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sexta-feira, 25 de maio de 2012

Grazi Massafera deve ter alta no sábado


Grazi Massafera e Cauã Reymond gravando comercial pra Suvinil (Foto: Reprodução)Grazi Massafera e Cauã Reymond


Grazi Massafera e Cauã Reymond já já vão poder levar a filhinha Sofia para casa. Segundo uma fonte da maternidade Perinatal, onde ela deu à luz, ouvida peloEGO, tudo está correndo como previsto e a atriz deve ter alta no sábado, 26.

De acordo com a mesma fonte, na tarde desta sexta-feira, 25, Grazi recebeu flores de Fausto Silva e de Xuxa para parabenizá-la pelo nascimento da bebê.

Grazi Massafera deu à luz na noite desta quarta-feira, 23, na maternidade Perinatal, da Barra da Tijuca, na Zona Oeste do Rio de Janeiro. Apesar do esforço da atriz para ter parto normal, Sofia acabou nascendo de cesárea.

Sofia, a primeira filha de Grazi com Cauã Reymond, chegou ao mundo às 23h37, com 4,135 kg e 50 cm. "Todos passam bem", informou a assessoria da maternidade. A atriz guardou as células tronco da menina.

ONU cobra respeito aos direitos humanos durante preparativos da Copa



O respeito aos direitos humanos durante os preparativos para os grandes eventos que o Brasil vai sediar, como a Copa do Mundo de 2014 e as Olimpíadas de 2016, é uma das grandes preocupações do Conselho de Direitos Humanos (CDH) da Organização das Nações Unidas (ONU). O Brasil passou hoje (25) pela segunda revisão do Mecanismo de Revisão Periódica Universal (RPU), em Genebra (Suíça), onde apresentou um relatório sobre a situação dos direitos humanos no país.

A revisão foi conduzida por um grupo de trabalho composto por 47 Estados-Membros do CDH. Os três países relatores - China, Polônia e Equador – vão preparar o documento final. Para o CDH, o Brasil precisa estar atento à restruturação urbana em avanço para grandes eventos a fim de prevenir os despejos forçados. Desde o ano passado, comitês populares denunciam remoções forçadas nas cidades que vão receber a Copa.

Outros problemas levantados durante a reunião foram as execuções extrajudiciais feitas pela polícia brasileira, a violência doméstica e contra a mulher, a proteção de defensores de direitos humanos e os direitos de povos indígenas e quilombolas.

Entre os pontos positivos avaliados pelo conselho são as ações de combate à pobreza, as políticas de combate à Aids, os esforços de redução da mortalidade e desnutrição infantis, além da criação da Comissão da Verdade, da implementação da Lei de Acesso à Informação e a criação do Conselho Nacional de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais (LGBT).

De acordo com a ministra da Secretaria de Direitos Humanos, Maria do Rosário, o Brasil recebeu recomendações muito importantes e os esforços que o país vem fazendo para garantir os direitos humanos da população foram reconhecidos. “Hoje, 78 países se inscreveram e usaram a palavra [durante a reunião] e a maioria tem a mesma opinião e reconhece o esforço brasileiro para inclusão social e econômica”.

Após a apresentação do relatório, o CDH fez algumas recomendações ao Brasil, como a criação de medidas eficazes contra os homicídios cometidos por policiais e de ações para combater os chamados esquadrões da morte, ativos em alguns estados. A ONU também pediu ao Brasil que coloque defensores públicos em todos os locais de detenção, além da criação de um sistema de proteção para os juízes sob ameaça. “O Brasil se comprometeu a dar sequencia a essas políticas”, disse Maria do Rosário à Agência Brasil.

Todos os 193 países-membros das Nações Unidas são submetidos ao mecanismo a cada quatro anos e meio, o que representa uma inovação do sistema internacional de proteção dos direitos humanos. O documento, denominado 2º Relatório Nacional do Estado Brasileiro, apresentado hoje, pode ser lido na íntegra no sitewww.sdh.gov.br da Secretaria de Direitos Humanos.

Mercadante afirma que Enem 2012 terá custo maior ao governo



O ministro da Educação, Aloizio Mercadanteafirmou, nesta sexta-feira (25), que as mudanças feitas pelo MEC (Ministério da Educação) na edição do Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) 2012, para garantir melhores mecanismos contra fraude e um sistema mais justo de correção, vai acarretar em um custo maior para o governo, principalmente por causa da contratação de mais funcionários para trabalhar na aplicação e correção das provas.

Em 2011, o exame custou R$ 238,5 milhões para ser produzido. O orçamento para fazer a edição 2012 ainda não foi divulgado. "Vai ter um aumento de custo principalmente porque nós aumentamos o rigor da fiscalização e, sobretudo, o aumento nos corretores", disse Mercadante em frente à Empresa Brasil de Comunicação (EBC), após gravar o programa Bom Dia, Ministro, em Brasília. O número vai aumentar 40%, segundo ele, de 3 mil para 4.200 corretores.

Ele afirmou, porém, que o aumento dos gastos é justificado. "É um custo muito menor do que os erros que nós podemos ter", afirmou. Segundo o ministro, o MEC vai divulgar em julho o manual de orientação aos candidatos sobre a redação do exame, que terá as inscrições abertas na próxima segunda-feira (28). saiba mais

O manual servirá como guia para que os candidatos entendam as mudanças no sistema de correção da redação. A partir deste ano, a redação será corrigida por dois corretores de forma independente, sem que um conheça a nota atribuída pelo outro. A nota final é composta de cinco notas, que avaliam competências específicas do candidato.

A nota final corresponde à média aritmética simples das notas atribuídas pelos dois corretores. Caso haja discrepância de 200 pontos ou mais na nota final atribuída pelos corretores (em uma escala de 0 a 1.000), ou de 80 pontos ou mais em pelo menos uma das competências, a redação passará por um terceiro corretor, em um mecanismo que o Inep chama de "recurso de oficio". Se a discrepância persistir, uma banca certificadora composta por três avaliadores examinará a prova. Os candidatos poderão solicitar vistas da correção, porém não poderão pedir a revisão da nota.

Outra novidade na redação é o acesso dos candidatos à correção da prova. "Fizemos um acordo na Justiça para que todos os alunos tenham acesso à redação após o exame, para que cada um receba [a prova] para fins pedagógicos", disse Mercandante.

IBGE: 2,6% das calçadas de Teresina possuem rampas para cadeirantes

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou nesta sexta-feira (25) os dados da pesquisa “Características Urbanísticas do Entorno dos Domicílios”. Entre as conclusões: Teresina possui apenas 2,6% das calçadas com rampa para cadeirantes.





O estudo integra os dados do Censo 2010. Entre os pontos destacados estão a iluminação pública, a pavimentação das ruas, identificação dos logradouros, presença de bueiros e bocas de lobo, arborização, depósito ou acúmulo de lixo nas ruas e esgotos a céu aberto.


O Censo também verificou as áreas de responsabilidade privada. Foram coletados dados sobre calçadas, meio-fio e rampas que garante acesso aos cadeirantes. Esse último ponto foi cumprido apenas em áreas públicas, deixando a desejar nas propriedades particulares.


A pesquisa mostra ainda que na capital do Piauí, 58,1% das ruas estão corretamente identificadas. A iluminação pública, de acordo com o IBGE, chega a cerca de 96,1% das vias públicas na capital.


A pavimentação dos logradouros chegou a 86,6% em Teresina e o esgoto a céu aberto chega a 71,8%, segundo a interpretação dos dados coletados para o Censo 2010. A pesquisa elenca dados dos 224 municípios do Estado.

Banco do Brasil indica Dan Conrado para presidir Previ

O Banco do Brasil anunciou nesta sexta-feira que indicou seu atual vice-presidente de Varejo, Distribuição e Operações, Dan Conrado, para a presidência da Caixa de Previdência dos Funcionários do banco, Previ.



Conrado vai assumir o lugar de Ricardo Flores que, segundo comunicado da Previ, comunicou ao Conselho Deliberativo do fundo sua intenção de deixar o cargo a partir de 1º de junho.

O episódio encerra uma disputa pelo comando do maior banco do país travada entre seu presidente Aldemir Bendine e Flores, e que resultou em mudanças no alto escalão do BB e da Previ, maior fundo de pensão do país, com uma carteira de investimentos de cerca de 150 bilhões de reais.

Em dezembro, o BB promoveu Conrado, então diretor de Distribuição na filial São Paulo, à vice-presidência, numa troca de cadeiras que derrubou o então vice-presidente da área internacional, Allan Toledo, segundo fontes ligadas à situação, era acusado pelo grupo de Bendine de aliar-se a Flores para tentar tomar-lhe o cargo.

Na semana passada, o BB anunciou que seu conselho de administração aceitou o pedido de renúncia de Ricardo Antonio de Oliveira da vice-presidência de governo do banco. Este, por sua vez, era acusado de aliar-se a Bendine para tentar enfraquecer Flores.



Há duas semanas, a Reuters antecipou que o governo já havia comunicado a Flores e a Oliveira que ambos deveriam deixar seus cargos.

Conrado, 47 anos, vai complementar o mandato de Flores, inicialmente eleito para o período 2010-14.

Vaticano interroga 'mordomo do papa' por vazamentos, diz mídia italiana



O Vaticano anunciou nesta sexta-feira que prendeu um suspeito de vazar uma série de documentos confidenciais e cartas para a mídia. Informações de fontes não identificadas indicam que o suspeito, preso na quinta-feira, é o mordomo pessoal do papa Bento 16.



De acordo com o Vaticano, o preso está sendo questionado pelos magistrados do Vaticano. O escândalo que ficou conhecido como "Vatileaks" irritou a Santa Sé por reveler suposta corrupção, mau gerenciamento e conflitos internos.

No mês passado, o pontífice abriu uma comissão especial de cardeais para investigar os vazamentos. "O inquérito realizado pela polícia do Vaticano lhes permitiu identificar alguém em posse de documentos confidenciais", disse o porta-voz Federico Lombardi. "Essa pessoa está sendo questionada."

A mídia italiana identificou o homem preso como Paolo Gabriele, 42, mordomo pessoal e assistente do papa e um dos poucos seculares a ter acesso aos apartamentos privados do papa. Ele é membro da seleta "família do papa", grupo com permissão para entrar no quarto de estudo privado do pontífice. Além Gabriele estão nesse grupo os dois secretários do papa, os sacerdotes Georg Gänswein e Alfred Xuereb, e quatro freiras italianas da comunidade "Memores Domini", que cuidam do apartamento papal (residência oficial do papa).



De acordo com informações da mídia italiana, vários documentos confidenciais foram descobertos na casa na qual Gabriele vive com sua esposa e três filhos na Via de Porta Angelica, anexa ao Vaticano. Romano, o mordomo trabalha no apartamento papal desde 2006, após ter estado a serviço do prefeito da Casa Pontifícia, o arcebispo James Harvey.

A prisão de Gabriele, conhecido como "Il curvo" (o corvo), surpreendeu os ambientes vaticanos, e algumas fontes duvidam que ele seja o autor dos vazamentos, afirmando tratar-se de "um bode expiatório". Segundo uma fonte próxima ao papa, a prisão deixou o pontífice "doído e sentido".

A notícia sobre a prisão surge poucos dias depois de o presidente do banco do Vaticano, Ettore Gotti Tedeschi, ter sido derrubado por sua comissão diretora. A razão oficial para sua saída foi seu fracasso em cumprir "as funções primárias de seu cargo", disse o Vaticano. Mas, de acordo com algumas informações, ele era suspeito de ter relação com o vazamento. Tedeschi afirmou ter sido punido por sua tentativa de tornar o banco mais aberto. "Paguei por minha transparência", disse à Reuters.

O escândalo do Vatileaks domina a cobertura jornalística da Itália nos jornais, programas de TV e revistas pelo fato de terem sido vazados documentos internos altamente sensíveis do Secretariado de Estado do Vaticano, incluindo cartas pessoais do papa Bento 16, o que causou um embaraço para o pontífice e motivou a rara investigação.

O escândalo começou quando uma rede de televisão italiana divulgou cartas enviadas pelo atual núncio nos Estados Unidos e ex-secretário-geral do governo da Cidade do Vaticano, Carlo Maria Vigano, a Bento 16, nas quais denunciava a "corrupção, prevaricação e má gestão" na administração vaticana.

Em uma dessas mensagens, Vigano denunciou também que os banqueiros que integram o chamado "Comitê de Finanças e Gestão" do governo e da Secretaria de Estado "se preocupam mais com seus interesses do que com os nossos" e que, em dezembro de 2009, em uma operação financeira, "queimaram (perderam) US$ 2,5 milhões".

Outros documentos se referem a memorandos criticando o cardeal Tarcisio Bertone, o número dois do papa, e o relato de pagamento suspeitos do Banco do Vaticano.

Após a divulgação desses documentos, o porta-voz Lombardi denunciou a existência de uma espécie de Wikileaks para desacreditar a Igreja. O porta-voz anunciou que a Santa Sé levará à Justiça os autores do vazamento de todos esses documentos reservados e cartas confidenciais ao papa Bento 16, cuja publicação qualificou como "ato criminoso".

*Com BBC, EFE e Ansa

Vacinação não atinge meta e é prorrogada até 1º de junho

Foi prorrogada por mais uma semana, até 1º de junho, a 14ª Campanha de Vacinação contra Gripe. O prazo terminava hoje, mas de acordo com o Ministério da Saúde, que tomou a decisão, possibilitará que um número maior de pessoas se vacine e se proteja da doença. Em Ponta Grossa, o índice ainda está em 54,33%, com cerca de 25.422 vacinados.
“As pessoas não atenderam o nosso chamamento, agora eu peço que quem ainda não tomou, que por favor o faça até a nova data. Não deixem para a última hora”, reforçou a coordenadora de gerência de imunização, Úrsula Kemmelmeier. Com a vacina devem ser imunizados idosos com mais de 60 anos, crianças de seis meses a dois anos incompletos, gestantes e profissionais da saúde que tenham contato direto com pacientes acometidos por doenças respiratórias agudas. A previsão da Secretaria Municipal de Saúde é imunizar 80% da população alvo da campanha, o que representa aproximadamente 38 mil pessoas. A vacinação pode ser aplicada das 8h às 17h.

Candidato símbolo da era Mubarak, Shafiq chega ao 2º turno



Último chefe de governo de Hosni Mubarak, Ahmad Shafiq, que enfrentará o candidato da Irmandade Muçulmana, Mohamed Morsi, no segundo turno da eleição presidencial, é um produto do sistema político-militar egípcio.

Shafiq, de 70 anos de idade, foi nomeado líder do governo nos últimos dias de poder do antigo ''rais'' para tentar acalmar a revolta popular que acabou forçando a demissão do chefe de Estado, dia 11 de fevereiro de 2011.

Ex-chefe do Estado-Maior da Força Aérea, Shafiq considera que seu passado militar será uma vantagem neste período de transição, mas esse pode ser justamente seu maior problema entre os eleitores, que querem uma separação nítida entre a chefia de Estado e do Exército.

A quem o acusa de ser uma relíquia do regime deposto, Shafiq responde que foi apenas "uma das pessoas nomeadas para um posto vital" e que foi mais útil para o país trabalhando dentro do sistema do que renunciando a cargos de confiança.

Shafiq fez da segurança e da luta contra o crime seu cavalo de batalha. Se for eleito, disse que está disposto a nomear um vice-presidente islamita.

Ele esteve a ponto de ser desqualificado depois da adoção de uma lei que proibia aos altos funcionários da era Mubarak de se candidatar para as eleições presidenciais, antes de ser restabelecido in extremis.

Nas últimas semanas, acelerou sua campanha e enormes retratos seus, ligeiramente sorridente, de terno e óculos finos, podiam ser vistos no alto de muitos edifícios do Cairo e no país inteiro.

Com fama de bom técnico, Shafiq é criticado por sua proximidade com antigo regime e por ter mantido em seu gabinete muitos ministros de Mubarak, tendo, por isso, que renunciar quase um mês depois para a satisfação dos movimentos de jovens que iniciaram a revolta.

Ex-piloto como Mubarak, Shafiq se formou na Academia de Aviação Militar. Sua equipe de campanha destacou que derrubou dois aviões israelenses em uma das guerras contra o estado hebraico.

Ex-ministro de Aviação Civil, ele trocou o uniforme pelo terno civil e se vangloria de ter modernizado a companhia nacional Egyptair e o aeroporto internacional do Cairo.

Em um país onde todos os presidentes vêm do Exército desde a queda da monarquia em 1952, o general Shafiq se mostra "orgulhoso e honrado" de ser "um filho das Forças Armadas" e considera que seu passado militar lhe dará uma relação "fluida" com o exército, o que é uma garantia em tempos de transição.

Pai de três filhas, Shafiq ficou viúvo mês passado e, segundo analistas, este drama pessoal pode ter atraído a simpatia das mulheres.

Sua popularidade também se beneficiou dos choques sangrentos, pois a segurança e a luta contra o crime são o eixo central de sua campanha.

Atuação do BC faz dólar cair 1,71% e fechar abaixo de R$2

Reuters Brasil


SÃO PAULO, 25 Mai (Reuters) - Com uma nova estratégia de atuação do Banco Central, o dólar encerrou a sexta-feira com queda de quase 2 por cento frente ao real, fechando abaixo de 2 reais, o que não acontecia desde o dia 14 de maio, quando ficou em 1,9899 real na venda.

O mercado reagiu à atuação do BC que, desta vez, fez um leilão de swap cambial tradicional logo pela manhã e com a moeda norte-americana em torno da estabilidade. A partir de agora, já há operadores que acreditam que o BC pode diminuir a sua atuação, caso a moeda não volte a subir com mais força.

O dólar fechou em queda de 1,71 por cento, cotada a 1,9945 real na venda. Na semana, a divisa acumulou perdas de 1,19 por cento frente ao real, também em função das intervenções do BC, que realizou leilões de swap cambial tradicional -operação que equivale a uma venda de dólares no mercado futuro- por quatro pregões consecutivos.

"O mercado cansou de apostar na alta do dólar e se curvou ao BC. Agora vai começar a questionar se ele vai continuar vendendo dólares ou não. Se vender, eu acho que derruba muito a moeda e não é o que ele quer. Acho que já chegou o momento de ele parar ", disse o economista-chefe do BCG Liquidez, Alfredo Barbutti.

Fonte da equipe econômica afirmou à Reuters que o governo quer evitar volatilidade do mercado cambial e que a atuação nesta manhã serviu para dar um recado claro para evitar distorções nos "preços."

"É para mostrar que tem galo no terreiro", resumiu a fonte, acrescentando que houve a percepção de que tanto os exportadores quanto os importadores haviam se afastado das negociações, o que é ruim para a própria atividade econômica.

"Quando o mercado (de câmbio) começa a ficar disfuncional, o exportador e o importador começam a sair", explicou a fonte. "O mercado de câmbio não pode ficar sem preço", acrescentou.

O BC voltou a fazer leilões de swap tradicional na sexta-feira passada, quando o dólar chegou a subir mais de 2 por cento e tentando anular contratos de swap cambial reverso -que equivalem a uma compra de dólares no mercado futuro- que venciam no mesmo prazo.

A partir de quarta-feira, o BC mostrou ainda mais força, passando a fazer leilões de swap com ofertas maiores de contratos e não apenas para anular contratos de swap reverso. Na quarta-feira, o dólar chegou a máxima de 2,1070 reais durante o dia, mas acabou fechando com queda de quase 2 por cento.

Um operador de câmbio que prefere não ser identificado afirmou ainda que acredita que a atuação do BC nesta sexta-feira pode ter sido uma antecipação de futuras volatilidades.

Para ele, o BC pode diminuir a sua atuação a partir de agora, só voltando a atuar com a moeda subindo um pouco mais ou no caso de uma eventual saída mais forte de dólares do país.

O diretor de câmbio da Pionneer Corretora, João Medeiros, também destacou que a atuação do BC fez o dólar voltar a recuar e acredita que a voltará a fazer intervenções caso a moeda suba por conta de uma aversão ao risco no exterior.

"A atuação do BC foi preponderante para essa queda na semana. Se houver potencial de alta, o BC pode corrigir isso", disse Medeiros.

Itamaraty confirma detenção de jornalista brasileiro na Síria




O Itamaraty confirmou que há um jornalista brasileiro detido na Síria, mas disse que não divulgará detalhes do caso para não prejudicar as negociações com o país. De acordo com o Ministério das Relações Exteriores, qualquer interpretação equivocada das notícias divulgadas pela imprensa pode gerar embaraço com o governo sírio e dificultar o retorno do brasileiro.

Segundo o ministério, o jornalista não está preso e passa bem. A Embaixada do Brasil em Damasco, capital síria, está em contato com as autoridades responsáveis para que o jornalista deixe o país. Ainda não há prazo para que isso ocorra.

De acordo com o canal GloboNews, o jornalista é Klester Cavalcanti, de 42 anos, que trabalha para a Editora Três, que publica a revista IstoÉ. O Itamaraty não confirmou o nome do profissional.