O governo do Brasil se prepara para cobrar das autoridades da Austrália explicações sobre as circunstâncias que provocaram a morte do estudante brasileiro Roberto Laudisio Curti, de 21 anos, no dia 18.
Informações preliminares indicam que Curti foi atingido por uma série de disparos de armas elétricas usadas por policiais. O brasileiro foi morto durante perseguição policial em Sydney, a cidade mais populosa do país.
As autoridades brasileiras querem esclarecer em detalhes as circunstâncias que levaram o jovem à morte. As primeiras informações são que Curti foi perseguido por policiais que desconfiaram que ele havia furtado biscoitos de uma loja de conveniência. Curti foi detido com armas elétricas e gás de pimenta.
O cônsul-geral do Brasil na Austrália, Américo Fontenelle, acompanha pessoalmente as investigações e a assistência prestada à família de Curti, segundo o Ministério das Relações Exteriores.
Em 2005, o mineiro Jean Charles de Menezes, de 27 anos, foi morto por policiais em Londres , na Grã-Bretanha, ao ser confundido com um suspeito terrorista em um trem do metrô da capital britânica. A morte dele ocorreu depois de uma série de atentados ao sistema de transporte público de Londres.
Curti morava em Sydney há menos de um ano e foi para a Austrália estudar inglês. O jovem dividia a moradia com amigos, mas tinha uma irmã vivendo na cidade e casada com australiano.
Desde domingo (18), o Itamaraty, a Embaixada do Brasil na Austrália e o consulado em Sydney estão em contato com a família do estudante.
Agência Brasil
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quarta-feira, 21 de março de 2012
Reino Unido reduzirá a 45% a taxa de imposto dos mais ricos (Osborne)

LONDRES — O ministro de Finanças britânico, George Osborne, anunciou nesta quarta-feira uma redução de 50% para 45% da taxa de imposto para os maiores salários a partir de abril de 2013, em meio à apresentação do orçamento.
"A partir de abril de 2013, o imposto mais alto será de 45%. Nenhum ministro de Finanças pode justificar uma taxa de imposto que danifique nossa economia", disse Osborne aos deputados.
O ministro afirmou que a taxa é a mais alta do G20, o grupo das principais economias desenvolvidas e emergentes, e que ela é "amplamente reconhecida por organizações empresariais e observadores internacionais como prejudicial para a economia britânica".
Antecipando as críticas da oposição e sindicatos, em um momento no qual os britânicos atravessam tempos difíceis, Osborne justificou sua decisão dizendo que "somadas todas as medidas anunciadas", os ricos pagarão mais.
BBB 12: Espanhola Noemí se despede, emociona brothers e deixa casa
Chegou a hora da espanhola Noemí se despedir do BBB12. Na sala de estar, a hermana disse aos brothers para ficarem fortes e deseja boa sorte ao novo Líder. Ela abraça Fabiana e depois, Kelly. As duas trocam palavras de carinho, e Kelly brinca: "Que gostoso! Te quiero mucho!". Depois é a vez da espanhola se despedir de Jonas e em seguida de Fael, com quem teve um breve affair: "Amore, viva la vida loca!", ela diz.
Noemí e Fael seguem para o Quarto Praia, onde estão os pertences dela. O veterinário entrega algo a Noemí e pede para que ela dê ao padre participante do Gran Hermano. "Avise a ele que quero pegar direto com ele", diz Fael. Noemí pede aos brothers que carreguem a mala dela: "Chicos, Chegou a hora". Todos saem cantando pela casa animados na despedida da hermana.
"Vai deixar saudades", avisa Jonas. "Gracias, obrigada, chicos", fala a surfista. A hermana fica um tempo abraçada a Fael na porta da casa enquanto se despede de todos. Com um boné na cabeça e vestindo um macacão, Noemí ainda faz os brothers darem algumas gargalhadas e abre a porta para sair.
Momentos antes, a hermana tinha sido surpreendida na despensa da casa com flores, um boneco do BBB e um album de fotografia com os momentos mais marcantes dela com os brothers da casa. Fabiana e Kelly se emocionaram com Noemí, que não parava de dizer: "Que bonito!". As informações são da Tv Globo.
Polícia francesa encontra explosivos em carro em cerco a suspeito por ataques
A polícia francesa confirmou nesta quarta-feira ter encontrado explosivos no carro do irmão do suspeito por um ataque a uma escola judaica que deixou quatro mortos na segunda-feira. A revelação chega em meio ao cerco à casa do francês de origem argelina Mohamed Merah, de 24 anos, que já dura 12 horas.
Merah, que também é suspeito de ter matado três militares em outros dois atentados no início do mês, ainda não foi detido pelos mais de 300 policiais que participam da operação em torno de sua casa desde a madrugada.
Mais cedo, a emissora de TV francesa BMF TV chegou a noticiar a prisão, mas o ministro do Interior, Claude Guéant, negou a informação e confirmou que a operação continua.
"As negociações continuam, ainda não foram finalizadas", disse.
Um vizinho de Merah o descreveu como um homem educado que gosta de futebol e motocicletas e que não parecia ser religioso.
"Ele não é o homem grandão e barbudo que você imaginaria, o clichê. Quando você conhece bem uma pessoa, simplesmente não pode imaginar que ela seria capaz de fazer algo deste tipo", disse o vizinho à agência de notícias Reuters.
Sarkozy
Em pronunciamento, Nicolas Sarkozy disse que atentados não devem causar divisões aos franceses
O presidente francês, Nicolas Sarkozy, viajou a Toulouse na manhã desta quarta-feira para acompanhar os desdobramentos do caso. Após visitar uma delegacia próxima à casa do suspeito, foi ao local onde os três militares mortos no início do mês estão sendo enterrados.
Mais cedo, Sarkozy disse que os ataques não devem ser usados para atos de vingança ou discriminação.
Segundo o presidente, atos de terror não conseguirão dividir a França, que abriga as maiores comunidades judaica e muçulmana da Europa.
"O terrorismo não conseguirá fraturar nossa comunidade nacional", afirmou. "Eu digo a toda a nação que precisamos ficar unidos", disse ele, antes de se encontrar com líderes das duas comunidades em Paris.
Kalashnikov e Uzi
Merah teria dito pertencer à Al Qaeda e ter agido para vingar "as crianças palestinas" e os "crimes franceses" no Afeganistão.
Segundo Guéant, o homem era monitorado pelo serviço de inteligência francês "há vários anos".
O suspeito estaria armado com uma metralhadora Kalashnikov, uma pistola automática mini-Uzi 9 milímetros e vários revólveres. Pela manhã, ele jogou pela janela um revólver Colt 45 em troca de um telefone.
Alguns membros de sua família teriam sido presos e sua mãe foi levada ao local do cerco, para tentar convencer o filho a se entregar.
Enterro em Israel
Professor de religião e seus dois filhos (a quem dá as mãos na foto) foram enterrados em Israel
Os corpos das quatro vítimas do ataque na escola judaica foram levados a Israel, onde devem ser enterrados nesta quarta-feira, em Jerusalém.
Os mortos no ataque foram o rabino e professor de religião Jonathan Sandler, de 30 anos, seus dois filhos Arieh, de 5 anos, e Gabriel, de 4, além de Myriam Monsonego, de 7 anos, filha do diretor da escola.
Ao menos 2 mil pessoas acompanham o enterro no cemitério Givat Shaul, em Jerusalém.
O ministro das Relações Exteriores da França, Alain Juppé, acompanhou os parentes das vítimas em Israel.
terça-feira, 20 de março de 2012
Dicas e produtos para hidratar o cotovelo
Nas ruas, faça o teste e repare nos braços da mulherada. Você vai se espantar com a quantidade de cotovelos esbranquiçados desfilando por aí. A dermatologista Roseli Andrade, da Sociedade Brasileira de Dermatologia, conta que essa parte do corpo fica assim porque a região tem pele naturalmente mais grossa e mais seca do que o resto do corpo. Como se não bastasse, ao usar os cotovelos como apoio, os pobrezinhos sofrem atrito e a pele fica craquelada. Para blindar os seus, siga dicas preciosas!
Ingredientes potentes
Qualquer hidratante vai proteger seus cotovelos. Mas existem alguns capazes de fazer verdadeiros milagres. Dê preferência àqueles que combinam óleos, como o de amêndoas ou de castanha-do-pará, e substâncias que penetram na pele. Em geral, esses cremes têm consistência mais grossa do que os hidratantes comuns e são feitos com ureia ou ácido lático, dois ingredientes potentes que fazem a pele perder menos água e, assim, ficar macia.
Rotina diária
Mais importante do que usar o produto potente é fazer da aplicação um hábito na sua vida. Uma vez por dia basta, de manhã ou à noite.
Brasileiro morto na Austrália era tranquilo
O brasileiro Roberto Laudisio Curti, que teria sido morto por policiais na Austrália, era uma pessoa tranquila, afável e muito querida. A descrição é de um dos amigos da vítima, Rafael Guper, que o conheceu ainda na infância.
“Ele era um cara muito tranquilo. Tinha um coração muito bom e sempre esteve ao lado dos amigos. Todos amavam ele”, afirmou.
A morte de Roberto Curti ocorreu no último domingo. O jovem, de 21 anos, teria sido confundido com um ladrão e foi perseguido por policiais, sendo atingido com armas de choque.
Guper se revolta com o ocorrido e descarta a possibilidade de o amigo ter se envolvido em um crime. “Ele jamais faria isso. O Roberto foi vítima de um ato de injustiça. Todos estão muito revoltados com o que aconteceu, mas infelizmente estamos de mãos atadas”, lamentou.
O amigo lembra que Rogério passou por momentos difíceis na vida, tendo perdido o pai e a mãe, vítimas de câncer, ainda muito jovem. “Mesmo tendo histórias trágicas, ele sempre foi uma pessoa muito querida. E os amigos sempre estiveram próximos dele. Pena que agora nos tomaram ele”.
“Ele era um cara muito tranquilo. Tinha um coração muito bom e sempre esteve ao lado dos amigos. Todos amavam ele”, afirmou.
A morte de Roberto Curti ocorreu no último domingo. O jovem, de 21 anos, teria sido confundido com um ladrão e foi perseguido por policiais, sendo atingido com armas de choque.
Guper se revolta com o ocorrido e descarta a possibilidade de o amigo ter se envolvido em um crime. “Ele jamais faria isso. O Roberto foi vítima de um ato de injustiça. Todos estão muito revoltados com o que aconteceu, mas infelizmente estamos de mãos atadas”, lamentou.
O amigo lembra que Rogério passou por momentos difíceis na vida, tendo perdido o pai e a mãe, vítimas de câncer, ainda muito jovem. “Mesmo tendo histórias trágicas, ele sempre foi uma pessoa muito querida. E os amigos sempre estiveram próximos dele. Pena que agora nos tomaram ele”.
Oposicionistas também cometeram abusos na Síria, diz ONG
Membros de grupos oposicionistas da Síria, que há mais de um ano pedem a renúncia do presidente Bashar al-Assad, também cometem abusos e violações de direitos humanos como tortura, sequestros e execuções, acusou nesta terça-feira a ONG internacional Human Rights Watch (HRW).
Em carta aberta ao Conselho Nacional Sírio (CNS), que congrega os oposicionistas, a organização diz que as "táticas brutais" do regime não justificam os abusos cometidos pelos braços armados da oposição.
A HRW também deixa claro que não há indícios de que os responsáveis pelos abusos pertençam a estruturas organizadas da oposição ou que estejam seguindo ordens do CNS.
Sarah Leah Whitson, diretora de Oriente Médio da ONG, diz que o CNS deveria deixar claro que os rebeldes não deveriam, sob hipótese alguma, torturar, sequestrar ou executar.
Entre os alvos dos abusos estariam integrantes das forças de segurança do governo, apoiadores de Assad, e pessoas identificadas como membros das Shabiha, as milícias pró-regime acusadas de levar a cabo execuções de civis como parte das técnicas de repressão aos protestos.
Segundo a ONU, que já descreveu a crise no país como uma guerra civil, mais de 8 mil pessoas já morreram desde o início dos confrontos há mais de um ano.
Na esteira da Primavera Árabe, onda de protestos que derrubou os ditadores da Tunísia, Egito e Líbia e promoveu reformas no Marrocos, na Jordânia e a transição política no Iêmen no ano passado, os rebeldes sírios querem a saída de Assad do poder.
Embora as potências ocidentais venham pressionando o regime, esforços para condenar o governo na ONU vêm sendo barrados por China e Rússia.
Um ano
Na semana passada, quando a revolta completou um ano, 200 grupos humanitários de 27 países - entre eles Human Rights Watch, Christian Aid, Instituto de Estudos de Direitos Humanos do Cairo (CIHRS, na sigla em inglês), Civicus e a Federação Internacional de Direitos Humanos (FIDH) – apelaram ao Conselho de Segurança das Nações Unidas para se unir e aprovar uma resolução condenando o regime sírio pelo uso de violência, tortura e prisões arbitrárias de civis.
"Durante um ano inteiro vimos o aumento do número de mortos na Síria, que chegou ao total horripilante de mais de 8 mil, incluindo centenas de crianças", disse Ziad Abdel Tawab, vice-diretor do CIHRS.
"Já não é chegada a hora de o mundo se unir e tomar medidas efetivas para interromper isso agora?", questiona.
Outro motivo de preocupação é a fuga dos sírios para países vizinhos, levando à formação de campos de refugiados.
"O número de refugiados sírios atualmente na Turquia aumentou em mil em apenas um dia e subiu para um total de 14.700", disse na última quinta-feira o porta-voz da diplomacia turca, Selcuk Unal.
Mediadores
Na segunda-feira, uma equipe de cinco mediadores despachada pelo enviado da ONU e da Liga Árabe à Síria Kofi Annan ao país para negociar um cessar-fogo diário. O objetivo é prestar auxílio humanitário no intervalo da ofensiva das tropas do regime.

Assad recebeu o ex-secretário-geral da ONU, Koffin Annan, mas não fechou nenhum acordo
Jakob Kellenberger, chefe da Cruz Vermelha Internacional, disse que há indicativos de que a Rússia possa apoiar a iniciativa de um cessar-fogo diário de duas horas.
Suas declarações chegam após um encontro com o chanceler russo, Sergei Lavrov, em Moscou.
Ainda na sexta-feira, uma semana após se reunir com o presidente sírio, Bashar al-Assad, o enviado das Nações Unidas manifestou que poderia enviar uma nova equipe de monitores ao país.
A Liga Árabe já enviou uma primeira missão de monitoramento ao país ainda no fim do ano passado, com espectro de ação limitado e sob intensa vigilância do regime.
As mortes de civis não foram interrompidas e, segundo ativistas, mais de 400 morreram durante a visita dos diplomatas.
Em carta aberta ao Conselho Nacional Sírio (CNS), que congrega os oposicionistas, a organização diz que as "táticas brutais" do regime não justificam os abusos cometidos pelos braços armados da oposição.
A HRW também deixa claro que não há indícios de que os responsáveis pelos abusos pertençam a estruturas organizadas da oposição ou que estejam seguindo ordens do CNS.
Sarah Leah Whitson, diretora de Oriente Médio da ONG, diz que o CNS deveria deixar claro que os rebeldes não deveriam, sob hipótese alguma, torturar, sequestrar ou executar.
Entre os alvos dos abusos estariam integrantes das forças de segurança do governo, apoiadores de Assad, e pessoas identificadas como membros das Shabiha, as milícias pró-regime acusadas de levar a cabo execuções de civis como parte das técnicas de repressão aos protestos.
Segundo a ONU, que já descreveu a crise no país como uma guerra civil, mais de 8 mil pessoas já morreram desde o início dos confrontos há mais de um ano.
Na esteira da Primavera Árabe, onda de protestos que derrubou os ditadores da Tunísia, Egito e Líbia e promoveu reformas no Marrocos, na Jordânia e a transição política no Iêmen no ano passado, os rebeldes sírios querem a saída de Assad do poder.
Embora as potências ocidentais venham pressionando o regime, esforços para condenar o governo na ONU vêm sendo barrados por China e Rússia.
Um ano
Na semana passada, quando a revolta completou um ano, 200 grupos humanitários de 27 países - entre eles Human Rights Watch, Christian Aid, Instituto de Estudos de Direitos Humanos do Cairo (CIHRS, na sigla em inglês), Civicus e a Federação Internacional de Direitos Humanos (FIDH) – apelaram ao Conselho de Segurança das Nações Unidas para se unir e aprovar uma resolução condenando o regime sírio pelo uso de violência, tortura e prisões arbitrárias de civis.
"Durante um ano inteiro vimos o aumento do número de mortos na Síria, que chegou ao total horripilante de mais de 8 mil, incluindo centenas de crianças", disse Ziad Abdel Tawab, vice-diretor do CIHRS.
"Já não é chegada a hora de o mundo se unir e tomar medidas efetivas para interromper isso agora?", questiona.
Outro motivo de preocupação é a fuga dos sírios para países vizinhos, levando à formação de campos de refugiados.
"O número de refugiados sírios atualmente na Turquia aumentou em mil em apenas um dia e subiu para um total de 14.700", disse na última quinta-feira o porta-voz da diplomacia turca, Selcuk Unal.
Mediadores
Na segunda-feira, uma equipe de cinco mediadores despachada pelo enviado da ONU e da Liga Árabe à Síria Kofi Annan ao país para negociar um cessar-fogo diário. O objetivo é prestar auxílio humanitário no intervalo da ofensiva das tropas do regime.
Assad recebeu o ex-secretário-geral da ONU, Koffin Annan, mas não fechou nenhum acordo
Jakob Kellenberger, chefe da Cruz Vermelha Internacional, disse que há indicativos de que a Rússia possa apoiar a iniciativa de um cessar-fogo diário de duas horas.
Suas declarações chegam após um encontro com o chanceler russo, Sergei Lavrov, em Moscou.
Ainda na sexta-feira, uma semana após se reunir com o presidente sírio, Bashar al-Assad, o enviado das Nações Unidas manifestou que poderia enviar uma nova equipe de monitores ao país.
A Liga Árabe já enviou uma primeira missão de monitoramento ao país ainda no fim do ano passado, com espectro de ação limitado e sob intensa vigilância do regime.
As mortes de civis não foram interrompidas e, segundo ativistas, mais de 400 morreram durante a visita dos diplomatas.
Ministério vai cobrar explicações da Austrália sobre morte de brasileiro
O governo do Brasil se prepara para cobrar das autoridades da Austrália explicações sobre as circunstâncias que provocaram a morte do estudante brasileiro Roberto Laudisio Curti, de 21 anos, no domingo (18).
Informações preliminares indicam que Curti foi atingido por uma série de disparos de armas elétricas usadas por policiais. O brasileiro foi morto durante perseguição policial em Sydney, a cidade mais populosa do país.
As autoridades brasileiras querem esclarecer em detalhes as circunstâncias que levaram o jovem à morte. As primeiras informações são que Curti foi perseguido por policiais que desconfiaram que ele havia furtado biscoitos de uma loja de conveniência. Curti foi detido com armas elétricas e gás de pimenta.
O cônsul-geral do Brasil na Austrália, Américo Fontenelle, acompanha pessoalmente as investigações e a assistência prestada à família de Curti, segundo o Ministério das Relações Exteriores.
Em 2005, o mineiro Jean Charles de Menezes, de 27 anos, foi morto por policiais em Londres , na Grã-Bretanha, ao ser confundido com um suspeito terrorista em um trem do metrô da capital britânica. A morte dele ocorreu depois de uma série de atentados ao sistema de transporte público de Londres.
Curti morava em Sydney há menos de um ano e foi para a Austrália estudar inglês. O jovem dividia a moradia com amigos, mas tinha uma irmã vivendo na cidade e casada com australiano. Desde domingo (18), o Itamaraty, a Embaixada do Brasil na Austrália e o Consulado em Sydney estão em contato com a família do estudante. As informações são da Agência Brasil.
Informações preliminares indicam que Curti foi atingido por uma série de disparos de armas elétricas usadas por policiais. O brasileiro foi morto durante perseguição policial em Sydney, a cidade mais populosa do país.
As autoridades brasileiras querem esclarecer em detalhes as circunstâncias que levaram o jovem à morte. As primeiras informações são que Curti foi perseguido por policiais que desconfiaram que ele havia furtado biscoitos de uma loja de conveniência. Curti foi detido com armas elétricas e gás de pimenta.
O cônsul-geral do Brasil na Austrália, Américo Fontenelle, acompanha pessoalmente as investigações e a assistência prestada à família de Curti, segundo o Ministério das Relações Exteriores.
Em 2005, o mineiro Jean Charles de Menezes, de 27 anos, foi morto por policiais em Londres , na Grã-Bretanha, ao ser confundido com um suspeito terrorista em um trem do metrô da capital britânica. A morte dele ocorreu depois de uma série de atentados ao sistema de transporte público de Londres.
Curti morava em Sydney há menos de um ano e foi para a Austrália estudar inglês. O jovem dividia a moradia com amigos, mas tinha uma irmã vivendo na cidade e casada com australiano. Desde domingo (18), o Itamaraty, a Embaixada do Brasil na Austrália e o Consulado em Sydney estão em contato com a família do estudante. As informações são da Agência Brasil.
Coreia do Norte convida peritos da Aiea para examinar programa nuclear do país | Agência Brasil
Repórter da Agência Brasil
Brasília - O porta-voz da Agência Internacional de Energia Atômica (Aiea), Gill Tudor, confirmou hoje (20) que peritos da entidade foram convidados pelo governo da Coreia do Norte para visitar o país e examinar o programa nuclear norte-coreano. Segundo ele, o convite foi encaminhado na sexta-feira (16). De acordo com Gill Tudor, os detalhes da visita ainda serão definidos. 'Vamos discutir com [o governo da] Coreia do Norte e as outras partes interessadas os detalhes da visita. Nada foi decidido ainda.'
A visita à Coreia do Norte será a primeira desde 2009, quando o governo norte-coreano suspendeu a cooperação com a Aiea e se retirou das negociações sobre desarmamento nuclear. Em fevereiro, as autoridades do país sinalizaram para a possibilidade de especialistas estrangeiros monitorarem as atividades de enriquecimento de urânio na região.
No mês passado, as autoridades norte-coreanas informaram sobre a suspensão dos testes nucleares, dos lançamentos de mísseis de longo alcance e das atividades de enriquecimento de urânio como parte de um acordo negociado com o governo dos Estados Unidos. Em troca, os norte-americanos comprometeram-se a fornecer 240 mil toneladas de alimentos à Coreia do Norte.
A porta-voz do Departamento de Estado norte-americano, Victoria Nuland, elogiou a decisão do governo norte-coreano de convidar peritos para uma visita ao país e disse que a iniciativa é positiva. Desde 2009, a Coreia do Norte é submetida a sanções das Nações Unidas por ter lançado um míssil nos arredores do país.
A Coreia do Norte é um dos países mais fechados do mundo. Sob um rigoroso regime comunista, o país sofre limitações internas na economia que causam dificuldades no abastecimento de alimentos e combustíveis.
*Com informações da agência estatal de notícias da China, Xinhua.
Mais de 8 mil medicamentos não sofrerão aumento em 2012
Em 2012, 8.840 medicamentos não sofrerão acréscimo inflacionário e manterão seus preços inalterados nas prateleiras das farmácias. A decisão é válida para uma das três categorias(veja definição no fim do texto) de medicamentos, que inclui produtos como a ritalina (tratamento do déficit de atenção), stelara (psiríase) e o antirretroviral Kaleta. Esta categoria teve, pela primeira vez desde 2003, reajuste negativo de 0,25%, autorizado pela Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (CMED), órgão governamental composto por representantes de vários ministérios, que é responsável pela definição de preço de medicamentos no país.
Para outros 13.782 medicamentos, que fazem de outras duas categorias, a CMED autorizou o reajuste de preços abaixo da inflação - entre 2,80% e 5,85%. Em 2011, o reajuste para todas as categoria ficou entre 4,78% e 6,01%. Os índices, definidos pela câmara, foram divulgados no Diário Oficial da União, nesta segunda-feira (19). O aumento está autorizado a partir de 31 de março.
METODOLOGIA
O cálculo do reajuste anual de preço dos medicamentos é feito com base no índice de inflação, na produtividade e no fator de preços relativos intra-setor e entre setores (veja quadro). Assim, entre as variáveis consideradas está o fator de produtividade da indústria, que este ano foi de 6,1%. No ano passado, havia sido 2,47%. Quanto maior o índice de produtividade menor será o reajuste de preços, pois o faturamento da indústria permite que não repassem aos usuários seus custos.
Outra variável considerada no cálculo é a participação maior ou menor do mercado de genéricos. Quanto maior a presença dos genéricos, maior a concorrência no setor. Portanto, quanto maior a participação de genéricos, menor os ganhos de cada empresa, o que eleva o repasse inflacionário ao consumidor.
A categoria de medicamentos que tem maior participação dos genéricos (na qual os genéricos têm faturamento igual ou superior a 20%), chamados de medicamentos do Nível I, sofrerão este ano reajuste de 5,85%. Os medicamentos que têm participação média de genéricos (entre 15% e 20% do faturamento) poderão ter reajuste de até 2,80%. E a categoria de medicamentos que têm menor participação dos genéricos (inferior a 15%) terá reajuste de – 0,25%.
É ainda levado em consideração no cálculo a variação da cotação do dólar e o índice de preços da energia elétrica. A estabilidade desses valores em 2011 somou para que o consumidor fosse beneficiado no preço dos medicamentos.
Reajuste dos medicamentos nas três categorias
Categoria de medicamentos
Reajuste
Nível 1(12.499 medicamentos)
Exemplos: omeprazol (gastrite e úlcera); amoxilina (antibiótico para infecções urinárias e respiratórias)
+ 5,85%
Nível 2(1.283 medicamentos)
Exemplos: lidocaína (anestésico local); risperidona (antipsicótico)
+2,80%
Nível 3(8.840 medicamentos)
Exemplos: ritalina (tratamento do déficit de atenção), stelara (psiríase) e o antirretroviral Kaleta
-0,25%
Entenda a fórmula adotada pela CMED para calcular o reajuste nas três categorias
VPP = IPCA – (X + Y + Z)
VPP = variação percentual do preço do medicamento;
IPCA = Índice de Preços ao Consumidor Amplo, calculado pelo IBGE (inflação);
X = fator de produtividade repassado ao consumido;
Y = o fator de ajuste de preços relativos entre setores;
Z = fator de ajuste de preços relativos intra-setor, estipulado pela CMED e calculado em função da produtividade do setor.
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