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quinta-feira, 7 de março de 2013
É meu caro amigo Hugo Chaves, você agora ficara na história
Apesar de nunca ter visto ou falado com Hugo Chaves, ele foi um grande homem e ficará na história de seu pais e do mundo...


Ensino médio brasileiro era ruim. E está pior
Só um em cada dez alunos encerra ciclo sabendo o que deveria em matemática — número inferior ao medido em 2009. Em português, a situação também não é boa, revela relatório da ONG Todos Pela Educação.
O ensino médio reúne atualmente alguns dos piores indicadores da educação brasileira. É nessa etapa da educação básica que se concentram as maiores taxas de abandono escolar e também as notas mais baixas no Ideb, índice que mede a qualidade de nossas escolas. E o pior: a situação não está melhorando, como comprova relatório divulgado nesta quarta-feira pela ONG Todos Pela Educação. Os dados, compilados a partir de resultados de 2011 do Sistema Nacional de Avaliação da Educação Básica (Saeb) e da Prova Brasil, revelam que apenas 10,3% dos alunos brasileiros terminam o ensino médio sabendo o que deveriam em matemática – ou seja, quase 90% dos alunos não aprendem o esperado. É um retrocesso em relação à medição anterior, realiza em 2009, quando 11% dos estudantes do 3º ano sabiam o esperado na disciplina. Em 2003, esse índice era de 12,8%. Os resultados ficaram abaixo da meta estabelecida pela ONG para o ano de 2011 e colocam em xeque o objetivo traçado para 2022, ano do bicentenário da Independência: ao menos 70% dos estudantes com conhecimentos adequados a seu estágio escolar.
Em língua portuguesa, não houve retrocesso em relação 2009. Contudo, praticamente não houve avanços, e a cifra ficou longe da meta. Em 2009, 28,9% dos estudantes demonstraram dominar os conteúdos esperados. Em 2011, o número chegou a 29,2%. (continue a ler a reportagem).
Fonte:- http://veja.abril.com.br/noticia/educacao/ensino-medio-brasileiro-era-ruim-e-esta-pior
História
No dia 7 de março de 1876, Alexander Graham Bell patenteia uma invenção, que ele chama de telefone.
Na imagem, um ator representando Bell em um filme promocional de 1926.

Na imagem, um ator representando Bell em um filme promocional de 1926.

quarta-feira, 6 de março de 2013
Os 50 anos de Mônica: Maurício de Souza e sua filha, que inspirou a personagem.

A personagem mais popular dos quadrinhos brasileiros completou 50 anos de criação no dia 3 de março.
Inspirada na filha homônima de Mauricio, surgiu nas tirinhas do Cebolinha. Originalmente coadjuvante, Mônica logo se tornou a principal personagem de Maurício e passou a estrelar sua própria revista em 1970.
Mônica surgiu depois de outras criações de Maurício, como Bidu, Franjinha e Cebolinha, mas sua fama cresceu tanto que quando as tiras migraram para as revistas, ela foi a escolhida para "chefiar" a turma.
A expressão sempre zangada do início foi, ao longo dos 50 anos, ganhando mais suavidade, mas sempre com as características que rendem coelhadas a quem disser perto dela: gordinha, baixinha e dentuça.
Mônica é vista como uma das personagens mais importantes na história dos quadrinhos brasileiros. Em 2007, a personagem recebeu o título de embaixadora da UNICEF por sua contribuição de quase 50 anos na transmissão de "valores como a amizade, a importância da educação, da convivência familiar e comunitária."
Texto de Diego Vieira
Administração Imagens Histórica
Hoje História

O enredo é ambientado no século XXI, numa grande cidade governada autocraticamente por um poderoso empresário. Os seus colaboradores constituem a classe privilegiada, vivendo num jardim idílico, como Freder, único herdeiro do dirigente de Metropolis.
Os trabalhadores, ao contrário, são escravizados pelas máquinas, e condenados a viver e trabalhar em galerias no subsolo. Num meio de miséria entre os operários, uma jovem, Maria, destaca-se, exortando os trabalhadores a se organizarem para reivindicar seus direitos através de um escolhido que virá para os representar.
O filme é uma alegoria das relações de trabalho tratadas pelo marxismo e que serão vistas também no filme "Tempos Modernos" (1936), de Charles Chaplin.
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