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Medida segue cláusula contratual após venda de participação na fábrica
A Lotus anunciou uma paralisação da produção de seus novos modelos pelo prazo de 60 dias. Isso porque o governo da Malásia – país onde a marca está localizada - vendeu sua participação na Proton, empresa parceira da Lotus.
Com a negociação, um contrato prevê que todas as atividades da empresa sejam paralisadas até que as partes envolvidas entrem em comum acordo em relação ao futuro dos negócios da Lotus.
Assim, a marca será forçada a adiar o lançamento de modelos como o Exige S, Evora GTE e o sucessor do Esprit. Segundo Dany Bahar, CEO da Lotus, já há conversas em andamento com a DRB-Hicom, nova proprietária da Proton, para assegurar que o desenvolvimento dos esportivos continue.
O Bradesco aparece no topo da lista das empresas com maior número de reclamações feitas ao Procon-SP, órgão vinculado à Secretaria da Justiça e da Defesa da Cidadania do Estado de São Paulo. É o que mostra um levantamento divulgado hoje, Dia Internacional dos Direitos do Consumidor, pela secretária da Justiça e da Defesa da Cidadania Estado de São Paulo, Eloisa de Sousa Arruda, e pelo diretor-executivo do Procon-SP, Paulo Arthur Lencioni Góes, e que faz parte do Cadastro de Reclamações Fundamentadas em 2011.
O Bradesco lidera a lista com 1.723 reclamações. Em segundo lugar, com 1.574 reclamações, aparece no ranking a B2W - empresa responsável pelos sites de e-commerce Americanas.com, Submarino e Shoptime. Itaú Unibanco é o terceiro colocado, com 1.383, seguido por LG, com 1.164, e TIM, com 937 queixas.
A lista contém apenas reclamações fundamentadas, ou seja, demandas de consumidores que não foram solucionadas, sendo necessária a abertura de processo administrativo para serem trabalhadas pelo órgão junto aos fornecedores.
DAMASCO — A revolta na Síria entra nesta quinta-feira em seu segundo ano com um aumento da violência diante de um regime determinado a esmagar o movimento, encorajado pelo impasse diplomático e pelas divergências internacionais.
Manifestações de apoio ao presidente Bashar al-Assad reuniram milhares de pessoas em Damasco, Aleppo (norte) e em outras cidades do país.
Segundo a agência oficial Sana, "milhares de sírios desfilaram desde a manhã (...) para dizer ao mundo que o povo sírio escolheu a unidade nacional e a estabilidade longe das ingerências e das ordens estrangeiras".
Por sua vez, militantes anti-regime convocaram protestos por vários dias na Síria e no mundo para exigir, mais uma vez, a saída de Assad, o único chefe de Estado entre os que foram contestados durante a Primavera Árabe que ainda está no poder.
Mas as manifestações contrárias ao regime foram dispersadas pelas forças de segurança, segundo os Comitês Locais de Coordenação (LCC), que coordenam o protesto no local.
Durante um dos protestos em favor das autoridades, sob o slogan "Pelas vidas perdidas nos combates pela Síria", uma manifestante afirmou à TV estatal: "Depois de um ano de pressão sobre a Síria, queremos que escutem a nossa voz: 'Deixem a Síria em paz'".
O regime não reconhece a revolta e acusa o movimento de "terrorismo".
Enquanto isso, os militantes afirmam que a violência já matou 9.000 pessoas, em sua maioria civis, desde o dia 15 de março de 2011, data do início da revolta, que é, desde então, reprimida duramente.
Segundo o Observatório Sírio de Direitos Humanos (OSDH, com sede na Grã-Bretanha), perderam a vida 9.113 pessoas, entre elas 6.645 civis, 1.991 militares e membros dos serviços de segurança e 471 rebeldes.
"Este é o mais trágico e mais incerto levante árabe", comentou em um comunicado Peter Harling, do International Crisis Group.
Hoje, o regime intensificou suas ofensivas militares contra os redutos rebeldes, após a retomada do bairro de Baba Amr, em Homs, no dia 1º de março, e da cidade de Idleb (noroeste), na terça-feira.
Nesta quinta-feira, cinco pessoas foram mortas em Idleb e 23 corpos, com marcas de tortura e execução sumária, foram encontrados na mesma área, informou o OSDH.
A Human Rights Watch (HRW) denunciou uma política de "terra queimada". Em Idleb, o exército atirou "sem distinção", antes de realizar "prisões, após revistar e roubar casa por casa e queimar habitações", segundo HRW, citando testemunhas e evocando 114 civis mortos durante as ofensivas.
Paralelamente, mil sírios, entre eles um general do exército, chegaram nas últimas 24 horas à Turquia, elevando para 14.700 o número de refugiados no país, segundo Ancara, acusando a Síria de colocar minas terrestres ao longo da fronteira para impedir a passagem dos refugiados.
Segundo a ONU, mais de 30 mil sírios fugiram da repressão e se refugiaram em países vizinhos, além disso, cerca de 200 mil foram para o interior do país.
Os apelos pelo fim da violência continuam. Nesta quinta-feira, 200 organizações de defesa dos direitos Humanos pediram que a ONU e a Rússia, principal aliada do regime, façam algo para acabar com o derramamento de sangue.
"Durante um ano, o número de mortos na Síria chegou a um nível horripilante de mais de 8 mil mortos, entre as vítimas centenas de crianças. Não é o momento que o mundo, em uníssono, empreenda esforços eficazes para parar com isso?", declarou Ziad Abdel Tawab, do Instituto do Cairo para os Direitos Humanos.
Dividida, a comunidade internacional se contenta em condenar regularmente o assassinato de civis, sem esconder sua reticência quanto à ideia de uma intervenção militar ou do envio de armas à rebelião.
O ministro francês das Relações Exteriores, Alain Juppé, estimou que fornecer armas à oposição traria o risco de provocar uma guerra civil.
Na quarta-feira, o primeiro-ministro David Cameron preveniu que o regime enfrentaria uma "guerra civil" caso continue com a repressão.
Na Turquia, um "Comboio da Liberdade", composto por centenas de pessoas, partiu na manhã desta quinta-feira de Gaziantep (sudeste) para levar ajuda Humanitária à Síria, mas foi bloqueado na cidade fronteiriça de Kilis, constatou a AFP.
Uma delegação dos organizadores que ocupava dois veículos foi escoltada pela polícia turca até o posto alfandegário situado na saída de Kilis, onde foi informada sobre a proibição de entrar na Síria, indicou um deles.
No decorrer dos meses, as manifestações pacíficas foram substituídas pela militarização da revolta. Milhares de desertores, reunidos no Exército Sírio Livre (ASL), escolheram pegar em armas contra o regime.
"Assad matou tanta gente que ele merece um futuro pior do que o de Kadhafi", morto logo após a sua captura em outubro de 2011 pelos rebeldes, após oito meses de conflito armado, declarou à AFP o número 2 do ASL, Ammar al-Wawi.
Contudo, o ASL possui "apenas kalachnikovs e armas de pequeno porte" para enfrentar os tanques e a artilharia de 300 mil soldados do exército sírio, reconheceu.
Além da inferioridade militar, a oposição também está dividida. Três membros do Conselho Nacional Sírio (CNS) abandonaram o grupo evocando "divergências" e a "ineficiência" da principal coalizão de oposição.
O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) manteve a projeção de que não haverá reajuste da gasolina no acumulado de 2012.
De acordo com a ata da última reunião do Copom, em que a taxa básica de juros foi reduzida para 9,75% ao ano, “os choques identificados, e seus impactos, foram reavaliados de acordo com o novo conjunto de informações disponível. O cenário considerado nas simulações também levou o comitê a manter outras projeções”.
Foram mantidas também as estimativas de aumento das tarifas de telefonia fixa e de eletricidade, para o acumulado de 2012, em 1,5% e 2,3%, respectivamente. Também houve estabilidade na projeção de reajuste, construída item a item, para o conjunto de preços administrados por contrato e monitorados para o acumulado de 2012, que permaneceu em 4%.
Para o próximo ano, a expectativa de reajuste para o conjunto de preços administrados por contrato e monitorados foi reduzida para 4,5%, ante os 4,6% previstos na ata anterior. Essa projeção se baseia em modelos “que consideram, entre outras variáveis, componentes sazonais, variações cambiais, inflação de preços livres e inflação medida pelo Índice Geral de Preços [IGP]”.
BRASÍLIA, 15 Mar (Reuters) - Depois de aprovar um projeto como o Ficha Limpa, que trata da inelegibilidade em eleições, o Brasil precisa avançar em uma lei semelhante para os mais de 20 mil ocupantes de cargos de confiança do governo, sugere a presidente do Conselho de Administração Internacional da Transparência Internacional, Huguette Labelle.
Em entrevista exclusiva à Reuters, Labelle classificou o projeto de iniciativa popular como "um exemplo maravilhoso de mobilização da sociedade civil".
"(O Ficha Limpa) é uma ideia interessante para outros países olharem e de se acompanhar", afirmou ela, acrescentando ser uma proposta "simples" que mostra uma sociedade civil "vibrante".
Labelle, que se reuniu nesta quarta-feira com a presidente Dilma Rousseff, no Palácio do Planalto, sugeriu que seria bom ampliar o escopo da medida.
"Estender as mesmas provisões aos 20 mil funcionários de confiança do governo é mais razoável", disse ela.
A executiva sugeriu ainda que, como o Brasil está investindo muito em obras de infraestrutura para a Copa do Mundo de 2014 e a Olimpíada de 2016, valeria a pena "gastar algum dinheiro" com ferramentas de monitoramento e controle.
"Porque não é apenas uma empresa, são várias e vários níveis... E você precisa ter certeza que os responsáveis pelo controle não estão apenas olhando para papéis", afirmou.
Segundo ela, um dos setores mais delicados e que mais exigem controle contra corrupção é o da construção civil. "Há muito dinheiro, os perigos são mais altos", disse.
Ela disse ser essencial que se introduza um sistema de transparência total, mas elogiou as medidas tomadas pela CGU (Controladoria Geral da União).
"Quem passa dinheiro por baixo da mesa acaba cobrando a conta. Não há filantropia nesta área", afirmou ela.
Perguntada sobre a imagem de Dilma como uma presidente que "faxina" ministros envolvidos em denúncias de irregularidades, Labelle disse que o que importa são as "ações" e que, neste aspecto, Dilma demonstrou até agora ter "coragem".
"O que é importante para qualquer líder não é apenas dizer que se compromete em combater a corrupção e com a transparência antes, nas eleições, ou mesmo durante o tempo no cargo. São as ações que se seguem. Por meio de suas ações, (Dilma) mostrou que seus comprometimentos se transformaram em ações."
A conversa foi também um convite da organização para que a presidente brasileira participe da 15a Conferência Internacional Anticorrupção, que ocorrerá em Brasília em novembro.
Labelle disse ainda que outro passo adicional a ser dado pelo Brasil é garantir que os governos municipais e estaduais tenham as ferramentas e os incentivos necessários para serem mais transparentes e deterem corrupção.
Em ranking da própria organização que mediu a percepção da corrupção em 2011 entre 183 nações, o Brasil ficou em 73o lugar, com nota 3,8. Em primeiro lugar está a Nova Zelândia, com nota 9,5. Na América Latina, o melhor colocado em 2011 foi o Chile, com nota 7,2.
PEQUIM — Um carismático líder do Partido Comunista da China (PCC), Bo Xilai, que ganhou fama tentando reavivar antigos lemas e cânticos revolucionários, caiu em desgraça nesta quinta-feira, em uma punição que revela as lutas internas do regime a poucos meses de uma transferência de comando geracional.
Bo Xilai, de 62 anos, foi destituído de suas funções de secretário-geral do PCC do município autônomo de Chongqing (sudoeste), uma megalópole de 33 milhões de habitantes, informou a agência oficial Nova China (Xinhua).
O anúncio foi feito um dia após o primeiro-ministro Wen Jiabao advertir que o bloqueio das reformas políticas poderia desencadear um caos similar ao da Revolução Cultural, uma gigantesca ofensiva lançada em 1966 por Mao Tsé-Tung contra seus adversários, acusados de seguir a "via capitalista".
As reformas políticas apontam essencialmente a dar maior transparência e a instituir um Estado de direito neste país de 1,3 bilhão de habitantes, que, graças às reformas econômicas lançadas após a morte de Mao, em 1976, se converteu na segunda maior economia mundial.
Bo Xilai, que anteriormente empenhou a função de ministro de Comércio, era considerado até pouco tempo um firme candidato para ingressar neste ano no Comitê Permanente do Burô Político do PCC, epicentro do poder.
Segundo analistas, Bo se indispôs com a ala liberal do PCC por ter lançado uma campanha contra a corrupção de grande envergadura e com forte carga ideológica.
Converteu-se em um grande incentivador de uma moda "retrô revolucionária", que incluiu o envio de funcionários públicos para trabalhar no campo (como na época de Mao), a imposição de cânticos revolucionários nas empresas estatais e a difusão de programas televisivos patrióticos.
Mas o golpe que comprometeria sua carreira veio do escândalo provocado em fevereiro, quando seu ex-chefe de política Wang Lijun, conhecido por seus métodos categóricos na operação "Mãos Limpas", passou várias horas no consulado dos Estados Unidos na cidade, supostamente para pedir asilo.
O incidente nunca foi esclarecido publicamente e Wang está oficialmente desde então sob investigação judicial.
Para os analistas, Bo já era alvo há tempos dos muitos inimigos que reuniu ao longo de sua carreira.
"Incomodou muita gente poderosa com sua campanha anticorrupção e os liberais com suas canções revolucionárias", comentou um diplomata ocidental.
Um acadêmico chinês, Guo Yingjie, considerou que a queda de Bo poderia ilustrar uma intensificação da luta entre liberais e conservadores, cujas figuras máximas são, respectivamente, o primeiro-ministro Wen e o presidente chinês e secretário-geral do PCC Hu Jintao.
Bo Xilai era desde 2007 um dos 25 membros do Burô Político do PCC, mas agora perdeu qualquer esperança de chegar à Comissão Permanente desta instância, que substituirá no próximo outono boreal sete de seus nove membros, incluindo Wen e Hu, no âmbito do revezamento geracional.
Estes líderes também cederão, em março de 2013, suas funções no Governo chinês.
A queda em desgraça de Bo Xilai pode favorecer a ala reformista, segundo os analistas.
Bo Xilai é filho de Bo Yibo, um dos primeiros companheiros de armas de Mao, que, no entanto, caiu em desgraça e sofreu na prisão durante a Revolução Cultural (1966-76). O próprio Bo Xilai foi enviado a trabalhos forçados no campo e sua mãe foi morta a golpes.
Após a morte de Mao e a ascensão de Deng Xiaoping, o pai das reformas econômicas, Bo Yibo foi reabilitado e se converteu em um dos homens mais poderosos da China, o que deu ao seu filho um impecável pedigree revolucionário que até agora havia lhe servido como uma sólida blindagem política.
Em Chongqing, Bo Xilai foi substituído por Zhang Dejiang, um vice-primeiro-ministro, segundo a informação da Nova China, que não deu nenhuma explicação sobre estas mudanças.
O jornal britânico The Guardian publicou e-mails apresentados como escritos ou recebidos por Bashar al-Assad, entre março de 2011 e fevereiro de 2012, antes de cair nas mãos de uma "fonte da oposição síria".
Alguns textos demonstram que o presidente sírio foi aconselhado pelo Irã na repressão da revolta. As mensagens sugerem uma oferta de exílio do Qatar, e ilustram o luxuoso estilo de vida de Assad e da mulher dele, Asma.
Os e-mails também mencionam compras milionárias, pela internet, feitas pela primeira-dama. Entre os objetos adquiridos estão candelabros e mesas. No site do jornal, a publicação admite que "é impossível descartar totalmente a possibilidade de falsificações" entre as 3 mil mensagens eletrônicas. Mas ressalta que as verificações parecem confirmar a autenticidade.
A Justiça do Egito indiciou nesta quinta-feira 75 acusados de envolvimento em confrontos que deixou 74 mortos em um estádio de futebol no mês passado. Entre os indiciados há nove policiais acusados de ser cúmplices de assassinato no tumulto de 1º de fevereiro em Port Said.
Os demais indiciados são torcedores acusados de assassinato. Os confrontos aconteceram depois que torcedores invadiram o campo após o fim do jogo em que o clube Masry conseguiu um rara vitória por 3 a 1 contra o al-Ahly. Os dois times têm um histórico de rivalidade, mas a violência teria se acirrado porque os policiais demoraram para conter os torcedores.
Em comunicado, a procuradoria-geral do Egito afirmou que os nove policiais são cúmplices de assassinato porque sabiam que torcedores do Masry planejavam atacar os rivais.
Muitos deles eram criminosos fichados que se prepararam para o massacre levando facas, pedras e explosivos para o estádio.
Segundo a promotoria, a polícia teria permitido a entrada de mais torcedores do Masry que o permitido e deixado de revistá-los, além de não ter agido para pôr fim à violência.
“Os policiais falharam em tomar qualquer medida capaz de manter a segurança, proteger vidas e a propriedade", disse o comunicado, esclarecendo que as acusações foram feitas com base em imagens de vídeo e depoimentos de suspeitos.
Os confrontos em Port Said aumentaram a tensão política no Egito e reforçaram a sensação de que a junta militar que governa o país não conseguiu restaurar a ordem, um ano após a queda do ex-presidente Hosni Mubarak.
Torcedores do al-Ahly, conhecidos como “ultras”, disseram que a falta de ação das forças de segurança durante o tumulto foi uma “retaliação” pelo papel da torcida na revolta que forçou a queda de Mubarak, em fevereiro de 2011. Após o jogo, novos protestos e choques entre policiais e manifestantes aconteceram no Cairo.
Com AP
ANCARA — Quase mil sírios, incluindo um general desertor, fugiram do conflito no país e buscaram refúgio na Turquia nas últimas 24 horas e o total de refugiados se aproxima de 15.000, segundo Ancara, que confirmou a presença de minas do lado sírio da fronteira.
"O número de refugiados sírios aumentou a mil em um dia e chegou a 14.700", afirmou Selçuk Ünal, porta-voz do ministério das Relações Exteriores, durante uma entrevista coletiva em Ancara, no dia em que a revolta na Síria contra o regime de Bashar al-Assad completa um ano.
"O governo sírio tem colocado minas, adotado medidas medidas para não permitir que os refugiados cruzem a fronteira", disse o vice-premier turco Besir Atalay.
Entre os refugiados que chegaram ao país nas últimas horas está um general do Exército sírio que se uniu aos desertores na Turquia agrupados sob a bandeira do Exército Sírio Livre (ESL), que dispõe de uma base em Hatay (sul), onde ficam os campos de refugiados.
Um grupo de 700 pessoas chegou à Turquia na quarta-feira, marcando um importante aumento na quantidade de sírios que se refugiam no território turco desde o início da rebelião síria.
Os applemaníacos já sabem muito bem o que vão fazer nesta sexta-feira (16). Bom, pelo menos os viciados nos produtos da Apple que estão nos Estados Unidos, Austrália, Canadá, França, Alemanha, Hong Kong, Japão, Singapura, Suíça e Reino Unido já marcaram a data na agenda. É que a terceira geração do iPad chegará às lojas de varejo e na Apple Online Store às 8h, horário local. O lançamento do tablet foi realizado no último dia 7 de março, pelo atual CEO da empresa, Tim Cook.
A empresa está chamando o produto apenas de novo iPad, e não de iPad 3. O tablet possui várias novidades: tela, chip A5X, câmerda de megapixels para capturar fotos e vídeos em HD 1080p. A Apple garante que tudo isso se manterá com uma bateria que aguenta o mesmo que a versão passada, de 10 horas durante todo o dia.
Os modelos Wi-Fi estarão disponíveis em preto ou branco. Segundo as informações da Apple, o preço de varejo sugerido de US$ 499 para o modelo de 16GB, US$ 599 para o modelo de 32GB, e US$ 699 para o modelo de 64GB. O iPad Wi-F 4G para redes super-rápidas 4G LTE nos EUA e Canadá e redes rápidas 3G em todo o mundo estarão disponíveis por um preço sugerido de US$ 629 para o modelo de 16GB, US$729 para o modelo de 32GB e US$ 829 para o modelo 64GB.
O novo iPad estará disponível a partir do dia 23 de março na Áustria, Bélgica, Bulgária, República Tcheca, Dinamarca, Finlândia, Grécia, Hungria, Islândia, Irlanda, Itália, Liechtenstein, Luxemburgo, Macau, México, Holanda, Nova Zelândia, Noruega, Polônia, Portugal, Romênia, Eslováquia, Eslovênia, Espanha e Suécia. Ainda não há previsão da venda do tablet no Brasil.