promover reflexões em relação ao simbolismo do Superman, o capitalismo e sobre um sistema econômico diferente do nosso sem recair nos velhos clichês sobre a maldade dos comunistas

SUPERMAN: Entre a Foice e o Martelo (Superman: Red Son)
Roteiro: Mark Millar
Arte: Dave Johnsson
Editora: DC Comics (EUA), Panini Comics (Brasil)
Publicado originalmente em 2003

domingo, 17 de fevereiro de 2013

Michael Jordan

‎"Sobre como tornou-se esse verdadeiro mito do esporte, Jordan comentou:
'Errei mais de 9.000 cestas e perdi quase 300 jogos.
Em 26 diferentes finais de partidas fui encarregado de jogar a bola que venceria o jogo... e falhei. Eu tenho uma história repleta de falhas e fracassos em minha vida.
E é exatamente por isso que sou um sucesso.' "

Michael Jordan, que hoje completa 50 anos de idade, marcando seu 20000º ponto, em 1993.

Jordan é considerado pela maioria dos especialistas como o melhor jogador de basquete de todos os tempos. Os seus fãs atribuem a Jordan uma combinação singular de graça, velocidade, raça, força, talento artístico, habilidade e um forte desejo de competição. Não há dúvidas de que Jordan redefiniu o conceito de "superstar" da NBA.

Michael Jeffrey Jordan nasceu no Brooklyn, Nova Iorque. Na escola, Jordan começou a desenvolver o seu interesse por esportes: jogou futebol americano, baseball e, claro, basquetebol. É engraçado notar que Jordan foi dispensado da equipe que representava a sua escola, por ser considerado baixo (na época tinha 1m80), mas seu irmão, que era mais alto, ficou na equipe.Em suas horas vagas ele costumava surfar em J-Bay com ondas de um metro a até trés metros.

Era conhecido por sua incrível capacidade de pontuar em suas participações marcantes nos concursos de enterradas. Essas enterradas, pulando da linha do lance-livre, renderam-lhe os apelidos de Air Jordan e His Airness. Além de tudo, Jordan foi um dos melhores marcadores que o basquete já viu. Venceu seu primeiro título da NBA em 1991, e depois em 92 e 93. Antes da temporada 93-94 depois de perder o pai, Jordan anunciou que deixava o basquete para jogar beisebol. Jogou uma temporada nos times da liga menor Birmingham Barons e Scottsdale Scorpions mas rapidamente voltou às quadras em 1995 e liderou o Chicago Bulls a mais 3 títulos consecutivos: 1996, 1997 e 1998. Em 1999 anunciou outra aposentadoria, mas voltou em 2001, dessa vez para o o Washington Wizards, onde jogou até 2003.

Foi eleito o MVP (jogador mais valioso) da temporada por cinco vezes. Foi cestinha da liga em 10 temporadas, maior ladrão de bolas por 3 vezes e eleito defensor do ano em 1988. A sua pontuação máxima num único jogo foi de 69 pontos, contra os Cleveland Cavaliers no dia 28 de Março de 1990. Um dos seus recordes mais marcantes e uma das provas da sua superioridade no basquete, é a sua média de pontos durante toda a carreira: 30,1 pontos em quinze temporadas.

Michael Jordan participou em dois Jogos Olímpicos, ganhando a medalha de ouro em ambos. Primeiro foi em Los Angeles, 1984, derrotando a Espanha na final ainda como universitário, e posteriormente, em 1992 em Barcelona, liderando a Dream Team original, provavelmente a melhor equipe de basquetebol da história. Atualmente, Michael Jordan é dono do time da NBA Charlotte Bobcats.

Sobre como tornou-se esse verdadeiro mito do esporte, Jordan comentou:
"Errei mais de 9.000 cestas e perdi quase 300 jogos.
Em 26 diferentes finais de partidas fui encarregado de jogar a bola que venceria o jogo... e falhei. Eu tenho uma história repleta de falhas e fracassos em minha vida.
E é exatamente por isso que sou um sucesso."

Foto: Getty Images
Texto de Diego Vieira
Administração Imagens Históricas

Justiça e Igualdade não são a mesma coisa

Foto

Lindas Aves vocês não acham ?

Saudades de Jogar Handebol

Para quem não sabe além de Blogueiro, também jogava handebol.
Eu era goleiro e sou apaixonado por Handebol, mas infelizmente não estou podendo jogar pois na minha cidade ainda não se decidiram o que irão fazer se vai ter ou não, mas se tiver quero jogar com raça e poder ajudar minha cidade a conquistar muitos títulos...

Alex Lopes Ozorio 

Saberes diferentes



Em um rio largo, de difícil travessia, havia um barqueiro que atravessava as pessoas de um lado para o outro. Em uma das viagens, iam um advogado e uma professora. Como quem gosta de falar muito, o advogado pergunta ao barqueiro:

- Companheiro, você entende de leis?
- Não! Respondeu o barqueiro.

E o advogado compadecido:
- É uma pena, você perdeu metade da vida!

A professora muito social entra em conversa:
- Seu barqueiro, você sabe ler e escrever?
- Também não. Responde o remador.
- Que pena! - lamenta-se a mestre. Você perdeu metade da vida.

Nisso chega uma onda bastante forte e vira o barco.
O canoeiro preocupado, pergunta:
- Vocês sabem nadar?
- Não! Respondem eles rapidamente.
- Então é uma pena.

E conclui o barqueiro
- Vocês perderam toda a vida!!!!

MORAL DA HISTÓRIA:

Valorize todas as pessoas com quem tem contato. Cada uma tem algo diferente para ensinar.

Mas que condescendência