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domingo, 17 de fevereiro de 2013

Saudades de Jogar Handebol

Para quem não sabe além de Blogueiro, também jogava handebol.
Eu era goleiro e sou apaixonado por Handebol, mas infelizmente não estou podendo jogar pois na minha cidade ainda não se decidiram o que irão fazer se vai ter ou não, mas se tiver quero jogar com raça e poder ajudar minha cidade a conquistar muitos títulos...

Alex Lopes Ozorio 

Saberes diferentes



Em um rio largo, de difícil travessia, havia um barqueiro que atravessava as pessoas de um lado para o outro. Em uma das viagens, iam um advogado e uma professora. Como quem gosta de falar muito, o advogado pergunta ao barqueiro:

- Companheiro, você entende de leis?
- Não! Respondeu o barqueiro.

E o advogado compadecido:
- É uma pena, você perdeu metade da vida!

A professora muito social entra em conversa:
- Seu barqueiro, você sabe ler e escrever?
- Também não. Responde o remador.
- Que pena! - lamenta-se a mestre. Você perdeu metade da vida.

Nisso chega uma onda bastante forte e vira o barco.
O canoeiro preocupado, pergunta:
- Vocês sabem nadar?
- Não! Respondem eles rapidamente.
- Então é uma pena.

E conclui o barqueiro
- Vocês perderam toda a vida!!!!

MORAL DA HISTÓRIA:

Valorize todas as pessoas com quem tem contato. Cada uma tem algo diferente para ensinar.

Mas que condescendência

Um trecho



“Para algumas pessoas, o mundo é tão incompreensível quanto o coelho que um mágico tira de uma cartola que, há poucos instantes, estava vazia.
No caso do coelho, sabemos perfeitamente que o mágico nos iludiu. Quando falamos sobre o mundo, as coisas são um pouco diferentes. Sabemos que o mundo não é mentira ou ilusão, pois estamos vivendo nele, somos parte dele.
No fundo, somos o coelho branco que é tirado da cartola. A única diferença entre nós e o coelho branco é que o coelho não sabe que está participando de um truque de mágica. Conosco é diferente. Sabemos que estamos fazendo parte de algo misterioso e gostaríamos de poder explicar como tudo funciona.”

('O mundo de Sofia' - Jostein Gaarder)

Infelizmente estava em um aquário.

Uma baleia Beluga tornou-se uma sensação em um aquário depois de aprender a soprar auréola em forma de bolhas. A visão extraordinária foi capturado na câmera do fotógrafo Hiroya Minakuchi no aquário Shimane, no Japão.Foto: Infelizmente estava em um aquário.

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Uma baleia Beluga tornou-se uma sensação em um aquário depois de aprender a soprar auréola em forma de bolhas. A visão extraordinária foi capturado na câmera do fotógrafo Hiroya Minakuchi no aquário Shimane, no Japão.

Como tem animais bonito

Foto

Vai entender este país

Foto

(Diário de uma paixão)


..o melhor amor é aquele que acorda a alma
e nos faz querer mais,
que coloca fogo em nossos corações
e traz paz as nossas vidas,
foi isso que você fez comigo
e era isso que eu queria ter feito com você pra sempre...

Nicholas Sparks

sábado, 16 de fevereiro de 2013

Dois



Dois...
Apenas dois.
Dois seres...
Dois objetos patéticos.
Cursos paralelos
Frente a frente...
...Sempre...
...A se olharem...
Pensar talvez:
“Paralelos que se encontram no infinito...”
No entanto sós por enquanto.
Eternamente dois apenas.

Pablo Neruda

O teu riso


Tira-me o pão, se quiseres,
tira-me o ar, mas não
me tires o teu riso.

Não me tires a rosa,
a lança que desfolhas,
a água que de súbito
brota da tua alegria,
a repentina onda
de prata que em ti nasce.

A minha luta é dura e regresso
com os olhos cansados
às vezes por ver
que a terra não muda,
mas ao entrar teu riso
sobe ao céu a procurar-me
e abre-me todas
as portas da vida.

Meu amor, nos momentos
mais escuros solta
o teu riso e se de súbito
vires que o meu sangue mancha
as pedras da rua,
ri, porque o teu riso
será para as minhas mãos
como uma espada fresca.

À beira do mar, no outono,
teu riso deve erguer
sua cascata de espuma,
e na primavera , amor,
quero teu riso como
a flor que esperava,
a flor azul, a rosa
da minha pátria sonora.

Ri-te da noite,
do dia, da lua,
ri-te das ruas
tortas da ilha,
ri-te deste grosseiro
rapaz que te ama,
mas quando abro
os olhos e os fecho,
quando meus passos vão,
quando voltam meus passos,
nega-me o pão, o ar,
a luz, a primavera,
mas nunca o teu riso,
porque então morreria.


Pablo Neruda