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domingo, 10 de fevereiro de 2013
sábado, 9 de fevereiro de 2013
Uma frase passeada em "Um Pequeno Príncipe"
Esse é o texto da Tatoo:
"Vê-se claramente somente com o coração.
O essencial é invisível para os olhos.
Os homens esqueceram essa verdade.
Mas você não deve esquecê-lo.
Você se torna eternamente responsável por aquilo que cativas." - O pequeno príncipe
"Vê-se claramente somente com o coração.
O essencial é invisível para os olhos.
Os homens esqueceram essa verdade.
Mas você não deve esquecê-lo.
Você se torna eternamente responsável por aquilo que cativas." - O pequeno príncipe

Mais uma grande realidade
Galera como vocês sabem no Nordeste está uma grande seca e ninguém comenta nada e neste vídeo da TV-Revolta está falando um pouco sobre isto, vale a pena ver isto....
Beleza
Neste crisol do coração, Beleza
Que iluminas a nossa noite escura,
És a Bondade — que se fez Grandeza
E a Dor sofrida — que se fez Doçura.
És a muda expressão da Natureza;
Beijo no amor, sorriso na candura,
Prece na morte, pranto na tristeza
E, para os poetas, mística tortura.
Ninfeia azul no pântano estagnado,
Flores brotando na aridez das lousas,
Ou mistério no páramo estrelado,
Em tudo o que nos cerca, tu repousas,
Porque a Beleza é Deus manifestado,
A nos sorrir pela expressão das cousas.
[Afonso Schmidt]
Que iluminas a nossa noite escura,
És a Bondade — que se fez Grandeza
E a Dor sofrida — que se fez Doçura.
És a muda expressão da Natureza;
Beijo no amor, sorriso na candura,
Prece na morte, pranto na tristeza
E, para os poetas, mística tortura.
Ninfeia azul no pântano estagnado,
Flores brotando na aridez das lousas,
Ou mistério no páramo estrelado,
Em tudo o que nos cerca, tu repousas,
Porque a Beleza é Deus manifestado,
A nos sorrir pela expressão das cousas.
[Afonso Schmidt]
Como surgiu a maior festa do país
Todo início de ano o Brasil torna-se o palco principal da maior festa popular do mundo. Nesse período todas as regras ficam suspensas e o evento transforma-se em uma verdadeira fábrica de sonhos. Suas celebrações envolvem a todos em uma grande mistura de raças, credos e classes. Mas poucos sabem de onde surgiu a folia que hoje contagia uma nação inteira.
A base do Carnaval, mesmo que não comprovada cientificamente, é encontrada nos cultos agrários do tempo da descoberta da agricultura, com suas danças, máscaras, adereços, orgias e libertinagens. Mais tarde o modelo passou por Roma e Grécia, como uma válvula de escape da nobreza e dos escravos, o culto ao corpo sem culpa.
Porém, foi quando surgiu o conhecido entrudo, na Europa, que a folia tomou formas mais parecidas com a vista nos dias de hoje. Durante festa, que acontecia no período anterior à quaresma, as pessoas jogavam umas nas outras ovos, água e farinha. O hábito traduzia a liberdade, o que ainda marca a festa nos dias de hoje.
No Brasil, era necessário manter a corte e a plebe distraídas. Em busca disso, surgiram as primeiras festas por volta de 1579. O primeiro registro brasileiro é o “Auto das Onze Mil Virgens”, onde é encontrado um modelo semelhante a um carro alegórico. O primeiro desfile carnavalesco, entretanto, ocorreu em março de 1641, na Rua Direita (hoje, 1º de Março, no Centro do Rio). Durante esta celebração, com a presença de dois carros alegóricos, desfilaram diversos homens encapuzados.
O entrudo chegou ao Brasil por volta de 1723, e junto a ele os editais de proibições devido aos desastres ocorridos durante a brincadeira. Os editais nunca foram respeitados. Por volta de 1885 foi acrescido à água a groselha, o vinho, o vinagre e os perfumes. O século XX trouxe uma nova mentalidade para o país, e a sociedade passou a frequentar os corsos, blocos e as grandes sociedades. As seringas e bisnagas foram, finalmente, substituídas pelos confetes e serpentinas.
Em 1825 surgiram os bailes carnavalescos. Inicialmente organizados como festas particulares, logo saíram de cena devido aos altos custos e à veiculação errada de sua imagem, apresentada como orgias sexuais. Por volta dos anos 1850 surge o Zé Pereira, grupo de amigos que saíam às ruas do centro do Rio de Janeiro, ao som de zabumbas e tambores, sendo seguidos por um grande público. Foi o marco das primeiras folias do Momo.
Os cordões surgiram por volta de 1870, como uma evolução do Zé Pereira. Os grupos disputavam seus estandartes — coroas oferecidas pelos donos das funerárias. Os cordões passavam e faziam suas homenagens aos “julgadores” e suas famílias, caso este gostasse de sua apresentação colocava uma coroa no estandarte do grupo.
Em 1965, com a evolução da folia, os blocos carnavalescos se fortalecem e fundam a Federação dos Blocos Carnavalescos, quando passam a desfilar junto às escolas de samba no sábado, segunda e terça-feira. Em 1987, com o forte crescimento das escolas de samba, os blocos deixam de desfilar, mas tornam-se cada vez mais uma grande força no Carnaval carioca.
Há quatro séculos e meio o povo brasileiro esbanja um espírito alegre e festeiro, extraindo das dificuldades as cores da folia. A festa passou pelo entrudo, os bailes carnavalescos, o Zé Pereira, o corso, banho de mar à fantasia, cordões carnavalescos, grandes sociedades, blocos carnavalescos até finalmente ir parar nas passarelas conhecidas como “Sambódromos”.
Hoje, os quatro dias oficiais da folia são preenchidos por bailes populares, blocos de rua, e grandes festas, entretanto, o desfile das escolas de samba continua sendo o ponto alto de todo o show. A cada ano as disputas ficam mais acirradas, e o desfile, um espetáculo ainda mais bonito aos olhos de quem vê. Um trabalho intenso, confeccionado ao longo de um ano inteiro, com a dedicação e empenho de cada personagem da escola.
Tomará que eu esteva vivo para ver isto acontecer
Eu ainda acredito que um dia irei ver A ESCOLA PÚBLICA CAMPEÃ UM DIA
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