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sábado, 13 de abril de 2013

"O português é uma língua muito difícil.

"O português é uma língua muito difícil. Tanto que calça é uma coisa que se bota e bota é uma coisa que se calça."

Descrição da imagem: A frase acima foi colocada do lado direito da imagem que tem um fundo bem clarinho. Do lado esquerdo, temos uma bota preta de cano alto e embaixo dela temos uma calça jeans em tom escuro. A imagem tem uma borda bem fininha num tom laranja.



O amor é mesmo espetacular

Será que é loucura ?

Bonjour

O verdadeiro Homem de Honra: Carl Maxie Brashear.



Carl foi o primeiro mergulhador-mestre americano negro da Marinha dos Estados Unidos. Em 2000, sua história foi retratada no filme Homens de Honra (Men of Honor), interpretado por Cuba Gooding, Jr.

Carl nasceu em 1931, em uma pequena fazenda. Sua família era muito pobre, mas isso não impediu que Brashear tivesse o sonho de tornar-se marinheiro.

Apesar de não ser o primeiro afro-americano mergulhador (haviam três afro-americanos mergulhadores na Segunda Guerra Mundial), ele foi o primeiro a se formar na Diving & Salvage School. Contudo, em janeiro de 1966, uma bomba nuclear B28 foi perdida na costa de Palomares, Espanha. Brashear estava servindo a bordo do USS Hoist (ARS-40) quando foi chamado para ajudar na procura da bomba para a força aérea. A ogiva foi encontrada após dois meses e meio de procura. Durante a recuperação, em 23 de março de 1966, uma linha usada para o reboque arrebentou, causando um estrago irreparável na perna de Brashear, logo abaixo do joelho.

Abalado com infecções persistentes, necrose e anos de fisioterapia em vão, Brashear convenceu os médicos a amputarem a parte inferior de sua perna. Aos anos de reabilitação e disputas em tribunais, ele se tornou o primeiro amputado a ser reintegrado como mergulhador. Sempre afirmava que "Eu não vou deixar ninguém roubar meus sonhos.

Em 1970, ele se tornou o primeiro afro-americano mergulhador chefe da Marinha dos Estados Unidos, e serviu durante mais de 10 anos, sendo promovido como o primeiro contramestre negro da Marinha dos Estados Unidos. Brashear resumia suas crenças na frase: "Não é um pecado cair. É um pecado continuar no chão."

Texto de Diego Vieira
Administração Imagens Históricas
O verdadeiro Homem de Honra: Carl Maxie Brashear.

Carl foi o primeiro mergulhador-mestre americano negro da Marinha dos Estados Unidos. Em 2000, sua história foi retratada no filme Homens de Honra (Men of Honor), interpretado por Cuba Gooding, Jr.

Carl nasceu em 1931, em uma pequena fazenda. Sua família era muito pobre, mas isso não impediu que Brashear tivesse o sonho de tornar-se marinheiro. 

Apesar de não ser o primeiro afro-americano mergulhador (haviam três afro-americanos mergulhadores na Segunda Guerra Mundial), ele foi o primeiro a se formar na Diving & Salvage School. Contudo, em janeiro de 1966, uma bomba nuclear B28 foi perdida na costa de Palomares, Espanha. Brashear estava servindo a bordo do USS Hoist (ARS-40) quando foi chamado para ajudar na procura da bomba para a força aérea. A ogiva foi encontrada após dois meses e meio de procura. Durante a recuperação, em 23 de março de 1966, uma linha usada para o reboque arrebentou, causando um estrago irreparável na perna de Brashear, logo abaixo do joelho. 

Abalado com infecções persistentes, necrose e anos de fisioterapia em vão, Brashear convenceu os médicos a amputarem a parte inferior de sua perna. Aos anos de reabilitação e disputas em tribunais, ele se tornou o primeiro amputado a ser reintegrado como mergulhador. Sempre afirmava que "Eu não vou deixar ninguém roubar meus sonhos.

Em 1970, ele se tornou o primeiro afro-americano mergulhador chefe da Marinha dos Estados Unidos, e serviu durante mais de 10 anos, sendo promovido como o primeiro contramestre negro da Marinha dos Estados Unidos. Brashear resumia suas crenças na frase: "Não é um pecado cair. É um pecado continuar no chão." 

Texto de @[100002516820907:2048:Diego Vieira]
Administração Imagens Históricas

sexta-feira, 12 de abril de 2013

O Amor não Tem nada que Ver com a Idade!


"Penso saber que o amor não tem nada que ver com a idade, como acontece com qualquer outro sentimento. Quando se fala de uma época a que se chamaria de descoberta do amor, eu penso que essa é uma maneira redutora de ver as relações entre as pessoas vivas. O que acontece é que há toda uma história nem sempre feliz do amor que faz que seja entendido que o amor numa certa idade seja natural, e que noutra idade extrema poderia ser ridículo. Isso é uma ideia que ofende a disponibilidade de entrega de uma pessoa a outra, que é em que consiste o amor.

Eu não digo isto por ter a minha idade e a relação de amor que vivo. Aprendi que o sentimento do amor não é mais nem menos forte conforme as idades, o amor é uma possibilidade de uma vida inteira, e se acontece, há que recebê-lo. Normalmente, quem tem ideias que não vão neste sentido, e que tendem a menosprezar o amor como fator de realização total e pessoal, são aqueles que não tiveram o privilégio de vivê-lo, aqueles a quem não aconteceu esse mistério."

José Saramago

Dica de leitura:


(Por Ângela Storolli, do blog CulturallMind)

Este é o livro ideal para ser transformado em filme. Um romance autobiográfico que teve como cenário a cidade de Veneza!

Parece um conto de fadas, mas é uma história de amor verídica, por isso fascina e faz com que a leitura seja rápida, leve e divertida.

Através desta sinopse você pode escolher se quer conhecer Veneza através dos olhos da autora.

“Por muito tempo, Marlena de Blasi resistiu a ir a Veneza. Até que, em 1989, seu trabalho como chef e crítica gastronômica tornou impossível continuar adiando a viagem. Assim que pôs os pés na cidade, ela ficou completamente seduzida. Seu encantamento foi tão grande que decidiu voltar todos os anos. Desde aquela primeira visita, Marlena sempre tinha a sensação de que estava indo a um encontro. Em 1993, o encontro finalmente aconteceu. Ela almoçava com amigos quando um garçom se aproximou e lhe disse que havia uma ligação para ela. Do outro lado da linha estava Fernando, um veneziano que, um ano antes, vira Marlena passeando pela Piazza San Marco e se apaixonara à primeira vista. Alguns meses depois, Marlena largava toda a sua vida nos Estados Unidos e se mudava para Veneza, para se casar com o “estranho”, como costumava chamar Fernando.

Em Mil dias em Veneza, Marlena evoca vividamente as imagens, os sons e os aromas de uma das cidades mais românticas do mundo e divide com os leitores as receitas que estiveram presentes em alguns dos momentos mais importantes de sua vida”.

Para quem quer conhecer Veneza sugiro que leia este livro e quem já conhece vai quere voltar!

(Link do Blog: http://www.culturallmind.com/2013/mil-dias-em-veneza/)

Mural em Cleveland, Ohio, Estados Unidos



Me apaixonei por esse mural, não é o máximo? ❤

"Fobias (texto de Luís Fernando Veríssimo)


Não sei como se chamaria o medo de não ter o que ler. Existem as conhecidas claustrofobia (medo de lugares fechados), agorafobia (medo de espaços abertos), acrofobia (medo de altura) e as menos conhecidas ailurofobia (medo de gatos), iatrofobia (medo de médicos) e até a treiskaidekafobia (medo do número 13), mas o pânico de estar, por exemplo, num quarto de hotel, com insônia, sem nada para ler não sei que nome tem. É uma das minhas neuroses. O vício que lhe dá origem é a gutembergomania, uma dependência patológica na palavra impressa. Na falta dela, qualquer palavra serve. Já saí de cama de hotel no meio da noite e entrei no banheiro para ver se as torneiras tinham “Frio” e “Quente” escritos por extenso, para saciar minha sede de letras. Já ajeitei o travesseiro, ajustei a luz e abri uma lista telefônica, tentando me convencer que, pelo menos no número de personagens, seria um razoável substituto para um romance russo. Já revirei cobertores e lençóis, à procura de uma etiqueta, qualquer coisa.

Alguns hotéis brasileiros imitam os americanos e deixam uma Bíblia no quarto, e ela tem sido a minha salvação, embora não no modo pretendido. Nada como um best-seller numa hora dessas. A Bíblia tem tudo para acompanhar uma insônia: enredo fantástico, grandes personagens, romance, sexo em todas as suas formas, ação, paixão, violência, – e uma mensagem positiva. Recomendo “Gênesis” pelo ímpeto narrativo, “O cântico dos cânticos” pela poesia e “Isaías” e “João” pela força dramática, mesmo que seja difícil dormir depois do Apocalipse.
Mas e quando não tem nem a Bíblia? Uma vez liguei para a telefonista de madrugada e pedi uma Amiga.
– Desculpe, cavalheiro, mas o hotel não fornece companhia feminina…
– Você não entendeu! Eu quero uma revista Amiga, Capricho, Vida Rotariana, qualquer coisa.
– Infelizmente, não tenho nenhuma revista.
– Não é possível! O que você faz durante a noite?
– Tricô.
Uma esperança!
– Com manual?
– Não.
Danação.
– Você não tem nada para ler? Na bolsa, sei lá.
– Bem… Tem uma carta da mamãe.
– Manda!"

(VERISSIMO, Luis Fernando. Banquete com os deuses: cinema, literatura, música e outras artes. Rio de Janeiro: Objetiva, 2003. p. 97-98)


Vi aqui: http://livre-se.com/fobias-texto-de-luis-fernando-verissimo/

Escrivaninha da Anne Frank com seu famoso Diário vermelho.



A casa onde a menina de 13 anos Anne Frank ficou escondida e escreveu seu famoso diário durante a ocupação nazista na Holanda é hoje um museu. O imóvel do ano de 1635 recebe cerca de 900 mil visitantes por ano. A emoção toma conta do passeio, que mostra quadros e histórias descritas no diário, além de contar a história do Holocausto. Ao entrar no porão onde duas famílias viveram por dois anos, é possível ver parte das marcas desse período, como as anotações do crescimento de Anne e sua irmã Margot feitas na parede por seus pais.

Se apenas olhar para essa escrivaninha já é uma viagem na imaginaçao sobre tudo que ela escreveu e vivenciou, imagine conhecer a casa inteira.