Pesquisar sobre postagens antigas do Blog

Siga o Blog, nas redes sociais

terça-feira, 26 de março de 2013

O Brasil foi o segundo país do mundo a emitir selos postais.


Em 1840, por ideia de Sir Rowland Hill, membro do Parlamento do Reino Unido, foi criado o primeiro selo postal do mundo: o Penny Black. Este selo marcou a reorganização do serviço postal internacional, revolucionando os correios de todo o mundo.

Antes da criação dos selos, o pagamento pela postagem ficava a cargo do destinatário, fato que causava muitas devoluções, atrasos e contratempos para os correios de todo o mundo. Por esta razão, Hill teve a ideia de criar este mecanismo que deixava a cargo do remente da correspondência o pagamento pela postagem.

O Brasil teve importante papel neste processo, sendo o segundo país a emitir um selo postal: a famosa série "Olho-de-Boi" lançada em 1843. Foram instituídos 3 categorias de preço diferentes, os selos de 90 réis eram destinados apenas às correspondências internacionais, os selos de 60 réis para distâncias médias e os de 30 réis para lugares mais próximos.

Nos dois primeiros anos (1843 e 1844) foram impressos cerca de 2.072.990 exemplares dos "Olhos-de-Boi", atualmente existem cerca de 6.000 peças em todo o mercado, nos valores de 30, 60 e 90 réis. O mais comum é o de 60 réis (primeiro porte terrestre), sendo os selos de 30 e 90 réis bem mais escassos. Atualmente, um exemplar em perfeito estado pode chegar a pequena fortuna de R$ 2.310.000,00.

Texto de Rafael Gota
Administração Imagens Históricas

COMPAIXÃO...

O pai e a mãe da pequena criança a beijam antes de se despedir. Ela não mais resistirá à doença. E por que os médicos estão todos se reclinando diante dela? Por que alguns minutos depois de sua morte, seus rins salvarão a vida de outras duas crianças que estão no mesmo hospital.

A solidariedade e a compaixão são dois dos mais belos sentimentos humanos, e que merecem nossa admiração e respeito sempre.

segunda-feira, 25 de março de 2013

"Quanto tempo demora? - perguntou ele.


- Não sei. Um pouco.
Sohrab deu de ombros e voltou a sorrir, desta vez era um sorriso mais largo.
- Não tem importância. Posso esperar. É que nem maçã ácida.
- Maçã ácida?
- Um dia, quando eu era bem pequenininho mesmo, trepei em uma árvore e comi uma daquelas maçãs verdes, ácidas. Minha barriga inchou e ficou dura feito um tambor. Doeu à beça. A mãe disse que, se eu tivesse esperado as maçãs amadurecerem, não teria ficado doente. Agora, quando quero alguma coisa de verdade tento lembrar do que ela disse sobre as maçãs."

(O Caçador de Pipas - Khaled Hosseini)

A Escola Municipal Friedenreich é considerada uma das melhores na educação infantil e fundamental.

Teve a décima melhor nota do Brasil no Ideb, o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica, e ficou em quarto lugar no estado.

A escola fica ao lado da entrada do Maracanã, perto do monumento em homenagem a Bellini. Mas, na previsão das obras para as Olimpíadas, ela deve ser demolida, junto com o Estádio Célio de Barros e o Parque Aquático Julio De Lamare. Nas áreas, serão construídas duas quadras de aquecimento para os atletas e um estacionamento com capacidade para dois mil veículos.

Saiba usar seu conhecimento

Saudade Dói



Trancar o dedo numa porta dói.
Bater com o queixo no chão dói.
Torcer o tornozelo dói.
Um tapa, um soco, um pontapé, doem.
Dói bater a cabeça na quina da mesa, dói morder a língua,
dói cólica, cárie e pedra no rim.
Mas o que mais dói é a saudade.

Saudade de um irmão que mora longe.
Saudade de uma cachoeira da infância.
Saudade de um filho que estuda fora.
Saudade do gosto de uma fruta que não se encontra mais.
Saudade do pai que morreu, do amigo imaginário que nunca existiu.
Saudade de uma cidade.
Saudade da gente mesmo, que o tempo não perdoa.
Doem essas saudades todas.

Mas a saudade mais dolorida é a saudade de quem se ama.
Saudade da pele, do cheiro, dos beijos.
Saudade da presença, e até da ausência consentida.
Você podia ficar na sala e ela no quarto, sem se verem, mas sabiam-se lá.
Você podia ir para o dentista e ela para a faculdade, mas sabiam-se onde.
Você podia ficar o dia sem vê-la, ela o dia sem vê-lo, mas sabiam-se amanhã.
Contudo, quando o amor de um acaba, ou torna-se menor,
Ou quando alguém ou algo não deixa que esse amor siga,
Ao outro sobra uma saudade que ninguém sabe como deter.
Saudade é basicamente não saber.
Não saber mais se ela continua fungando num ambiente mais frio.
Não saber se ele continua sem fazer a barba por causa daquela alergia.
Não saber se ela ainda usa aquela saia.
Não saber se ele foi na consulta com o dermatologista como prometeu.
Não saber se ela tem comido bem por causa daquela mania
de estar sempre ocupada;
se ele tem assistido às aulas de inglês,
se aprendeu a entrar na Internet
e encontrar a página do Diário Oficial;
se ela aprendeu a estacionar entre dois carros;
se ele continua preferindo Malzebier;
se ela continua preferindo suco;
se ele continua sorrindo com aqueles olhinhos apertados;
se ela continua dançando daquele jeitinho enlouquecedor;
se ele continua cantando tão bem;
se ela continua detestando o MC Donald's;
se ele continua amando;
se ela continua a chorar até nas comédias.

Saudade é não saber mesmo!
Não saber o que fazer com os dias que ficaram mais compridos;
não saber como encontrar tarefas que lhe cessem o pensamento;
não saber como frear as lágrimas diante de uma música;
não saber como vencer a dor de um silêncio que nada preenche.
Saudade é não querer saber se ela está com outro, e ao mesmo tempo querer.
É não saber se ele está feliz, e ao mesmo tempo perguntar a todos os amigos por isso...
É não querer saber se ele está mais magro, se ela está mais bela.
Saudade é nunca mais saber de quem se ama, e ainda assim doer;

Saudade é isso que senti enquanto estive escrevendo e o que você,
provavelmente, está sentindo agora depois que acabou de ler..."

Ler é preciso refletir

Para refletir

Sou como um livro.

"
Há quem me interprete pela capa.
Há quem me ame apenas por ela.
Há quem viaje em mim.
Há quem viaje comigo.
Há quem não me entenda.
Há quem nunca tentou.
Há quem sempre quis ler-me.
Há quem nunca se interessou.
Há quem leu e não gostou.
Há quem leu... e se apaixonou.
Há quem apenas busca em mim palavras de consolo.
Há quem só perceba teoria e objetividade.
Mas, tal como um livro, sempre trago algo de único: o melhor de mim."
(Desconheço autoria)

Falece Chinua Achebe, um dos pais da literatura africana moderna.



O escritor nigeriano Chinua Achebe, autor do romance "Quando tudo se desmorona", faleceu aos 82 anos, anunciou sua editora nesta sexta-feira.
"Temo que esta triste notícia esteja confirmada", declarou Mari Yamazaki, porta-voz da editora Penguin em Londres.
Segundo os meios de comunicação nigerianos, o escritor morreu nos Estados Unidos, em um hospital de Boston, Massachusetts. A causa da morte ainda não foi divulgada.
Chinua Achebe publicou em 1958 seu primeiro romance, "Quando tudo se desmorona", uma obra impregnada da cultura Igbo, a etnia a qual pertencia, sobre um de seus temas preferidos: a colonização.
Achebe costumava criticar os dirigentes de seu país e denunciava o comportamento da classe política, como fez, por exemplo, em seu The trouble with Nigeria (O problema com a Nigéria), publicado em 1984.

Era professor na Brown University, Estados Unidos.

(Fonte: AFP)